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    <title>Preserve MT</title>
    <link>http://www.preservemt.com.br</link>
    <description>Mato Grosso contra as queimadas.</description>
    <language>pt-br</language>
      <item>
          <title>Brasil quer rede inteligente para diminuir perda de energia</title>
          <description><p>Segundo o Minist&eacute;rio de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, 15% da energia produzida no pa&iacute;s acaba desperdi&ccedil;ada antes de chegar ao consumidor</p>
<p>Bras&iacute;lia &ndash; Quinze de cada 100 quilowatts de energia el&eacute;trica produzida no Brasil se perdem entre a gera&ccedil;&atilde;o e o consumo. De acordo com o Centro de Gest&atilde;o e Estudos Estrat&eacute;gicos (CGEE), ligado ao Minist&eacute;rio de Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o (MCTI), a propor&ccedil;&atilde;o &eacute; mais do que o dobro da registrada em outros pa&iacute;ses (at&eacute; 7%) e acima da oferta interna de energia com base em carv&atilde;o, g&aacute;s, petr&oacute;leo e energia nuclear (que somam 14,4%, segundo o Balan&ccedil;o Energ&eacute;tico Nacional).</p>
<p>A perda de energia (causada principalmente pelo furto por meio de instala&ccedil;&otilde;es irregulares, o chamado gato) motivou o CGEE a fazer um amplo estudo sobre o uso de redes inteligentes (ou smart grids, como s&atilde;o mais conhecidas em ingl&ecirc;s) para gerenciamento da gera&ccedil;&atilde;o, transmiss&atilde;o, distribui&ccedil;&atilde;o e consumo de energia el&eacute;trica. At&eacute; mar&ccedil;o, o centro publica estudo que identificar&aacute; iniciativas no Brasil e no exterior para o desenvolvimento de tecnologia que monitore o funcionamento do sistema el&eacute;trico.</p>
<p>A tecnologia pode informar em tempo real, por exemplo, a ocorr&ecirc;ncia de pane e a eventual suspens&atilde;o do fornecimento. &ldquo;Quando cai a energia, seja l&aacute; por qual motivo, voc&ecirc; liga para a concession&aacute;ria. Pelo smart grid, isso passa a ser autom&aacute;tico, n&atilde;o precisa ligar&rdquo;, explica Ceres Cavalcanti, assessora do CGEE. Segundo ela, o smart grid melhora o servi&ccedil;o que &eacute; prestado pelas concession&aacute;rias. &ldquo;Essas empresas conseguir&atilde;o ter mais informa&ccedil;&atilde;o para poder prestar o melhor servi&ccedil;o ao seu mercado e a seus clientes&rdquo;, defende a assessora.</p>
<p>Al&eacute;m das concession&aacute;rias, o uso de redes inteligentes permite que os usu&aacute;rios fa&ccedil;am o controle do consumo diretamente. No futuro, quando houver tarifa diferenciada conforme o hor&aacute;rio, os medidores dom&eacute;sticos informar&atilde;o quanto est&aacute; sendo gasto a cada momento e o valor das tarifas cobradas dando a possibilidade de o consumidor utilizar os eletrodom&eacute;sticos em hor&aacute;rio de tarifas mais baratas.</p>
<p>Outra possibilidade &eacute; tornar o consumidor credor do sistema. Quem captar energia solar em casa, por exemplo, poder&aacute; ter desconto nas tarifas, pois a rede inteligente identifica a gera&ccedil;&atilde;o dom&eacute;stica de energia. &ldquo;Imagina os consumidores passarem a ser pequenos geradores, vai ser um grande quebra-cabe&ccedil;a. E a&iacute; talvez vai ter de mudar essa pol&iacute;tica de otimiza&ccedil;&atilde;o [do consumo]. Esse passo n&atilde;o &eacute; t&atilde;o r&aacute;pido, por&eacute;m extremamente poss&iacute;vel&rdquo;, prev&ecirc; Ceres Cavalcanti destacando que &ldquo;hoje, a informa&ccedil;&atilde;o do sistema el&eacute;trico &eacute; direcional. Com o smart grid, passa a ser bidirecional. O consumidor passivo passa a ser ativo e vai ter v&aacute;rios tipos de servi&ccedil;os&rdquo;.</p>
<p>Para a assessora do CGEE, a ado&ccedil;&atilde;o do smart grid vai gerar neg&oacute;cios para a ind&uacute;stria de componentes do sistema el&eacute;trico e tamb&eacute;m para a &aacute;rea de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Isso melhora todo o sistema e encontramos nisso outras oportunidades. Vai gerar um mercado muito bom para a ind&uacute;stria. E isso tem v&aacute;rios desdobramentos no sentido de desenvolvimento de ci&ecirc;ncia e tecnologia. Tem uma s&eacute;rie de linhas de pesquisa que podem vir a partir da&iacute;&rdquo;, destaca.</p>
<p>O uso de redes inteligentes no sistema el&eacute;trico vai possibilitar economia de energia el&eacute;trica. O benef&iacute;cio, no entanto, n&atilde;o isentar&aacute; o pa&iacute;s de continuar investindo na amplia&ccedil;&atilde;o da gera&ccedil;&atilde;o de energia. &ldquo;&Eacute; maravilhoso investir nesse caminho, mas isso n&atilde;o substitui a expans&atilde;o completamente. O pa&iacute;s cresce em termos de consumo de energia mais de 5% ao ano, o que &eacute; acima do crescimento do Produto Interno Bruto&rdquo;, pondera Ceres Cavalcanti que lembra que h&aacute; demanda reprimida pelo uso da energia, ainda cara para muitos usu&aacute;rios.</p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2945</link>
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          <title>Oficina capacita na identifica&ccedil;&atilde;o de ervas do Cerrado em Chapada</title>
          <description><p><span style='font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: small;'><strong>A sabedoria contida na ancestralidade dos elementos da floresta contribui para o bem viver do homem. O segredo das curas do cerrado em uma cultura herdada da terra e da vida</strong></span><br /><br /><span style='font-family: Arial, Helvetica; font-size: small;'>'O bruxo tomou um trago de sua raizada de n&oacute; de cachorro e jurubeba, o rap&eacute; forte desceu na garganta. Entramos num Cerrad&atilde;o aberto, &aacute;rvores em posi&ccedil;&atilde;o de medita&ccedil;&atilde;o e formas psicod&eacute;licas. Um solo prop&iacute;cio para herb&aacute;ceas como lim&atilde;ozinho do cerrado, marcela, dourad&atilde;o, entre outras conhecidas pela sabedoria dos antigos da regi&atilde;o. De l&aacute; sair&iacute;amos s&oacute; no fim do dia, v&aacute;rias ra&iacute;zes, folhas, vacinas naturais na grande sacola que marca 50 quilos. Propriedades e nome de plantas diversos, ensinamentos de gera&ccedil;&otilde;es, de cren&ccedil;as do terreiro, lendas ind&iacute;genas e simpatias portuguesas. Gratid&atilde;o ao universo pelo contato com a energia renovadora das plantas. Realmente existe um portal misterioso em suas alquimias...'&nbsp;<br /><br />O intuito da viv&ecirc;ncia &eacute; capacitar o indiv&iacute;duo de perceber e identificar esp&eacute;cies do Cerrado e sua propriedade medicinal. A inten&ccedil;&atilde;o &eacute; colocar em pr&aacute;tica o ciclo de produ&ccedil;&atilde;o e preparo de vacinas naturais como ch&aacute;s e garrafadas, a medicina preventiva. Desde a colheita na caminhada pelo Cerrado ao preparo na fogueira, passando pelo produto natural, o conhecimento da terra, um direito universal do ser humano, s&atilde;o os caminhos a ser percorridos durante a atividade.&nbsp;<br /><br />Em parceria com o raizeiro Hermes, paulista que escolheu viver em Chapada dos Guimar&atilde;es h&aacute; 27 anos, o projeto integra o conhecimento das culturas tradicionais e os saberes de cura da floresta. A oficina vem como um chamado para o que se chama de Nova Era, per&iacute;odo fortemente marcado pela liga&ccedil;&atilde;o do Homem a Natureza. A atividade &eacute; direcionada para pesquisadores, bi&oacute;logos, guias, estudantes, simpatizantes e toda a sociedade em geral.&nbsp;<br /><br />A oficina integra a rede de a&ccedil;&otilde;es do n&uacute;cleo C&eacute;u de Kalimba, que fomenta atitudes sustent&aacute;veis sobre energias biorenov&aacute;veis e impacto m&iacute;nimo para a viv&ecirc;ncia na Chapada dos Guimar&atilde;es, em Mato Grosso. O objetivo do n&uacute;cleo &eacute; difundir a&ccedil;&otilde;es e conhecimentos do homem da terra de todo o globo, assim, em um 'Eco Centro' multicultural de tecnologia sustent&aacute;vel adaptar t&eacute;cnicas a regi&atilde;o da Chapada, local de preciosas nascentes e pared&otilde;es ancestrais.&nbsp;<br /><br />Para isso, a necessidade de conhecimentos em permacultura, sistemas agroflorestais e bioconstru&ccedil;&atilde;o foram ponto de partida para ser alicerce desta pesquisa. Assim, a&ccedil;&otilde;es de difus&atilde;o e pr&aacute;tica tem sido tomadas como os Biomutir&otilde;es de Agroecologia Celestial (BAC) no Sitio Kalimba, no Vale do Jamac&aacute;.&nbsp;<br /><br />Um convite para o ritmo da natureza, com a medicina da floresta e a sabedoria dos antigos. Elementais de cura no chamado da Nova Era. E por ser de l&aacute; do sert&atilde;o, l&aacute; do cerrado, planto e convido para celebra&ccedil;&atilde;o da uni&atilde;o. O caminho est&aacute; aberto. O investimento para oficina &eacute; de 50 reais, as inscri&ccedil;&otilde;es s&atilde;o realizadas no local, Sitio Kalimba, no Vale do Jamac&aacute; em Chapada dos Guimar&atilde;es. Com Assessoria)&nbsp;<br /><br />Mais informa&ccedil;&otilde;es pelo telefone (65)9232-7236 ou pelo e-mail ceudekalimba@gmail.com ou ainda pelo endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico www.ceudekalimba.blogspot.com&nbsp;</span></p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2944</link>
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      <item>
          <title>Projeto de lei prev&ecirc; a imposi&ccedil;&atilde;o de uma morat&oacute;ria de cinco anos &agrave; pesca profissional e esportiva no Pantanal</title>
          <description><p><span>Um projeto de lei de autoria do senador Blairo Maggi (PR) prev&ecirc; a imposi&ccedil;&atilde;o de uma morat&oacute;ria de cinco anos &agrave; pesca profissional e esportiva no Pantanal.&nbsp;</span><br /><br /><span>De acordo com o senador, o per&iacute;odo de interrup&ccedil;&atilde;o da pesca permitir&aacute; o &ldquo;repovoamento&rdquo; dos estoques pesqueiros dos rios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.&nbsp;</span><br /><br /><span>&ldquo;Esta medida seria um ganho muito grande para o Pantanal. Passado este tempo, n&oacute;s ter&iacute;amos nossos recursos pesqueiros totalmente recuperados', defendeu Maggi, ao Di&aacute;rio.&nbsp;</span><br /><br /><span>A quest&atilde;o &eacute; &ldquo;delicada&rdquo;, reconheceu o congressista. &ldquo;Vai haver problemas, porque n&oacute;s temos a quest&atilde;o dos pescadores, dos hot&eacute;is e pousadas. Ambientalmente, por&eacute;m, &eacute; o correto&rdquo;, disse.&nbsp;</span><br /><br /><span>Maggi disse que a Uni&atilde;o ter&aacute; de ser chamada para cobrir despesas como seguro-desemprego. &ldquo;Este &eacute; um ponto que pode ter grande dificuldade'.&nbsp;</span><br /><br /><span>O projeto prev&ecirc;, ainda, a&ccedil;&otilde;es para agregar valor ao produto da pesca artesanal &ldquo;mediante o desenvolvimento das cadeias produtivas da carne e do couro do peixe&rdquo;.&nbsp;</span><br /><br /><span>A morat&oacute;ria consta de um projeto apresentado em dezembro pelo senador e que estipula uma &ldquo;pol&iacute;tica de gest&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o&rdquo; para o bioma pantaneiro.&nbsp;</span><br /><br /><span>Na justificativa do projeto, Maggi diz existir uma &ldquo;lacuna da legisla&ccedil;&atilde;o federal&rdquo; e defende a necessidade de trazer &ldquo;tranquilidade jur&iacute;dica&rdquo; para quem vive na regi&atilde;o.&nbsp;</span><br /><br /><span>Segundo ele, o plano se antecipa a exig&ecirc;ncias do novo C&oacute;digo Florestal.&nbsp;</span><br /><br /><span>&ldquo;Cada bioma ter&aacute; uma legisla&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica. Como n&oacute;s j&aacute; hav&iacute;amos feito uma lei estadual neste sentido, decidimos reproduzir o mesmo regulamento, com poucas mudan&ccedil;as&rdquo;, disse o senador.&nbsp;</span><br /><br /><span>Em n&iacute;vel estadual, a regulamenta&ccedil;&atilde;o causou controv&eacute;rsia por considerar como Pantanal apenas a plan&iacute;cie alag&aacute;vel &ndash; que corresponde a 38,21% da &aacute;rea da bacia do Alto Paraguai, formadora do bioma.&nbsp;</span><br /><br /><span>A delimita&ccedil;&atilde;o, criticaram ambientalistas, poderia abrir caminho para a instala&ccedil;&atilde;o de usinas de &aacute;lcool e hidrel&eacute;tricas na regi&atilde;o.&nbsp;</span><br /><br /><span>Segundo o projeto que tramita no Senado, uma &aacute;rea de 138 mil quil&ocirc;metros quadrados seria afetada pela morat&oacute;ria, abrangendo os territ&oacute;rios de sete munic&iacute;pios de Mato Grosso e nove de Mato Grosso do Sul.&nbsp;</span><br /><br /><span>Maggi diz que colocou o projeto em pauta para &ldquo;abrir a discuss&atilde;o&rdquo;. &ldquo;Com os debates que ir&atilde;o acontecer, essa proposta ser&aacute; enriquecida ainda mais&rdquo;.&nbsp;</span></p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2943</link>
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          <title>Ambientalistas brasileiros pedem prote&ccedil;&atilde;o do Pantanal</title>
          <description><p>Jacar&eacute;s descansam em bancos de areia, enquanto uma iguana se lan&ccedil;a no mangue: no Pantanal, a natureza &eacute; generosa, mas o santu&aacute;rio de biodiversidade localizado no cora&ccedil;&atilde;o da Am&eacute;rica do Sul est&aacute; amea&ccedil;ado pela agricultura intensiva e pelo desmatamento.</p>
<p>Ambientalistas do World Wildlife Fund (WWF) soaram o alarme por ocasi&atilde;o do Dia Mundial das Zonas &Uacute;midas, celebrado todos os dias 2 de fevereiro desde 1997, para resgatar este santu&aacute;rio do Mato Grosso.</p>
<p>Os cientistas da ONG se apoiam em um estudo in&eacute;dito publicado ap&oacute;s tr&ecirc;s anos de pesquisas, realizado por cerca de 30 especialistas de quatro pa&iacute;ses (Brasil, Paraguai, Bol&iacute;via e Argentina), que compartilham a bacia do rio Paraguai, que nasce no Mato Grosso e percorre 2.600 km antes de desaguar no Rio Paran&aacute;, na Argentina.</p>
<p>Segundo o WWF, esta regi&atilde;o que se estende por 1,2 milh&atilde;o de km&sup2; corre um grave risco ecol&oacute;gico.</p>
<p>O bi&oacute;logo Glauco Kimura, coordenador do programa 'Water for Life' ('&Aacute;gua para a vida') do WWF, &eacute; categ&oacute;rico: 'o Pantanal est&aacute; amea&ccedil;ado. Isto pode parecer surpreendente, mas &eacute; a triste realidade. Nosso estudo demonstra que 14% da bacia do rio Paraguai deve ser protegida de maneira urgente'.</p>
<p>Antes de percorrer de barco as curvas do rio Cuiab&aacute;, sobrevoado por algumas aves de rapina e por uma s&eacute;rie de papagaios coloridos, Kimura e sua equipe se det&ecirc;m na floresta da Chapada dos Guimar&atilde;es.</p>
<p>A vista &eacute; excepcional. Mostra, de longe, o exuberante Pantanal, verdadeiro santu&aacute;rio ecol&oacute;gico. Mas &eacute; do alto, no Planalto (conhecido tamb&eacute;m como 'Cerrado'), que vem o perigo.</p>
<p>'Comparo esta regi&atilde;o a um prato', explica o ecologista. 'O Planalto nas bordas e o Pantanal no fundo do prato. E o segundo sofre com os excessos do primeiro'.</p>
<p>O desmatamento, a agricultura excessiva, o desenvolvimento urbano ou a multiplica&ccedil;&atilde;o de represas hidroel&eacute;tricas s&atilde;o alguns dos riscos para as &aacute;guas que alimentam o Pantanal.</p>
<p>Percorrendo o Cerrado, s&atilde;o descobertos milhares de hectares de explora&ccedil;&otilde;es agr&iacute;colas, sobretudo de soja. Em meio dos campos que se perdem de vista, um trator lan&ccedil;a um l&iacute;quido amarelo com um forte odor qu&iacute;mico. S&atilde;o herbicidas.</p>
<p>Cerca de 15% da cobertura vegetal do Pantanal j&aacute; foi destru&iacute;da pelos cultivos de soja e pelos pastos para o gado, estima o WWF.</p>
<p>Isto alarma o canadense Pierre Girard, especialista em hidrologia do Centro de Pesquisas do Pantanal (independente), outro dos autores do estudo.</p>
<p>'A soja &eacute; cultivada onde nascem os rios que alimentam e formam posteriormente o Pantanal. H&aacute; riscos de eros&atilde;o, mas tamb&eacute;m de contamina&ccedil;&atilde;o do Pantanal', assegura.</p>
<p>Realizado igualmente em colabora&ccedil;&atilde;o com a ONG The Nature Conservancy, o estudo do WWF insiste na necessidade para os pa&iacute;ses e as regi&otilde;es envolvidas de unir seus esfor&ccedil;os.</p>
<p>'N&atilde;o h&aacute; mais lugar para os cultivos abundantes como se existisse um estoque infinito de floresta nativa a destruir e de &aacute;gua doce a contaminar', afirma Kimura.</p>
<p>Para o bi&oacute;logo, a prote&ccedil;&atilde;o da bacia do rio Paraguai - onde apenas 11% do territ&oacute;rio &eacute; atualmente uma zona protegida - &eacute; vital para conservar a extraordin&aacute;ria riqueza da fauna e da flora, que possui 4.500 esp&eacute;cies diferentes.</p>
<p>'Portanto, &eacute; necess&aacute;rio proteger as fontes de &aacute;gua, criar mais zonas protegidas e melhorar as pr&aacute;ticas agroaliment&iacute;cias', assegura Kimura.</p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2942</link>
      </item>
      <item>
          <title>Estudo mapeia as principais amea&ccedil;as ao Pantanal</title>
          <description><div>As fragilidades a que est&aacute; exposta a&nbsp;<a href='http://www2.ana.gov.br/Paginas/portais/bacias/paraguai.aspx'><span style='text-decoration: underline;'>regi&atilde;o do Pantanal</span></a>&nbsp;&eacute; o tema de novo estudo ;da ONG WWF-Brasil, em parceria pela WWF, The Nature Conservancy e Centro de Pesquisas do Pantanal<span>. A regi&atilde;o corre perigo, principalmente pela degrada&ccedil;&atilde;o de nascentes e barramento de rios que fluem de &aacute;reas de planalto (cerrado) para a plan&iacute;cie pantaneira. O trabalho &ldquo;An&aacute;lise de Risco Ecol&oacute;gico da Bacia do Rio Paraguai&rdquo;, foi lan&ccedil;ado hoje, 02 de fevereiro, data em que se comemora o Dia Mundial das Zonas &Uacute;midas, e o Pantanal, parte da bacia do Paraguai, &eacute; a maior &aacute;rea &uacute;mida continental do planeta.<br /><br />Mais de 30 especialistas de quatro pa&iacute;ses (Brasil, Argentina, Paraguai e Bol&iacute;via), participantes do estudo, cruzaram dados reunidos em tr&ecirc;s anos de pesquisa e an&aacute;lise. Ficou constatado que 14% da regi&atilde;o pantaneira necessita de prote&ccedil;&atilde;o urgente, por ser considerada essencial para o fornecimento de &aacute;gua e manuten&ccedil;&atilde;o do ciclo das cheias. Metade da bacia pantaneira corre riscos ambientais considerados m&eacute;dios ou altos.<br /><br />Os pesquisadores listaram as principais amea&ccedil;as &agrave; bacia do rio Paraguai:<br /><br /></span></div>
<div>1) Desmatamento e manejo inadequado de terras para agropecu&aacute;ria, ambos causadores de eros&otilde;es e sedimenta&ccedil;&atilde;o de rios.<br /><br />2) Barragens feita para a constru&ccedil;&atilde;o de hidrel&eacute;tricas, alteram o regime h&iacute;drico natural.<br /><br /><span>3) Crescimento urbano e populacional, normalmente seguido de obras de infraestrutura, como rodovias, barragens, portos e hidrovias que &ndash; se constru&iacute;das sem crit&eacute;rios de sustentabilidade &ndash; colocam em risco o fr&aacute;gil equil&iacute;brio ambiental pantaneiro.<br /><br /></span></div>
<div><span><span><span>Pelo lado bom, 11% da bacia j&aacute; est&atilde;o protegidos. O problema &eacute; que essa parte protegida n&atilde;o est&aacute; distribu&iacute;da de forma adequada para proteger as regi&otilde;es que mais fornecem &aacute;gua, ou as mais ricas em biodiversidade.<br /><br />Vivem na regi&atilde;o Bacia do rio Paraguai cerca de 8 milh&otilde;es de pessoas, com uma economia concentrada na pecu&aacute;ria, que conta com 30 milh&otilde;es de cabe&ccedil;as de gado. &Eacute; ainda a regi&atilde;o onde existe uma das maiores reserva de &aacute;gua doce do planeta.</span></span></span></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href='http://www.oeco.com.br/noticias/25666-estudo-mostra-limites-na-recuperacao-de-areas-umidas' target='_blank'>Estudo mostra&nbsp;<strong>limites</strong>&nbsp;na recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas &uacute;midas</a><br /><br /><a href='http://www.oeco.com.br/ano-internacional-das-florestas/24770-dia-mundial-das-zonas-umidas-' target='_blank'>O Dia Mundial das&nbsp;<strong>Zonas &Uacute;midas</strong></a></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Zonas &Uacute;midas</strong><br /><br /><span>As Zonas &Uacute;midas s&atilde;o aquelas situadas em uma &aacute;rea de transi&ccedil;&atilde;o entre os ecossistemas aqu&aacute;ticos e terrestres, consideradas &aacute;reas muito vulner&aacute;veis do ponto de vista ambiental.</span><br /><br /><span>Al&eacute;m do Pantanal, o Brasil possui outras sete &aacute;reas &uacute;midas importantes: Reserva de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel Mamirau&aacute; (AM), Ilha do Bananal (TO), Reentr&acirc;ncias Maranhenses (MA), &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental da Baixada Maranhense (MA), Parque Estadual Marinho do Parcel de Manoel Luz (MA), Lagoa do Peixe (RS) e a Reserva Particular do Patrim&ocirc;nio Natural SESC Pantanal (MT).</span><br /><br />Elas s&atilde;o classificadas como s&iacute;tios Ramsar. Institu&iacute;da pela Conven&ccedil;&atilde;o de Ramsar<span>, realizada na cidade iraniana em 1971, os s&iacute;tios selecionados pelos pa&iacute;ses e aprovados por um corpo t&eacute;cnico de acordo com sua import&acirc;ncia. Uma vez aceitas, essas &aacute;reas passam a receber o t&iacute;tulo de &ldquo;S&iacute;tios Ramsar&rdquo;</span>. Al&eacute;m de protegidas pela Conven&ccedil;&atilde;o, todo dia 02 de fevereiro &eacute; feito um balan&ccedil;o dessas importantes &aacute;reas.&nbsp;<br /><br /><span>A Conven&ccedil;&atilde;o &eacute; um tratado intergovernamental que estabelece marcos para a&ccedil;&otilde;es nacionais e internacionais para a conserva&ccedil;&atilde;o e o uso racional de zonas &uacute;midas e de seus recursos naturais. Todo ano o secretariado da Conven&ccedil;&atilde;o sugere um tema para as a&ccedil;&otilde;es desenvolvidas pelos pa&iacute;ses membros da Conven&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Esse ano o assunto sugerido para foi Dia Mundial das &Aacute;reas &Uacute;midas (World Wetlands Day) foi &ldquo;Turismo em Zonas &Uacute;midas: Uma Grande Experi&ecirc;ncia&rdquo;. A tem&aacute;tica deste ano est&aacute; correlacionado a pauta da pr&oacute;xima reuni&atilde;o da COP 11: &Aacute;reas &Uacute;midas, Turismo e Lazer, que ser&aacute; realizada em julho de 2012, em Bucareste, Rom&ecirc;nia. A Confer&ecirc;ncia das Partes Contratantes (COP) tem a fun&ccedil;&atilde;o de promover e verificar a implementa&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o de Ramsar. Convocada por seu Secretariado, a Confer&ecirc;ncia das Partes (COP) ocorre a cada tr&ecirc;s ou quatro anos.</span></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Saiba mais:</strong><br /><br />Para ter acesso ao material (em espanhol) da Conven&ccedil;&atilde;o de Ramsar sobre turismo e Zonas &Uacute;midas,&nbsp;<a href='http://www.ramsar.org/cda/es/ramsar-activities-wwds-wwd2012index/main/ramsar/1-63-78%5E25324_4000_2__' target='_blank'><strong>clique aqui</strong></a>.<br /><br />Para ler o estudo An&aacute;lise de Risco Ecol&oacute;gico da Bacia do Rio Paraguai, lan&ccedil;ado hoje,&nbsp;<a href='http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/downloads/26jan12_tnc_wwf_analise_de_risco_portugues.pdf' target='_blank'><strong>clique aqui</strong></a>.</div></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2941</link>
      </item>
      <item>
          <title>Doa&ccedil;&atilde;o de mudas incentiva produ&ccedil;&atilde;o de bananas em VG</title>
          <description><div>O secret&aacute;rio de Meio Ambiente e Agricultura de V&aacute;rzea Grande, Celso de Souza Brand&atilde;o, participou, na manh&atilde; desta quinta-feira (02/02), da solenidade de entrega de mudas pelo Governo do Estado. A a&ccedil;&atilde;o &ndash; do Pacote de Fortalecimento da Agricultura Familiar &ndash; objetiva o incremento da produ&ccedil;&atilde;o da banana em Mato Grosso. O munic&iacute;pio recebeu 1.400 mudas de cinco diferentes esp&eacute;cies da planta.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&ldquo;Esta &eacute; mais uma etapa do grande projeto de incentivo e desenvolvimento das pequenas propriedades rurais de nossa cidade. Gra&ccedil;as &agrave; parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Sedraf), possibilitaremos o cultivo da banana, resgatando o plantio dessa cultura que, em anos anteriores, foi bastante difundida em Mato Grosso&rdquo;, explica o titular da Semma/VG.&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Ao todo, foram distribu&iacute;das 56 mil mudas para quatro Cons&oacute;rcios Intermunicipais, beneficiando outros 39 munic&iacute;pios mato-grossenses.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Por serem provenientes de um laborat&oacute;rio da Bahia, as mudas necessitam de um per&iacute;odo de, aproximadamente, 40 dias para que estejam aptas ao plantio no campo.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Caber&aacute; &agrave; equipe da Semma/VG realizar a entrega das mudas de banana e o acompanhamento de todo o processo produtivo. &ldquo;Cada fam&iacute;lia receber&aacute; mudas que estamos chamando de matrizes porque, a partir delas, outras poder&atilde;o ser produzidas&rdquo;, completa Celso de Souza Brand&atilde;o.</div></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2940</link>
      </item>
      <item>
          <title>&quot;&Aacute;gua, Alimento, Energia, no Presente e no Futuro&quot; &eacute; tema do Congresso de &Aacute;reas &Uacute;midas</title>
          <description><p><span class='padrao'>Foi lan&ccedil;ado oficialmente na manh&atilde; desta quinta-feira (02.02), data em que se comemora o Dia Mundial das Zonas &Uacute;midas, o I Congresso Brasileiro de &Aacute;reas &Uacute;midas, em solenidade realizada na Sala dos &Oacute;rg&atilde;os Colegiados da Universidade Federal de Mato Grosso. O evento &eacute; uma promo&ccedil;&atilde;o da UFMT, do Centro de Pesquisa do Pantanal (CPP) e do Instituto Nacional de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia em &Aacute;reas &Uacute;midas (INCT &Aacute;reas &Uacute;midas).</span></p>
<p><span class='padrao'>O Congresso ser&aacute; realizado de 08 a 10 de agosto de 2012 e discutir&aacute; o tema &ldquo;&Aacute;gua, Alimento, Energia, no Presente e no Futuro&rdquo;. Paralelos ao Congresso, acontecer&atilde;o outros dois eventos: o semin&aacute;rio &ldquo;Turismo de Base Comunit&aacute;ria: contribui&ccedil;&atilde;o para a sustentabilidade de &aacute;reas &uacute;midas&rdquo;, no dia 09 de agosto, e o &ldquo;F&oacute;rum empresarial: A responsabilidade social e as a&ccedil;&otilde;es sustent&aacute;veis no Pantanal e &aacute;reas &uacute;midas&rdquo;, no dia 10 de agosto. O evento incluir&aacute; palestras, workshops e outras atividades. A previs&atilde;o &eacute; de reunir aproximadamente 800 participantes.</span></p>
<p><span class='padrao'>Conforme o professor da UFMT e fundador do Centro de Pesquisa do Pantanal, Paulo Teixeira, o evento marca a atua&ccedil;&atilde;o do Centro e a evolu&ccedil;&atilde;o no trabalho cient&iacute;fico em torno das &aacute;reas &uacute;midas em Mato Grosso. &ldquo;As realiza&ccedil;&otilde;es do CPP nos conferiram autoridade cient&iacute;fica para realizar o F&oacute;rum, que ser&aacute; o momento de comemora&ccedil;&atilde;o dos 10 anos do CPP&rdquo;, afirmou Paulo, acrescentando que o objetivo &eacute; chamar a aten&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico n&atilde;o cient&iacute;fico para os problemas de preserva&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas &uacute;midas no Mato Grosso, no Brasil e no mundo. &ldquo;Nosso grande desafio &eacute; levar conhecimento para fora da universidade&rdquo;, declarou o professor.</span></p>
<p><span class='padrao'>As &aacute;reas &uacute;midas est&atilde;o entre os ecossistemas mais amea&ccedil;ados do mundo. &ldquo;A sua conserva&ccedil;&atilde;o e sustentabilidade precisam de planejamento a longo prazo&rdquo;, explicou o professor, destacando que estas &aacute;reas s&atilde;o essenciais para o bem-estar e sobreviv&ecirc;ncia da humanidade. &ldquo;Elas s&atilde;o essenciais para o armazenamento e purifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua, reten&ccedil;&atilde;o de sedimentos, regula&ccedil;&atilde;o do clima local e regional, al&eacute;m da manuten&ccedil;&atilde;o da diversificada biodiversidade&rdquo;, destacou.</span></p>
<p><span class='padrao'>Para a t&eacute;cnica da Coordenadoria de Ecossistemas, Gabriela Priante, que representou a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) no evento, realizar o I Congresso Brasileiro de &Aacute;reas &Uacute;midas em Mato Grosso &eacute; de suma import&acirc;ncia para fortalecer as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas relacionadas &agrave;s &aacute;reas &uacute;midas no Estado. &ldquo;A Sema se coloca &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para contribuir com a realiza&ccedil;&atilde;o e sucesso do evento&rdquo;, declarou Gabriela.</span></p>
<p><span class='padrao'>Centro de Pesquisa do Pantanal</span></p>
<p><span class='padrao'>O Centro de Pesquisa do Pantanal foi fundado em 2002, a partir de uma proposta da Pr&oacute;-Reitoria de Pesquisa (Propeq), que reuniu pesquisadores da UFMT para discutir de que forma a Universidade poderia contribuir para a elabora&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para o uso sustent&aacute;vel do Pantanal.&nbsp;</span></p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2939</link>
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          <title>Baixa efic&aacute;cia em &aacute;reas protegidas</title>
          <description><p><strong>Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o no Amazonas, Par&aacute; e Rond&ocirc;nia s&atilde;o avaliadas e apresentam poucos recursos humanos e financeiros, e problemas de manejo</strong></p>
<p>Um levantamento realizado por WWF-Brasil, Instituto Chico Mendes de Conserva&ccedil;&atilde;o da Biodiversidade (ICMBio) e secretarias estaduais de Meio Ambiente do Amazonas, Par&aacute; e Rond&ocirc;nia aponta: as unidades de conserva&ccedil;&atilde;o localizadas nesses tr&ecirc;s Estados t&ecirc;m de m&eacute;dia a baixa efetividade. A raz&atilde;o se assenta em tr&ecirc;s pilares principais: poucos recursos humanos e financeiros, e problemas com a elabora&ccedil;&atilde;o de planos de manejo.</p>
<p>No total, o levantamento analisou 156 unidades de conserva&ccedil;&atilde;o estaduais, com uma &aacute;rea de 560 mil km&sup2; - equivalente ao tamanho do Estado de Minas Gerais (que tem cerca de 580 mil km&sup2;). O objetivo foi avaliar se elas est&atilde;o cumprindo o objetivo de conservar a natureza. Para isso, a pesquisa procurou averiguar se elas t&ecirc;m um planejamento efetivo, recursos suficientes, se est&atilde;o vulner&aacute;veis ou sofrem amea&ccedil;as.</p>
<p>Segundo o levantamento, a m&eacute;dia de efetividade de gest&atilde;o &eacute; de 36% no Par&aacute;, 41% no Amazonas e 35% em Rond&ocirc;nia. Dificuldades de contrata&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o de funcion&aacute;rios foram apontadas como os fatores que mais contribuem para a vulnerabilidade das &aacute;reas de conserva&ccedil;&atilde;o nestes Estados.</p>
<p>O Par&aacute; tem 380 mil km&sup2; de unidades de conserva&ccedil;&atilde;o federais e estaduais, o que corresponde a 30% do Estado. Para cuidar dessa &aacute;rea, existem apenas 248 funcion&aacute;rios. Em m&eacute;dia, cada um deles &eacute; respons&aacute;vel por 1530 mil km&sup2; &ndash; &aacute;rea que equivale &agrave; da cidade de S&atilde;o Paulo.</p>
<p>J&aacute; no Amazonas, s&atilde;o 300 mil km&sup2; de &aacute;reas federais e estaduais, que ocupam 19% do Estado. O n&uacute;mero de funcion&aacute;rios &eacute; de 335 (ou um para cada 906 km&sup2;). Em Rond&ocirc;nia, as unidades de conserva&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m 53 mil km&sup2;, equivalente a 22% do Estado. Proporcionalmente, o n&uacute;mero de funcion&aacute;rios &eacute; maior: 305, um para cada 174 km&sup2;.</p>
<p>Outros fatores respons&aacute;veis pela vulnerabilidade seriam baixa aplica&ccedil;&atilde;o das leis e f&aacute;cil acesso para o desenvolvimento de atividades ilegais.</p>
<p>No Par&aacute; e no Amazonas, as unidades de conserva&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m alta import&acirc;ncia biol&oacute;gica e socioecon&ocirc;mica, considera o levantamento. Ou seja, ajudam a conservar esp&eacute;cies cujas popula&ccedil;&otilde;es est&atilde;o se reduzindo, t&ecirc;m elevada biodiversidade, al&eacute;m do valor cient&iacute;fico e de benef&iacute;cios econ&ocirc;micos para comunidades locais. J&aacute; em Rond&ocirc;nia, elas t&ecirc;m import&acirc;ncia biol&oacute;gica m&eacute;dia e socioecon&ocirc;mica baixa.</p>
<p><strong>Levantamento</strong></p>
<p>A pesquisa usa o chamado &ldquo;m&eacute;todo Rappam&rdquo; (sigla em ingl&ecirc;s para Avalia&ccedil;&atilde;o R&aacute;pida e Prioriza&ccedil;&atilde;o da Gest&atilde;o de &Aacute;reas Protegidas) e segue determina&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o sobre a Diversidade Biol&oacute;gica, pela qual os pa&iacute;ses signat&aacute;rios devem avaliar a efetividade de gest&atilde;o das suas &aacute;reas protegidas.</p>
<p>Segundo Mauro Armelin, coordenador do Programa Amaz&ocirc;nia do WWF-Brasil, o trabalho de an&aacute;lise da gest&atilde;o das unidades de conserva&ccedil;&atilde;o &eacute; inovador e fundamental para subsidiar pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que ajudem a melhorar sua efetividade.</p>
<p>A WWF e o ICMBio tamb&eacute;m fizeram levantamentos nas &aacute;reas protegidas em Mato Grosso, S&atilde;o Paulo, Amap&aacute; e Acre, al&eacute;m de 292 unidades de conserva&ccedil;&atilde;o federais. No total, foram avaliadas 98% da &aacute;rea de unidades na Amaz&ocirc;nia e cerca de 80% no Brasil. Os resultados devem ser divulgados ao longo deste ano.</p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2938</link>
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          <title>Como evitar o desperd&iacute;cio no ver&atilde;o</title>
          <description><p><strong>No ver&atilde;o, o consumo de energia el&eacute;trica aumenta 28%. Aprenda a evitar desperd&iacute;cios para o seu bolso e tamb&eacute;m para o planeta!</strong></p>
<p>Voc&ecirc; j&aacute; parou para pensar em como seria a sua vida sem&nbsp;<strong>energia el&eacute;trica</strong>? O conforto que a energia nos traz &eacute; t&atilde;o grande que simplesmente n&atilde;o d&aacute; para imaginar ficar no escuro, n&atilde;o &eacute; mesmo? Entretanto, com o Brasil em pleno crescimento econ&ocirc;mico, a demanda por energia advinda da natureza s&oacute; crescer&aacute;. De acordo com os dados da edi&ccedil;&atilde;o 2011 do anu&aacute;rio World Energy Outlook, divulgado pela Ag&ecirc;ncia Internacional de Energia (AIE), de 2009 a 2035 esse acr&eacute;scimo est&aacute; calculado em 78%. Acontece que, para continuar progredindo, precisaremos produzir mais energia e isso significa explorar recursos naturais e arriscar ainda mais a sa&uacute;de do meio ambiente.</p>
<p>Pensando nisso, que tal cumprirmos o papel de cidad&atilde;os conscientes e&nbsp;<strong>evitar desperd&iacute;cios</strong>? S&atilde;o mudan&ccedil;as de h&aacute;bito que, al&eacute;m de ajudarem a preservar o planeta, reduzem muito o valor da conta de luz, fazendo voc&ecirc; economizar no final do m&ecirc;s. O melhor dos mundos, certo?</p>
<p>Verifique as porcentagens de quanto cada eletrodom&eacute;stico consome na conta mensal de energia e veja o que fazer para evitar desperd&iacute;cio:</p>
<p><strong>Chuveiro el&eacute;trico - 35%</strong></p>
<p>N&atilde;o deixe seu tempo de banho passar de seis minutos e feche a torneira ao se ensaboar. No calor, mude a chave para a posi&ccedil;&atilde;o 'ver&atilde;o' e economize 30%. Use somente resist&ecirc;ncias originais no chuveiro, jamais fa&ccedil;a emendas ou adapta&ccedil;&otilde;es - as gambiarras aumentam o consumo de energia e causam danos &agrave; instala&ccedil;&atilde;o e ao aparelho.</p>
<p><strong>Geladeira duas portas - 27%</strong></p>
<p>Escolha modelos com o selo Procel (garante economia de energia). Mantenha o equipamento longe da luz do sol e do calor do fog&atilde;o e a 15 cm da parede (para o ar circular). A borracha de veda&ccedil;&atilde;o da porta deve estar em bom estado. Abra a geladeira o m&iacute;nimo de vezes poss&iacute;vel. N&atilde;o deixe o gelo atingir 0,5 cm de espessura e fique atenta &agrave; idade da geladeira - as que t&ecirc;m mais de 10 anos despendem o dobro de energia.</p>
<p><strong>Ventiladores e afins - 8,5%</strong></p>
<p>O aparelho pequeno gasta metade da energia que um de teto. A quantidade de p&aacute;s n&atilde;o influencia no consumo de eletricidade, mas sim a velocidade - quanto mais r&aacute;pida, maior o gasto. Um ar-condicionado com pot&ecirc;ncia de 7500 BTUs, ligado por 8 horas, consome o mesmo que dez ventiladores. Na hora de us&aacute;-lo, mantenha a sa&iacute;da de ar desbloqueada, dimensione a pot&ecirc;ncia para o tamanho do ambiente e feche portas e janelas.</p>
<p><strong>Computador - 7%</strong></p>
<p>Em vez de coloc&aacute;-lo no modo sleep (ou hibernar), desligue-o. Evite deixar o notebook carregando enquanto dorme ou est&aacute; fora de casa - d&ecirc; a carga e retire-o da tomada. Para celulares e baterias de c&acirc;meras digitais, aplica-se a mesma regra.</p>
<p><strong>Micro-ondas - 6,5%</strong></p>
<p>Descongele os alimentos antes de coloc&aacute;-los no aparelho. Para acelerar o cozimento, adicione uma pequena quantidade de &aacute;gua. N&atilde;o deixe o micro-ondas em stand by - a dica tamb&eacute;m vale para rel&oacute;gios, aparelhos de DVD, de som e video-games. Desligue os equipamentos da tomada enquanto n&atilde;o estiverem em uso.</p>
<p><strong>TV - 4,8%</strong></p>
<p>Desligue o aparelho no bot&atilde;o power (liga/desliga), porque o modo stand by continua consumindo energia. Se voc&ecirc; tem o h&aacute;bito de dormir com a TV ligada, acione a fun&ccedil;&atilde;o desligamento autom&aacute;tico. Se poss&iacute;vel, substitua o seu aparelho antigo por uma televis&atilde;o de LCD, que &eacute; muito mais econ&ocirc;mica.</p>
<p><strong>Ferro de passar - 3,5%</strong></p>
<p>Acumule uma boa quantidade de roupas e passe de uma s&oacute; vez, pois o ferro consome muita energia no aquecimento inicial. Cuide primeiro das pe&ccedil;as delicadas. Depois, das que necessitam de temperatura alta. Ao desligar o ferro, passe itens leves, j&aacute; que ele esfria s&oacute; ap&oacute;s 10 minutos.</p>
<p><strong>M&aacute;quina de lavar - 1%</strong></p>
<p>No ver&atilde;o, por causa da transpira&ccedil;&atilde;o excessiva, trocamos mais de roupa. Ao ligar a m&aacute;quina, junte o m&aacute;ximo de pe&ccedil;as e evite a fun&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-lavagem. A &aacute;gua fria economiza 90% a mais que a quente.</p>
<p><strong>L&acirc;mpada de 60 W - 4,2%</strong></p>
<p>Troque a incandescente pela fluorescente compacta. Como ela economiza 70% de energia, em tr&ecirc;s meses voc&ecirc; recupera o investimento. Use uma &uacute;nica l&acirc;mpada de maior pot&ecirc;ncia do que v&aacute;rias menores. Paredes de cor clara ajudam a refletir a luz natural, e isso evita acender l&acirc;mpadas.</p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2937</link>
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          <title>Belo Monte: coleta de amostras das &aacute;guas do Xingu ser&aacute; acompanhada por ind&iacute;genas</title>
          <description><p class='documentdescription'><strong>Pol&ecirc;mica em torno&nbsp;</strong><strong>do</strong><strong>s resulta</strong><strong>do</strong><strong>s obti</strong><strong>do</strong><strong>s pela construtora da hidrel&eacute;trica, a Norte Energia, marcou reuni&atilde;o em Altamira</strong></p>
<p>Lideran&ccedil;as&nbsp;ind&iacute;genas&nbsp;v&atilde;o acompanhar o Instituto Brasileiro&nbsp;do&nbsp;Meio Ambiente e&nbsp;dos Recursos Naturais Renov&aacute;veis (Ibama) na&nbsp;coleta&nbsp;de&nbsp;amostras&nbsp;da &aacute;gua&nbsp;do&nbsp;rio&nbsp;Xingu, no Par&aacute;, que come&ccedil;ou a ser barrado&nbsp;para a constru&ccedil;&atilde;o da hidrel&eacute;trica&nbsp;de&nbsp;Belo&nbsp;Monte. A coleta&nbsp;&nbsp;ser&aacute;&nbsp;realizada nos dias 1, 2 e 3&nbsp;de&nbsp;fevereiro.</p>
<p>A&nbsp;decis&atilde;o&nbsp;de&nbsp;que lideran&ccedil;as&nbsp;dos &iacute;ndios v&atilde;o acompanhar os trabalhos foi tomada nesta quarta-feira, 25&nbsp;de&nbsp;janeiro, em reuni&atilde;o promovida pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF) em Altamira.</p>
<p>Durante o evento, que contou com a participa&ccedil;&atilde;o&nbsp;de&nbsp;200 representantes&nbsp;de&nbsp;povos ind&iacute;genas&nbsp;da regi&atilde;o, diversas lideran&ccedil;as&nbsp;das&nbsp;aldeias contestaram os resultados&nbsp;do levantamento feito pela Norte Energia (Nesa), a empresa construtora da hidrel&eacute;trica.&nbsp;</p>
<p>Segundo&nbsp;a Nesa, que diz ter&nbsp;coletado&nbsp;amostras&nbsp;no &uacute;ltimo dia 21, a qualidade&nbsp;da &aacute;gua n&atilde;o foi afetada.&nbsp;De&nbsp;acordo&nbsp;com os&nbsp;ind&iacute;genas, no entanto, a &aacute;gua est&aacute; extremamente barrenta, prejudicando&nbsp;o consumo e a pesca.</p>
<p>A vistoria&nbsp;determinada pelo MPF e programada para a pr&oacute;xima semana tamb&eacute;m ter&aacute; participa&ccedil;&atilde;o&nbsp;de&nbsp;representantes da Funda&ccedil;&atilde;o Nacional&nbsp;do&nbsp;&Iacute;ndio (Funai) e da Nesa. Independentemente&nbsp;dos resultados da&nbsp;coleta, a pedido&nbsp;dos&nbsp;ind&iacute;genas&nbsp;a empresa comprometeu-se a iniciar estudos em campo j&aacute; nesta quinta-feira, 26&nbsp;de&nbsp;janeiro, para identificar pontos para perfura&ccedil;&atilde;o&nbsp;de&nbsp;po&ccedil;os artesianos nas aldeias.&nbsp;</p>
<p>A perfura&ccedil;&atilde;o&nbsp;de&nbsp;po&ccedil;os seria uma forma&nbsp;de&nbsp;garantir o abastecimento&nbsp;de&nbsp;&aacute;gua pot&aacute;vel caso a qualidade&nbsp;da &aacute;gua venha a piorar, observaram as lideran&ccedil;as&nbsp;das&nbsp;aldeias, que criticaram duramente representantes da Funai, Nesa e da Casa Civil da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, todos presentes na reuni&atilde;o, pela n&atilde;o realiza&ccedil;&atilde;o&nbsp;dessas obras antes&nbsp;do&nbsp;in&iacute;cio do&nbsp;barramento&nbsp;do&nbsp;rio.</p>
<p>A falta&nbsp;de&nbsp;atendimento a iniciativas obrigat&oacute;rias (as chamadas&nbsp;condicionantes) &eacute; motivo de&nbsp;uma&nbsp;das&nbsp;14 a&ccedil;&otilde;es que o MPF move na Justi&ccedil;a contra ilegalidades na implementa&ccedil;&atilde;o da hidrel&eacute;trica, explicou o procurador da Rep&uacute;blica Cl&aacute;udio Terre&nbsp;do&nbsp;Amaral, complementando&nbsp;com a informa&ccedil;&atilde;o&nbsp;de&nbsp;que a institui&ccedil;&atilde;o solicitou ao Conselho Nacional de&nbsp;Justi&ccedil;a colocar como priorit&aacute;rio o julgamento&nbsp;de&nbsp;casos&nbsp;de&nbsp;empreendimentos como Belo&nbsp;Monte, que envolvem grandes impactos socioambientais.</p>
<p>&ldquo;Se for comprovado&nbsp;que a qualidade&nbsp;da &aacute;gua est&aacute; comprometida e nenhuma solu&ccedil;&atilde;o for tomada, o MPF n&atilde;o&nbsp;descarta entrar com mais uma a&ccedil;&atilde;o judicial&rdquo;, avisou Amaral.</p>
<p><strong>Plano B&aacute;sico Ambiental</strong>&nbsp;&ndash; A preocupa&ccedil;&atilde;o&nbsp;dos&nbsp;ind&iacute;genas&nbsp;com a qualidade&nbsp;da &aacute;gua era tanta que a discuss&atilde;o&nbsp;do&nbsp;assunto tomou quase tanto tempo quanto o tema que motivou a reuni&atilde;o, a apresenta&ccedil;&atilde;o, pela Funai,&nbsp;do&nbsp;Plano B&aacute;sico Ambiental (PBA) ind&iacute;gena,documento que&nbsp;detalha quais ser&atilde;o as iniciativas a serem implementadas&nbsp;para reduzir os impactos sociais, ambientais e culturais sofridos pelos &iacute;ndios com a constru&ccedil;&atilde;o&nbsp;de Belo&nbsp;Monte.</p>
<p>A Funai apresentou dados gerais sobre o plano e combinou com as lideran&ccedil;as que at&eacute; o final&nbsp;de&nbsp;mar&ccedil;o todas&nbsp;as aldeias ser&atilde;o visitadas&nbsp;para apresenta&ccedil;&atilde;o&nbsp;do&nbsp;PBA a todas&nbsp;as fam&iacute;lias. O MPF vai fazer uma an&aacute;lise&nbsp;do&nbsp;PBA para verificar se as medidas&nbsp;propostas s&atilde;o suficientes e para acompanhar a realiza&ccedil;&atilde;o&nbsp;das&nbsp;atividades, inclusive acompanhando&nbsp;a Funai nas visitas &agrave;s aldeias, se poss&iacute;vel.</p>
<p>A avalia&ccedil;&atilde;o&nbsp;do&nbsp;PBA vai ser feita pelo analista pericial em antropologia que j&aacute; atua no caso&nbsp;Belo&nbsp;Monte pelo MPF e por mais um antrop&oacute;logo da institui&ccedil;&atilde;o a ser indicado&nbsp;pela Procuradoria da Rep&uacute;blica em Altamira.</p>
<p>Al&eacute;m da falta&nbsp;de&nbsp;garantia da qualidade&nbsp;da &aacute;gua, outras duas condicionantes n&atilde;o atendidas&nbsp;antes da licen&ccedil;a&nbsp;de&nbsp;instala&ccedil;&atilde;o (redefini&ccedil;&atilde;o&nbsp;de&nbsp;limites da Terra Ind&iacute;gena Paqui&ccedil;amba e elei&ccedil;&atilde;o&nbsp;de&nbsp;&aacute;reas para a comunidade&nbsp;ind&iacute;gena Juruna&nbsp;do&nbsp;km 17) tamb&eacute;m foram discutidas. A Funai comprometeu-se a apresentar o resultado&nbsp;desses trabalhos dentro&nbsp;de&nbsp;35 dias. O presidente da autarquia, M&aacute;rcio Meira, colocou a institui&ccedil;&atilde;o &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;dos&nbsp;ind&iacute;genas&nbsp;que quiserem ir a Bras&iacute;lia acompanhar a finaliza&ccedil;&atilde;o&nbsp;dos estudos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class='documentDescription'><strong><br /></strong></p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2935</link>
      </item>
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          <title>Passeios noturnos pelo Pantanal mato-grossense surpreendem turistas</title>
          <description><div class='foto componente_materia midia-largura-300'><strong>P&aacute;ssaro urutau tenta se camuflar entre os galhos&nbsp;das &aacute;rvores (Foto: Fabiane Nascimento/Arquivo Pessoal)</strong></div>
<p>O Pantanal mato-grossense n&atilde;o reserva belezas e surpresas para os turistas apenas &agrave; luz do dia. H&aacute; muitas esp&eacute;cies de animais que possuem h&aacute;bitos noturnos e, pensando nisso, a maioria dos hot&eacute;is e pousadas da regi&atilde;o oferece passeios durante a noite. Conhecidos como 'focagem noturna', os passeios come&ccedil;am depois que o sol se p&otilde;e e podem ser feitos de barco, com um carro ou mesmo a p&eacute;.</p>
<p>Os instrutores usam um holofote para focar animais que passeiam pela escurid&atilde;o. Os bichos mais vistos durante esse passeio s&atilde;o antas, jacar&eacute;s, capivaras, corujas e, com sorte, o turista pode flagrar jaguatiricas e on&ccedil;as.</p>
<p>Andr&eacute; Thuronyi &eacute; dono de uma pousada que fica no quil&ocirc;metro 32 da Transpantaneira, rodovia que corta o Pantanal mato-grossense, e a apenas duas horas de viagem de carro de&nbsp;<a class='premium-tip' href='http://g1.globo.com/mt/mato-grosso/cidade/cuiaba.html'>Cuiab&aacute;</a>. Thuronyi afirma que os passeios noturnos reservam grandes descobertas para o turista. &ldquo;Um dos objetivos do passeio &eacute; sair em busca de animais de h&aacute;bitos noturnos e tamb&eacute;m sentir os cheiros, os sons e as cores da noite pantaneira. O turista entra em contato com um Pantanal diferente do que ele imagina&rdquo;, detalhou.</p>
<div class='foto componente_materia midia-largura-300'><img title='Ninho de Japu&iacute;ra chama aten&ccedil;&atilde;o pelo tamanho e pela forma (Foto: Fabiane Nascimento / Arquivo Pessoal)' src='http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/01/22/ninho_noturno_300x400_1.jpg' alt='Ninho de Japu&iacute;ra chama aten&ccedil;&atilde;o pelo tamanho e pela forma (Foto: Fabiane Nascimento / Arquivo Pessoal)' width='300' height='400' /><br /><strong>Ninho de Japu&iacute;ra chama aten&ccedil;&atilde;o pelo tamanho<br />(Foto: Fabiane Nascimento / Arquivo Pessoal)</strong></div>
<p>Com di&aacute;rias a partir de R$ 150, a maioria dos hot&eacute;is e pousadas da regi&atilde;o cobra os passeios &agrave; parte. A focagem noturna custa em m&eacute;dia R$ 30. Ainda de acordo com o empres&aacute;rio Andr&eacute; Thuronyi, uma das formas de passear pelo pantanal durante a noite &eacute; caminhando. &ldquo;O turista vai a p&eacute; para observar animais e insetos que de certa forma respondem &agrave; luz da focagem. Temos por exemplo umas larvas que s&atilde;o coloridas e uma centena de animais que quando s&atilde;o focados, os olhos deles brilham em meio &agrave; escurid&atilde;o&rdquo;, explicou.</p>
<p>A estudante Fabiane Nascimento conheceu o Pantanal com os colegas do curso de Engenharia Ambiental. A faculdade em que estuda promoveu uma excurs&atilde;o para que o grupo pudesse viajar at&eacute;&nbsp;<a class='premium-tip' href='http://g1.globo.com/mt/mato-grosso/cidade/barao-de-melgaco.html'>Bar&atilde;o de Melga&ccedil;o</a>, cidade distante apenas 123 km de Cuiab&aacute; e que &eacute; conhecida como a mais pantaneira de todas, j&aacute; que 98% de seu territ&oacute;rio fica em solo pantaneiro.</p>
<p>Segundo a estudante, um dos passeios mais emocionantes foi percorrer a maior &aacute;rea alag&aacute;vel do planeta durante a noite e &agrave; bordo de um barco e depois em um jipe. 'Foi surpreendente. No passeio de barco n&atilde;o vimos muita coisa porque quando avist&aacute;vamos algum bicho, ele se escondia na mata. J&aacute; por terra vimos muita coisa. Vimos muitos jacar&eacute;s porque de acordo com o nosso guia era &eacute;poca de cheia, ent&atilde;o eles apareciam em todos os lugares', explicou.</p>
<p>Fabiane contou ainda que, al&eacute;m dos jacar&eacute;s, p&ocirc;de ver v&aacute;rias aves, entre eles o urutau, p&aacute;ssaro que tenta se camuflar entre os galhos das &aacute;rvores e passa desapercebido durante o dia. 'O nosso passeio de barco durou uns 20 minutos e o de jipe tamb&eacute;m. Fomos na &eacute;poca da cheia e tinha muitos animais, muitas aves. Vale muito &agrave; pena ir conhecer o Pantanal porque a regi&atilde;o &eacute; linda e muito bem preservada', afirmou a estudante.</p>
<p>A conserva&ccedil;&atilde;o do Pantanal tamb&eacute;m &eacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o tanto dos moradores e empres&aacute;rios quanto dos turistas. Segundo o empres&aacute;rio Andr&eacute; Thuronyi, primeiro &eacute; necess&aacute;rio que o morador crie consci&ecirc;ncia ambiental para repassar isso para os turistas. 'As pessoas s&oacute; defendem e amam aquilo que elas conhecem. Por isso, apresentamos nosso territ&oacute;rio para os turistas de maneira que eles se surpreendam e com isso tentamos fazer com que eles passem a ser defensores desse Pantanal', descreveu.</p>
<p><strong>Esta&ccedil;&otilde;es</strong><br />O Pantanal atravessa todos os anos por tr&ecirc;s per&iacute;odos que transformam completamente a paisagem. A esta&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas inicia em dezembro e segue at&eacute; o m&ecirc;s de mar&ccedil;o, pois com as frequentes chuvas, tudo fica submerso e o Pantanal atravessa uma de suas &eacute;pocas mais exuberantes. &Eacute; neste per&iacute;odo que o local se transforma na maior plan&iacute;cie inundada do planeta. Entre os meses de abril e junho, as chuvas diminuem e o Pantanal vai deixando de ser coberto pela &aacute;gua. Este &eacute; o per&iacute;odo de vazante da &aacute;gua. J&aacute; entre julho e novembro come&ccedil;a o per&iacute;odo de seca. A vegeta&ccedil;&atilde;o pantaneira se transforma e apenas alguns rios e pequenas lagoas permanecem.</p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2934</link>
      </item>
      <item>
          <title>Jacar&eacute; de mais de 1 metro surpreende passageiros em rodovi&aacute;ria de MT</title>
          <description><p>Um jacar&eacute; de 1,20 metro invadiu o p&aacute;tio da rodovi&aacute;ria de Vila Rica, a 1.276 quil&ocirc;metros de Cuiab&aacute;, na manh&atilde; desta ter&ccedil;a-feira (31). Por volta das 10h30, o r&eacute;ptil surpreendeu passageiros que estavam no local e causou tumulto. A Pol&iacute;cia Militar foi at&eacute; a rodovi&aacute;ria e fez o isolamento da &aacute;rea.</p>
<p>Para capturar o animal, fiscais da Unidade Regional da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) de Vila Rica foram acionados. O agente de meio ambiente Jo&atilde;o Rios disse ao&nbsp;<strong>G1</strong>&nbsp;que esse &eacute; o terceiro caso recente de jacar&eacute;s que aparecem na &aacute;rea urbana.</p>
<p>Segundo ele, o principal motivo se deve a uma lagoa na sa&iacute;da para Santana do Araguaia. &ldquo;A cidade &eacute; muito pequena, ent&atilde;o &eacute; comum que eles se percam e parem por aqui. Mas muita gente fica assustado, tem pessoas que n&atilde;o conhecem. A captura deste jacar&eacute; foi r&aacute;pida, amarramos a boca dele, usamos equipamentos pr&oacute;prios. Soltamos ele no Rio Beleza, que fica a uns quatro quil&ocirc;metros de Vila Rica&rdquo;, informou.</p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2933</link>
      </item>
      <item>
          <title>Aneel mant&eacute;m tarifa que distribuidoras pagam a Itaipu</title>
          <description><p>Bras&iacute;lia &ndash; A Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) manteve em US$ 24,88 por quilowatt ao m&ecirc;s a tarifa que as distribuidoras de energia pagam &agrave; Usina Hidrel&eacute;trica de Itaipu. A manuten&ccedil;&atilde;o da tarifa foi decidida nesta ter&ccedil;a (31) em reuni&atilde;o p&uacute;blica da diretoria do &oacute;rg&atilde;o.</p>
<p>De acordo com a ag&ecirc;ncia, a tarifa continuar&aacute; em vigor at&eacute; que a Eletrobras informe&nbsp;a estimativa de custo unit&aacute;rio do servi&ccedil;o da usina binacional para 2012. Somente ent&atilde;o o valor ser&aacute; alterado e levar&aacute; em conta n&atilde;o apenas os custos de gera&ccedil;&atilde;o de energia para o resto do ano, como tamb&eacute;m a compensa&ccedil;&atilde;o pelo per&iacute;odo que a tarifa n&atilde;o sofreu reajustes.</p>
<p>Com 20 turbinas e 14 mil megawatts de pot&ecirc;ncia instalada, a usina de Itaipu, administrada&nbsp;em conjunto por Brasil e Paraguai, fornece 16,99% da energia consumida no Brasil e abastece 72,92% do consumo paraguaio. No ano passado, a usina produziu 92,24 milh&otilde;es de megawatts-hora de energia, que no Brasil &eacute; vendida pelo grupo Eletrobras a 30 distribuidoras das regi&otilde;es Sul, Sudeste e Centro-Oeste.</p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2932</link>
      </item>
      <item>
          <title>Energia solar: governo estuda inclus&atilde;o da fonte em leil&otilde;es</title>
          <description><p><strong>Da Ag&ecirc;ncia Ambiente Enegia</strong>&nbsp;-&nbsp; A Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica (EPE) encaminhar&aacute; ao Minist&eacute;rio de Minas e Energia (MME) estudo sobre a inclus&atilde;o da energia solar nos&nbsp;<a title='leil&otilde;es de energia' href='http://www.ambienteenergia.com.br/index.php/tag/leiloes-de-energia'>leil&otilde;es de energia</a>&nbsp;do pa&iacute;s. O presidente da EPE, Maur&iacute;cio Tolmasquim, explicou que a an&aacute;lise est&aacute; dividida em duas partes. A primeira avalia&ccedil;&atilde;o est&aacute; relacionada ao potencial de uso da energia solar nas resid&ecirc;ncias e como tornar essa energia atrativa para o consumo. A outra parte do estudo consiste em simular a participa&ccedil;&atilde;o da energia solar em leil&otilde;es e avaliar quais os tipos de incentivos, como redu&ccedil;&atilde;o de impostos, que podem ser adotados.</p>
<p>Tolmasquim disse que a energia fotovoltaica ainda &eacute; uma energia cara, mas ressaltou que o pre&ccedil;o caiu mais da metade nos &uacute;ltimos dez anos. &ldquo;Do ponto de vista energ&eacute;tico, ainda n&atilde;o teria muita raz&atilde;o porque ainda &eacute; cara, mas, do ponto de vista tecnol&oacute;gico, de voc&ecirc; poder internalizar, no Brasil, essa tecnologia que est&aacute; crescendo. Estamos fazendo o estudo para [a fonte solar] entrar, mas n&atilde;o onerar muito o consumidor. Se &eacute; uma fonte mais cara, &eacute; preciso que haja justificativa para isso. Tem que ser uma quantidade pequena para n&atilde;o impactar muito o pre&ccedil;o, mas que crie uma din&acirc;mica no setor&rdquo;, explicou Tolmasquim.</p>
<p>O presidente da EPE participou do Congresso EnerGen LatAM, que re&uacute;ne representantes do mercado de gera&ccedil;&atilde;o de energia da Am&eacute;rica Latina, no Rio de Janeiro, at&eacute; o dia 1&ordm; de fevereiro. Na ocasi&atilde;o, ele lembrou que a inclus&atilde;o da energia e&oacute;lica seguiu o mesmo caminho e hoje j&aacute; est&aacute; consolidada na&nbsp;<a title='matriz energ&eacute;tica' href='http://www.ambienteenergia.com.br/index.php/tag/matriz-energetica'>matriz energ&eacute;tica</a>&nbsp;brasileira. (<em>As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Brasil</em>)</p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2931</link>
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          <title>Prefeitura ir&aacute; intensificar trabalho de combate a dengue em Cuiab&aacute;</title>
          <description><p><span class='padrao'>A prefeitura de Cuiab&aacute; ir&aacute;, mais uma vez, intensificar o trabalho de combate a dengue no munic&iacute;pio. A cidade tem apresentado altos &iacute;ndices de infesta&ccedil;&atilde;o por larvas do mosquito Aedes aegypti, com grande risco de ocorrer uma epidemia da doen&ccedil;a. O grande problema est&aacute; nas caixas d&rsquo;&aacute;gua ao n&iacute;vel do solo, que ficam sem cobertura e limpeza adequada e nos bols&otilde;es de lixo, onde se localizam os maiores &iacute;ndices de infesta&ccedil;&atilde;o do mosquito.</span></p>
<p><span class='padrao'>Nesta segunda-feira (30.01), os secret&aacute;rios municipais de Governo, Silvio Fid&eacute;lis, Sa&uacute;de, Lamartine Godoy, de Infraestrutura, L&eacute;cio Monteiro, e de Meio Ambiente e Assuntos Fundi&aacute;rios, Eldo Gatass Orro, estiveram reunidos definindo as a&ccedil;&otilde;es a serem desenvolvidas no combate a doen&ccedil;a.</span></p>
<p><span class='padrao'>A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfe) ir&aacute; deslocar uma patrulha mecanizada especialmente para atuar na limpeza de terrenos baldios e locais que se transformam em bols&otilde;es de lixo. Cada patrulha mecanizada &eacute; composta por seis caminh&otilde;es, duas p&aacute;s-carregadeiras, uma motoniveladora e uma retroescavadeira.</span></p>
<p><span class='padrao'>A Seminfe tamb&eacute;m ir&aacute; definir, junto aos presidentes de bairros, os locais onde ser&aacute; permitido &agrave; popula&ccedil;&atilde;o deixar o lixo residencial, como sof&aacute;s, geladeiras e etc. Nestes locais, a Seminfe recolher&aacute; o lixo constantemente. O objetivo &eacute; evitar que se formem bols&otilde;es de lixo, onde o Aedes aegypti se prolifera rapidamente.</span></p>
<p><span class='padrao'>J&aacute; a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Assuntos Fundi&aacute;rios ir&aacute; intensificar as notifica&ccedil;&otilde;es e multa dos terrenos que n&atilde;o forem limpos. Primeiro, os propriet&aacute;rios ser&atilde;o notificados, com um prazo de 15 dias para realizar a limpeza. Se a limpeza adequada n&atilde;o for realizada, o propriet&aacute;rio do terreno ser&aacute; multado. As multas podem ser consideradas leves, graves ou grav&iacute;ssimas, com valores que v&atilde;o de R$ 300,00 a R$ 2 milh&otilde;es.</span></p>
<p><span class='padrao'>A Secretaria Municipal de Sa&uacute;de continua com um intenso trabalho de visita as resid&ecirc;ncias, com&eacute;rcios e locais p&uacute;blicos, com os agentes de combate a dengue fiscalizando, orientando e notificando os mun&iacute;cipes. A Secretaria tamb&eacute;m ir&aacute; promover o bloqueio qu&iacute;mico, com borrifa&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas de risco.</span></p>
<p><span class='padrao'>Novamente, o secret&aacute;rio de Sa&uacute;de de Cuiab&aacute;, Lamartine Godoy, faz um apelo &agrave; popula&ccedil;&atilde;o para que contribua no combate a dengue. &ldquo;Pedimos a colabora&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o. O poder p&uacute;blico tem que fazer a sua parte, mas a popula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m tem as suas obriga&ccedil;&otilde;es. Manter as caixas d&rsquo;&aacute;gua limpas e tampadas, jogar o lixo no local correto, n&atilde;o manter locais com &aacute;gua parada, ter cuidado com os pneus&rdquo;.</span></p>
<p><span class='padrao'>Lamartine destaca que 58% dos casos identificados est&atilde;o nas caixas d&rsquo;&aacute;gua que ficam ao n&iacute;vel do solo e 22% nos bols&otilde;es de lixo.</span></p>
<p><span class='padrao'>&Aacute;reas de risco</span></p>
<p><span class='padrao'>O bairro com maior incid&ecirc;ncia do mosquito &eacute; o Dom Aquino, por onde as a&ccedil;&otilde;es ser&atilde;o iniciadas na pr&oacute;xima semana.O Levantamento R&aacute;pido do &Iacute;ndice de Infesta&ccedil;&atilde;o do Aedes aegypti (LIRA) aponta que o bairro est&aacute; com &iacute;ndice acima de 4%, que &eacute; considerado de risco (a tabela considera 0,99% como satisfat&oacute;rio e 1,0 a 3,99 como de alerta).</span></p>
<p><span class='padrao'>Outras &aacute;reas de alto risco s&atilde;o: Pedra 90 I, Shangril&aacute;, S&atilde;o Gon&ccedil;alo Beira Rio, Ribeir&atilde;o do Lipa e grande CPA.</span></p>
<p><span class='padrao'>Casos</span></p>
<p><span class='padrao'>Na segunda semana do m&ecirc;s de janeiro, Cuiab&aacute; teve 60 casos notificados, sendo quatro confirmados.&nbsp;</span></p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2930</link>
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          <title>Fran&ccedil;a pretende promover uso da bicicleta como meio de transporte</title>
          <description><div id='img_glr'><a title='
	O alvo das autoridades &eacute; de que at&eacute; 2020, 12% da popula&ccedil;&atilde;o opte pelo uso da bicicleta como meio de transporte l Foto: Jean-Fran&ccedil;ois Gornet/Flikr 
' href='http://www.ciclovivo.com.br/media/fotos/fot_4211/4197120698_2766783a28_b.jpg' rel='fot_galeria'><img id='img_glr_pri' src='http://www.ciclovivo.com.br/media/fotos/fot_4211/4197120698_2766783a28_b.jpg' alt='' height='216' /><br /></a>O alvo das autoridades &eacute; de que at&eacute; 2020, 12% da popula&ccedil;&atilde;o opte pelo uso da bicicleta como meio de transporte l Foto:&nbsp;<a href='http://www.flickr.com/photos/jfgornet/4197120698/' target='_blank'>Jean-Fran&ccedil;ois Gornet/Flikr</a></div>
<div class='brk'>&nbsp;</div>
<p>O governo franc&ecirc;s deve anunciar nesta semana o Plano Nacional de Ciclismo. O intuito do projeto &eacute; incentivar o uso da bike nas atividades rotineiras. O alvo das autoridades &eacute; de que at&eacute; 2020, 12% da popula&ccedil;&atilde;o opte pelo uso da bicicleta como meio de transporte.</p>
<div id='conteudo' class='conteudo1'>
<p>Conforme dados governamentais, atualmente apenas 3% dos franceses s&atilde;o adeptos da bike, mesmo que as viagens di&aacute;rias sejam curtas, em m&eacute;dia de tr&ecirc;s quil&ocirc;metros.</p>
<p>Os benef&iacute;cios que essa mudan&ccedil;a poderia trazer s&atilde;o imensos e melhorariam a qualidade de vida das pessoas e ainda geraria economia financeira de 5,6 bilh&otilde;es de euros, somente com a redu&ccedil;&atilde;o de custos na &aacute;rea da sa&uacute;de. Al&eacute;m disso, conforme informado por um porta-voz, &ldquo;se todos os europeus pedalarem 2,6 quil&ocirc;metros por dia, as emiss&otilde;es de CO2 relacionadas ao transporte seriam reduzidas em 15%&rdquo;.</p>
<p>Para alcan&ccedil;ar esse objetivo o ministro franc&ecirc;s dos Transportes, Thierry Mariani, prop&ocirc;s novas zonas de estacionamentos seguros para bicicletas e tamb&eacute;m anunciou seu apoio aos regimes de incentivos aos funcion&aacute;rios que optarem pela bike para percorrer o trajeto at&eacute; o trabalho diariamente.</p>
<p>Mariani solicitou que o governo invista no ciclismo da mesma forma que foi investido no automobilismo, com a introdu&ccedil;&atilde;o de benef&iacute;cios fiscais para a compra de bikes el&eacute;tricas. Para ele, esta medida pode ser implantada rapidamente.</p>
<p>Em uma pesquisa realizada pela r&aacute;dio Europe 1, com sete mil entrevistados, 41% dos participantes se mostraram dispostos a trocar os carros pelas bikes, desde que houvesse incentivos governamentais.</p>
<p>Algumas cidades francesas j&aacute; t&ecirc;m promovido o uso das &ldquo;magrelas&rdquo;. Isso ocorre em Paris e em Nice, por exemplo, com os sistemas de loca&ccedil;&atilde;o de bicicletas V&eacute;libe e V&eacute;lo Bleu.&nbsp;<em>Com informa&ccedil;&otilde;es do&nbsp;<a href='http://www.thelocal.fr/2393/20120126/' target='_blank'>The Local</a>&nbsp;e&nbsp;<a href='http://connexionfrance.com/national-cycling-bike-scheme-France-thierry-mariani-transport-minister-13409-view-article.html' target='_blank'>Connexion France</a>.</em></p>
</div></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2929</link>
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          <title>WWF elogia novo relat&oacute;rio da ONU sobre sustentabilidade</title>
          <description><p>O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) elogiou nesta segunda-feira o relat&oacute;rio da ONU sobre sustentabilidade, o qual exige um novo desenho da economia mundial, mas solicitou que tais recomenda&ccedil;&otilde;es sejam transformadas em compromissos obrigat&oacute;rios para que possam firmar uma efetiva mudan&ccedil;a. 'O relat&oacute;rio &eacute; muito forte e nos surpreendeu. Faz uma chamada para as grandes reformas econ&ocirc;micas que achamos totalmente necess&aacute;rias e, por isso, pedimos que estas sejam transformadas em compromissos obrigat&oacute;rios', afirmaram &agrave;&nbsp;<em>Ag&ecirc;ncia Efe</em>&nbsp;fontes do WWF.</p>
<p>O secret&aacute;rio-geral das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, Ban Ki-Moon, apresentou nesta segunda-feira em Adis-Abeba, na Eti&oacute;pia, o relat&oacute;rio 'Gente resistente, planeta resistente: vale &agrave; pena escolher este futuro'. O texto, criado pela ONU, sugere um novo desenho da economia mundial e apresenta um maior comprometimento com o equil&iacute;brio sustent&aacute;vel da Terra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o relat&oacute;rio, antes de 2030, o mundo deveria dobrar sua produtividade, por&eacute;m, reduzindo o consumo de recursos naturais. Para isso, os governos deveriam implementar pol&iacute;ticas fiscais de est&iacute;mulo das energias renov&aacute;veis e suprimir os subs&iacute;dios &agrave;s energias f&oacute;sseis, entre outras medidas.</p>
<p>'A WWF se felicita com o relat&oacute;rio pelo incentivo do consumo respons&aacute;vel, por tramitar recursos de forma sustent&aacute;vel e, principalmente, porque convoca os l&iacute;deres pol&iacute;ticos a criar as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para permitir uma 'Revolu&ccedil;&atilde;o Verde no s&eacute;culo 21'', declarou a organiza&ccedil;&atilde;o. '&Eacute; a primeira vez que l&iacute;deres pol&iacute;ticos s&atilde;o convocados para essa revolu&ccedil;&atilde;o. Tudo est&aacute; muito bem, mas essas afirmativas devem ser concretizadas', acrescentaram as fontes.</p>
<p>O relat&oacute;rio foi redigido por 22 especialistas, que formaram um painel internacional presidido pela presidente da Finl&acirc;ndia, Tarja Halonen, e o presidente da &Aacute;frica do Sul, Jacob Zuma, e pretende ser uma das principais ferramentas de trabalho na C&uacute;pula da Terra Rio+20, que ser&aacute; realizada no Rio de Janeiro, de 20 a 22 de junho. Segundo a WWF, o texto &eacute; um 'digno sucessor' do relat&oacute;rio 'Nosso futuro comum', que serviu de base para a primeira C&uacute;pula da Terra Rio 1992, e '&eacute; considerado por muitos como o in&iacute;cio do movimento mundial em prol do meio ambiente'.</p>
<p>Entre outros an&uacute;ncios alarmantes, o relat&oacute;rio afirma que, apesar de j&aacute; estarmos excedendo a capacidade da Terra, vamos precisar de 50% a mais de comida, 45% de energia e 30 % de &aacute;gua j&aacute; no ano de 2030. O WWF considera que a c&uacute;pula de Rio deve firmar um acordo que realmente questione as bases do sistema atual e tome as medidas necess&aacute;rias para reverter uma situa&ccedil;&atilde;o que muitos chamam de insustent&aacute;veis. Por outro lado, a WWF lamenta que o relat&oacute;rio n&atilde;o fa&ccedil;a insist&ecirc;ncia suficiente para evidenciar as consequ&ecirc;ncias sociais que nosso atual sistema atual de consumo possui.</p>
<p>'Para que haja uma mudan&ccedil;a real, devemos levar em conta os aspectos sociais, como a erradica&ccedil;&atilde;o da pobreza, a igualdade de g&ecirc;nero, a distribui&ccedil;&atilde;o dos recursos, o avan&ccedil;o da educa&ccedil;&atilde;o e a cria&ccedil;&atilde;o de emprego. As recomenda&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m que unir o bem-estar social com a sa&uacute;de meio ambiental', conclu&iacute;ram.</p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2928</link>
      </item>
      <item>
          <title>Painel da ONU sobre Sustentabilidade Global afirma que futuro precisa ser baseado em custos reais</title>
          <description><p><img class='alignleft' title='Painel sobre Sustentabilidade Global da ONU lan&ccedil;a relat&oacute;rio' src='http://www.un.org/gsp/sites/default/files/report_cover.jpg' alt='Painel sobre Sustentabilidade Global da ONU lan&ccedil;a relat&oacute;rio' width='207' height='161' /><em>Adis Abeba</em>&nbsp;&ndash; Agora mais do que nunca, os l&iacute;deres precisam se concentrar no que mais importa &ndash; a resili&ecirc;ncia de longo prazo das pessoas e do planeta. &Eacute; o que afirma o o Painel de Alto N&iacute;vel sobre Sustentabilidade Global, que apresentou hoje (30/1) seu relat&oacute;rio ao Secret&aacute;rio-Geral da ONU, Ban Ki-moon, em Adis Abeba (Eti&oacute;pia).</p>
<p>O Painel &eacute; composto por 22 membros e foi criado pelo Secret&aacute;rio-Geral em agosto de 2010 para formular um novo projeto de desenvolvimento sustent&aacute;vel e de baixo carbono. A Ministra do Meio Ambiente do Governo do Brasil, Izabella Teixeira, integra o Painel.</p>
<p>Copresidido pelo presidente finland&ecirc;s Tarja Halonen e pelo presidente sul-africano Jacob Zuma, o Painel lan&ccedil;ou seu relat&oacute;rio final &ndash; &ldquo;Pessoas Resilientes, Planeta Resiliente: Um Futuro que Vale Escolher&rdquo; &ndash; com 56 recomenda&ccedil;&otilde;es para colocar em pr&aacute;tica o desenvolvimento sustent&aacute;vel e integr&aacute;-lo &agrave;s pol&iacute;ticas econ&ocirc;micas o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel.</p>
<p>Ban Ki-moon, ao receber o relat&oacute;rio do Painel, afirmou que o desenvolvimento sustent&aacute;vel &eacute; uma prioridade para seu segundo mandato. &ldquo;Precisamos tra&ccedil;ar um novo rumo, mais sustent&aacute;vel para o futuro, que fortalece a igualdade e o crescimento econ&ocirc;mico ao mesmo tempo em que protege o nosso planeta&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;<a href='http://www.un.org/gsp/report' target='_blank'>Pessoas Resilientes, Planeta Resiliente</a>&rdquo; pede pela integra&ccedil;&atilde;o dos custos sociais e ambientais do mesmo modo como s&atilde;o os pre&ccedil;os mundiais e as medidas de atividades econ&ocirc;micas. Exige tamb&eacute;m um conjunto de indicadores de desenvolvimento sustent&aacute;vel que v&atilde;o al&eacute;m da abordagem tradicional do Produto Interno Bruto (PIB) e recomenda que os governos desenvolvam e apliquem um conjunto de objetivos de desenvolvimento sustent&aacute;vel que possam mobilizar a a&ccedil;&atilde;o global e ajudar a monitorar o progresso.</p>
<p>O relat&oacute;rio do Painel de Alto N&iacute;vel &eacute; uma contribui&ccedil;&atilde;o significativa para o trabalho da ONU no campo do desenvolvimento sustent&aacute;vel e proporciona uma contribui&ccedil;&atilde;o oportuna para a prepara&ccedil;&atilde;o da Confer&ecirc;ncia das Na&ccedil;&otilde;es Unidas sobre Desenvolvimento Sustent&aacute;vel (<a href='http://www.rio20.info/' target='_blank'>Rio+20</a>) no Brasil em junho de 2012.</p>
<p>Os 22 membros do Painel de Alto N&iacute;vel sobre Sustentabilidade Global incluiu chefes e ex-chefes de Estado, ministros e representantes do setor privado e da sociedade civil.</p>
<p><strong>O relat&oacute;rio est&aacute; dispon&iacute;vel em&nbsp;<a href='http://www.un.org/gsp' target='_blank'>www.un.org/gsp</a></strong></p>
<p><strong>Para mais informa&ccedil;&otilde;es</strong>, entre em contato com Dan Shepard, do Departamento de Informa&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica da ONU, tel. +1 646 675-3286, e-mail shepard@un.org ou Julie Larsen, do Secretariado do Painel de Alto N&iacute;vel sobre Sustentabilidade Global, tel +1 212.963.6894 e-mail: larsenj@un.org.</p>
<p><em><br /></em></p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2927</link>
      </item>
      <item>
          <title>Duas no&ccedil;&otilde;es de sustentabilidade</title>
          <description><p>&ldquo;Colocar em pr&aacute;tica a sustentabilidade &eacute; uma quest&atilde;o de vida ou morte diante de um cen&aacute;rio que coloca em risco toda a civiliza&ccedil;&atilde;o. Penso que o grande legado desta crise ser&aacute; a discuss&atilde;o de ideias de que planeta n&oacute;s queremos&rdquo;, falou o te&oacute;logo Leonardo Boff na confer&ecirc;ncia<em>Rumo &agrave; Rio+20 dos povos</em>&nbsp;que debateu os desafios das grandes quest&otilde;es urbanas na&nbsp;<em>Mesa Cidades Sustent&aacute;veis</em>&nbsp;na tarde desta quarta-feira (25) no FST 2012.</p>
<p><a href='http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/AND1234.jpg'><img class='size-medium wp-image-99538' title='Leonardo Boff' src='http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/AND1234-300x201.jpg' alt='' width='300' height='201' /><br /></a>Leonardo Boff falou sobre sustentabilidade no F&oacute;rum S&oacute;cial Tem&aacute;tico em Porto Alegre| Foto: Andr&eacute; Carvalho/Sul21</p>
<p>Boff defendeu que a no&ccedil;&atilde;o de sustentabilidade deve ser compreendida como um substantivo e n&atilde;o como um adjetivo. &ldquo;A sustentabilidade &eacute; comumente entendida apenas como um adjetivo, colocada como etiqueta em um produto. Isso n&atilde;o &eacute; sustentabilidade. A verdadeira sustentabilidade &eacute; um substantivo. Ela implica em um novo olhar, um novo paradigma. A falsa sustentabilidade n&atilde;o v&ecirc; a devasta&ccedil;&atilde;o da natureza e a contradi&ccedil;&atilde;o com a injusti&ccedil;a social, al&eacute;m de legitimar o modelo que est&aacute; a&iacute; para n&atilde;o alterar nada&rdquo;, definiu Boff.</p>
<p>A Mesa foi coordenada por Oded Grajew e tamb&eacute;m contou com a participa&ccedil;&atilde;o de Frei Beto, Marina Silva, Ladislaw Dowbor e Jorge Abrah&atilde;o. O Programa Cidades Sustent&aacute;veis oferece aos candidatos &agrave;s elei&ccedil;&otilde;es municipais uma agenda completa de sustentabilidade urbana associada a indicadores e casos exemplares, como refer&ecirc;ncias a serem seguidas pelos gestores p&uacute;blicos.</p>
<div id='attachment_99522' class='wp-caption alignleft'><a href='http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/AND10711.jpg'><img class='size-medium wp-image-99522' title='Abrah&atilde;o' src='http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/AND10711-300x300.jpg' alt='' width='300' height='300' /><br /></a>Abrah&atilde;o apresentou o documento Cidades Sustent&aacute;veis que re&uacute;ne proposi&ccedil;&otilde;es para repensar as grandes cidades | Foto: Andr&eacute; Carvalho/Sul21</div>
<p>O programa foi apresentado pelo presidente do Instituto Ethos, Jorge Abrah&atilde;o. Segundo ele, s&atilde;o 19 p&aacute;ginas que resumem os pontos principais para se repensar a estruturas das cidades do futuro. Ele apontou como uma das principais dificuldades a inclus&atilde;o da discuss&atilde;o da pobreza mundial quando se aborda quest&otilde;es ambientais. &ldquo;Se n&atilde;o diminuir a desigualdade nas suas v&aacute;rias matizes n&atilde;o tem como enfrentar o problema ambiental que a gente vive. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o temos como resolver a pobreza antes e depois pensarmos no meio ambiente. Vivemos um momento em que temos que ser tudo junto e ao mesmo tempo&rdquo;, argumentou Abrah&atilde;o.</p>
<p>O escritor Frei Betto comparou as implica&ccedil;&otilde;es da Confer&ecirc;ncia Eco 92, que estabeleceu diversas diretrizes ambientais, ao evento Rio+20 que ser&aacute; realizado no Rio de janeiro de 20 a 22 de junho. &ldquo;Ainda que n&atilde;o seja uma confer&ecirc;ncia de Estado como foi a Eco 92 que congregou um n&uacute;mero vasto de chefes de estado ao lado das figuras mais importantes do movimento ambiental, eu espero que na Rio+20 haja uma grande participa&ccedil;&atilde;o da sociedade civil, movimentos ambientais e que a gente consiga transformar o Rio de Janeiro numa grande caixa de resson&acirc;ncia&rdquo;, comentou Betto.</p>
<p>O economista e professor Ladislaw Dowbor destacou que movimentos sustent&aacute;veis n&atilde;o podem ser consolidados sem organizar outras formas de sociedade e criticou a irracionalidade da mobilidade urbana em S&atilde;o Paulo para demonstrar que este modelo deve ser repensado. &ldquo;S&atilde;o Paulo tem tantos carros que a estimativa de velocidade &eacute; de 14km/h. Isto n&atilde;o faz sentido, paralisar com o excesso de meios de transportes. Temos que pensar a cidade como um todo, organizar o processo decis&oacute;rio do uso de recursos. Lutar por uma cidade que a gente viva de uma forma mais decente&rdquo;, avaliou o pesquisador.</p>
<div id='attachment_99518' class='wp-caption alignright'><a href='http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/AND1045.jpg'><img class='size-medium wp-image-99518' title='Oded Grajew' src='http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/AND1045-300x201.jpg' alt='' width='300' height='201' /><br /></a>'A Rio+20 quer apontar diretrizes, n&atilde;o quer dizer que solu&ccedil;&otilde;es v&atilde;o surgir de uma maneira m&aacute;gica', disse Grajew | Foto: Andr&eacute; Carvalho/Sul21</div>
<p>Oded Grajew, que mediou o debate e faz parte do Conselho Deliberativo do Instituto Ethos, pontuou que este &eacute; momento chave de mudan&ccedil;a no modelo de desenvolvimento e que a crise se desenvolve em diferentes dimens&otilde;es: &eacute;tica, ambiental e financeira. &ldquo;Podemos encarar isso como uma grande oportunidade. A Rio+20 quer apontar diretrizes, n&atilde;o quer dizer que solu&ccedil;&otilde;es v&atilde;o surgir de uma maneira m&aacute;gica. N&atilde;o se pode esquecer que as causas desse momento s&atilde;o in&uacute;meras&rdquo;, acrescentou Grajew.</p>
<p>Ele tamb&eacute;m falou como vai funcionar a sistem&aacute;tica dos pol&iacute;ticos que aderirem ao Documento Cidades Sustent&aacute;veis. &ldquo;Cada item da agenda &eacute; associado a um indicador para estabelecer metas, por exemplo, economia de &aacute;gua. Para monitorar a a&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticos, faremos um esquema de presta&ccedil;&atilde;o de contas para o caso de candidatos que possam assinar o documento e n&atilde;o cumprir&rdquo;, explicou. Segundo ele, diferentes partidos e candidatos nas elei&ccedil;&otilde;es municipais j&aacute; se comprometeram com a agenda de sustentabilidade urbana.</p>
<div id='attachment_99536' class='wp-caption alignleft'><a href='http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/AND1178.jpg'><img class='size-medium wp-image-99536' title='Marina Silva' src='http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/AND1178-300x260.jpg' alt='' width='300' height='260' /><br /></a>'Os lucros foram apropriados por poucos e os preju&iacute;zos divididos por muitos&rdquo;, disse Marina Silva | Foto: Andr&eacute; Carvalho/Sul21</div>
<p>A ex-senadora Marina Silva come&ccedil;ou sua interven&ccedil;&atilde;o citando estat&iacute;sticas. Segundo os n&uacute;meros apresentados por Marina, 85% da popula&ccedil;&atilde;o vive em cidades s&oacute; no Brasil (50% no mundo), 2/3 da demanda de energia s&atilde;o das pessoas que vivem nas cidades e esses moradores s&atilde;o respons&aacute;veis pela produ&ccedil;&atilde;o de 75% dos res&iacute;duos do pa&iacute;s. &ldquo;Geralmente a gente v&ecirc; as cidades como um amontoado de pessoas e de problemas. Mas tamb&eacute;m as cidades podem ser vistas como um espa&ccedil;o possibilitador de in&uacute;meras solu&ccedil;&otilde;es e de resolu&ccedil;&atilde;o desses mesmos problemas. Se temos uma grande quantidade de pessoas que est&atilde;o num &uacute;nico espa&ccedil;o, talvez seja mais f&aacute;cil levar qualidade de vida para elas&rdquo;, afirmou Marina.</p>
<p>Para Marina, a Rio+20 vai ocorrer no contexto de um crise que n&atilde;o &eacute; somente econ&ocirc;mica, mas que se caracteriza por muitas crises, principalmente uma &ldquo;crise de valores&rdquo;. &ldquo;Essa crise de valores tem estressado todas as demais crises. &Eacute; o que acontece com o sistema financeiro, que n&atilde;o v&ecirc; diferen&ccedil;a em mentir que um pa&iacute;s &eacute;&nbsp;<em>triple A</em>&nbsp;para continuar lucrando. Os lucros foram apropriados por poucos e os preju&iacute;zos divididos por muitos&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;O mundo inteiro grita que algo tem que ser feito. Se n&atilde;o fizermos nada, estaremos comprometendo o futuro da vida no planeta. Quando as pessoas se juntam elas sinalizam que outro mundo &eacute; poss&iacute;vel. Outras cidades poss&iacute;veis tamb&eacute;m est&atilde;o sendo sinalizadas. Cidades sustent&aacute;veis n&atilde;o v&atilde;o cair do c&eacute;u, n&atilde;o vai ser pelo n&uacute;mero de queixas, vai ser pela qualidade do nosso compromisso&rdquo;, finalizou Marina Silva.</p>
<p>Ela vai cumprir outras agenda durante o F&oacute;rum Social Tem&aacute;tico. Nesta quarta-feira (25) ela participa do lan&ccedil;amento do coletivo ga&uacute;cho do Movimento por uma Nova Pol&iacute;tica, do qual a ex-ministra faz parte. Marina tamb&eacute;m vai debater&nbsp;<em>Pol&iacute;tica 2.0: Uma nova forma de fazer pol&iacute;tica?</em>com o fil&oacute;sofo Jos&eacute; Moroni, o jornalista Marcos Rolim e com o conselheiro do Instituto Ethos, Oded Grajew. Este evento ocorre no audit&oacute;rio da Faculdade de Direito, &agrave;s 14h.</p>
<p>A ambientalista tamb&eacute;m debate com a vereadora do PSOL, Helo&iacute;sa Helena e novamente com Oded Grajew a sustentabilidade na mesa&nbsp;<em>Desadapta&ccedil;&atilde;o Criativa e Descontinuidade Produtiva</em>, na sexta-feira (27), das 9h as 12h, no Audit&oacute;rio 300 da Escola de Engenharia.</p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2926</link>
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          <title>Pesquisa da flora em base petrol&iacute;fera</title>
          <description><p>Cada vez mais cresce o n&uacute;mero de empreendimentos nas &aacute;reas de explora&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo e g&aacute;s natural, entretanto esse crescimento tamb&eacute;m causa uma fragmenta&ccedil;&atilde;o da floresta. Por isso, conhecer o ambiente sob influ&ecirc;ncia das atividades petrol&iacute;feras &eacute; uma alternativa para tentar minimizar os efeitos negativos ao meio ambiente.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Projetos que desenvolvem economicamente a regi&atilde;o amaz&ocirc;nica tem provocado o surgimento de &aacute;reas abertas, as chamadas clareiras. Essas a&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m propiciado a aparecimento de plantas colonizadoras, ou seja, plantas que evolu&iacute;ram para ocupar ambientes que por algum motivo, a vegeta&ccedil;&atilde;o original foi alterada.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Desde 2003, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz&ocirc;nia (Inpa/MCTI), que fazem parte da Rede CTPetro Amaz&ocirc;nia, atuam nas clareiras abertas na base petrol&iacute;fera de Urucu, no munic&iacute;pio de Coari (Am).&nbsp;&nbsp;</p>
<p>O objetivo da pesquisa realizada pela bolsista Carla Luciane Bentes Nogueira, orientada pela pesquisadora Ieda Le&atilde;o do Amaral, no projeto de inicia&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, foi identificar quais s&atilde;o as primeiras plantas que aparecem nas &aacute;reas degradadas.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Nogueira explica que em Urucu existem &aacute;reas de jazidas e de po&ccedil;os que eles desmatam, retiram a vegeta&ccedil;&atilde;o para utiliza&ccedil;&atilde;o e depois recuperam. Dentre as esp&eacute;cies levantadas destaca-se as do g&ecirc;nero Vismia, da fam&iacute;lia Hypericacea, conhecidas popularmente como &ldquo;lacres&rdquo;, que em Urucu apresentam mais de 10 esp&eacute;cies diferentes e a Bellucia (Melastomataceae), conhecidas como goiaba-de-anta.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Para Nogueira a import&acirc;ncia dessa primeira vegeta&ccedil;&atilde;o &eacute; que ela cobre o solo e d&aacute; sombra para quando vier a semente da mata virgem ou for plantada ali alguma outra esp&eacute;cie. Segundo a bolsista, outra caracter&iacute;stica dessas plantas colonizadoras &eacute; que elas n&atilde;o precisam de muitos nutrientes e por isso tem maior facilidade em se desenvolver.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>&ldquo;O conhecimento gerado com este trabalho mostra que essas plantas ajudam na recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas abertas, apresentando potencialidades para o direcionamento de a&ccedil;&otilde;es futuras de recupera&ccedil;&atilde;o&rdquo;, afirma.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>O trabalho tamb&eacute;m pretende oferecer subs&iacute;dios para a Petrobras e as empresas prestadoras de servi&ccedil;os para que elas tenham conhecimento das esp&eacute;cies que melhor se ad&eacute;quam a essas &aacute;reas degradadas.&nbsp;&nbsp;</p>
<p><strong>Fase atual&nbsp;</strong>&nbsp;</p>
<p>Em 2011 teve in&iacute;cio uma nova fase importante do projeto que &eacute; a quarta avalia&ccedil;&atilde;o de monitoramento dessas clareiras, sendo que a primeira foi realizada em 2003, em 2005 a segunda e 2008 a terceira.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Nogueira diz que os pesquisadores retornaram as clareiras e perceberam que a maioria das &aacute;reas monitoradas est&aacute; dando sinais de recupera&ccedil;&atilde;o e que j&aacute; se podem inclusive ser encontradas esp&eacute;cies da mata virgem como, por exemplo, o mata-mat&aacute;, o que indica a recupera&ccedil;&atilde;o desses ambientes.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Como conclus&atilde;o da pesquisa foi elaborado um guia de campo pelas pesquisadoras Carla Nogueira, Ieda Le&atilde;o do Amaral, Francisca Dion&iacute;sia de Almeida Matos e Maria de Lourdes da Costa Soares, que est&aacute; em fase de conclus&atilde;o para ser lan&ccedil;ado.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>O livro ter&aacute; como titulo &ldquo;Guia de Plantas Colonizadoras das &aacute;reas desflorestadas para explora&ccedil;&atilde;o de Petr&oacute;leo e G&aacute;s Natural no Rio Urucu &ndash;Amazonas&rdquo; e contar&aacute; com informa&ccedil;&otilde;es sobre as plantas como nome cient&iacute;fico e popular, descri&ccedil;&atilde;o morfol&oacute;gica, distribui&ccedil;&atilde;o, usos, al&eacute;m de fotos que servir&atilde;o de orienta&ccedil;&atilde;o para reconhecimento e identifica&ccedil;&atilde;o dessas esp&eacute;cies por outros pesquisadores.&nbsp;</p></description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=2925</link>
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