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    <title>Preserve MT</title>
    <link>http://www.preservemt.com.br</link>
    <description>Mato Grosso contra as queimadas.</description>
    <language>pt-br</language>
      <item>
          <title>Bicicletas feitas de bambus: neg&oacute;cio sustent&aacute;vel para comunidades carentes</title>
          <description>O designer Craig Calfee, que j&aacute; construiu bicicletas para grandes ciclistas profissionais teve a brilhante ideia de desenvolver o projeto Bamboosero, que ensina homens e mulheres pobres a construir bikes a partir de bambus  uma mat&eacute;ria-prima abundante na maioria dos pa&iacute;ses em desenvolvimento, forte, flex&iacute;vel e duradoura.

Ele usa a mesma l&oacute;gica da met&aacute;fora sobre dar o peixe ou ensinar a pescar: D&ecirc; a um homem um peixe, e ele ter&aacute; o que comer por um dia. Ensine-o a pescar e ele vai poder alimentar a fam&iacute;lia por uma vida inteira. E vai al&eacute;m: Ensine-o as artes da pesca e ele poder&aacute; criar empregos para sua comunidade. Compre seus produtos e ele expande seu neg&oacute;cio e prospera.

Se substituirmos peixe por bicicleta ser&aacute; f&aacute;cil entender o prop&oacute;sito de Calfee. Ele faz a ponte entre os produtores de bikes em pa&iacute;ses pobres com compradores de v&aacute;rias partes do mundo. Al&eacute;m de empoderar pessoas carentes, a produ&ccedil;&atilde;o de bicicletas torna mais f&aacute;cil o acesso da popula&ccedil;&atilde;o local &agrave;s escolas e aos locais de trabalho e lazer.

O projeto j&aacute; existe em Gana, Z&acirc;mbia, Filipinas, Uganda e Nova Zel&acirc;ndia.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1141</link>
      </item>
      <item>
          <title>Instituto sobre &Aacute;reas &Uacute;midas &eacute; inaugurado em Mato Grosso</title>
          <description>Foi lan&ccedil;ado na ter&ccedil;a-feira (27) em Cuiab&aacute; o Instituto Nacional de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia em &Aacute;reas &Uacute;midas  INCT &Aacute;reas &Uacute;midas ou simplesmente INAU. &Eacute; o &uacute;nico INCT do pa&iacute;s dedicado exclusivamente ao estudo destes ecossistemas - que tem como principal caracter&iacute;stica o fato de passarem parte do tempo secos e parte do tempo alagados.

Neste momento, as grandes &aacute;reas &uacute;midas ser&atilde;o o foco do INAU e primeiro trabalho, a classifica&ccedil;&atilde;o dos habitats do Pantanal, do Guapor&eacute;, do Araguaia e das &aacute;reas inund&aacute;veis do Rio Paran&aacute;. As grandes &aacute;reas &uacute;midas t&ecirc;m uma s&eacute;rie de habitats-chave relativamente pequenos, mas que s&atilde;o de suma import&acirc;ncia para a manuten&ccedil;&atilde;o da biodiversidade como um todo. O delineamento desses locais vai contribuir para a sua prote&ccedil;&atilde;o, pois servir&atilde;o como base para a elabora&ccedil;&atilde;o de um plano de manejo sustent&aacute;vel e poder&atilde;o ajudar na formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, afirmou o professor Wolfgang Junk, coordenador do INAU.

Os pesquisadores destacaram a intera&ccedil;&atilde;o entre o trabalho cient&iacute;fico e o conhecimento que as popula&ccedil;&otilde;es tradicionais j&aacute; t&ecirc;m das &aacute;reas a serem estudadas. Al&eacute;m dos elementos abi&oacute;ticos e bi&oacute;ticos das &aacute;reas &uacute;midas, nosso trabalho vai englobar tamb&eacute;m a realidade s&oacute;cio-econ&ocirc;mica das &aacute;reas &uacute;midas e a educa&ccedil;&atilde;o ambiental, destacou Paulo Teixeira de Sousa Jr., vice-coordenador do INAU.

O INAU ter&aacute; seis laborat&oacute;rios associados: identifica&ccedil;&atilde;o, delineamento e Classifica&ccedil;&atilde;o de &Aacute;reas &Uacute;midas; intera&ccedil;&otilde;es aqu&aacute;tico-terrestres e seus habitats; ecologia e manejo da pesca; biodiversidade e manejo de &aacute;reas &uacute;midas; bioprospec&ccedil;&atilde;o para o uso sustent&aacute;vel de &aacute;reas &uacute;midas; pr&aacute;ticas culturais, s&oacute;cio-Economia e Educa&ccedil;&atilde;o. Mais de cem cientistas de diversas universidades e centros de pesquisa far&atilde;o parte do projeto.

Em todo o mundo, n&atilde;o conhe&ccedil;o nada semelhante. Essa abordagem inovadora deve trazer muitos resultados ben&eacute;ficos e reflete tamb&eacute;m a mudan&ccedil;a de vis&atilde;o das pessoas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s &aacute;reas &uacute;midas. At&eacute; vinte anos atr&aacute;s, elas n&atilde;o recebiam a devida import&acirc;ncia. A cria&ccedil;&atilde;o do INAU &eacute; um grande avan&ccedil;o para mudar ainda mais essa percep&ccedil;&atilde;o, disse o professor Max Finlayson, da Universidade Australiana Charles Stut e membro do comit&ecirc; cient&iacute;fico do INAU.

As &aacute;reas &uacute;midas est&atilde;o presentes nas mais diferentes regi&otilde;es, desde o &Aacute;rtico at&eacute; o Cerrado, e prestam servi&ccedil;os ambientais como purifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua, controle de inunda&ccedil;&otilde;es, regula&ccedil;&atilde;o do clima, produ&ccedil;&atilde;o de alimentos e rem&eacute;dios e armazenamento de carbono. Entre elas, est&atilde;o os charcos, mangues, p&acirc;ntanos boreais, veredas, matas ciliares, turfas e v&aacute;rzeas.

Acredito que os estudos desenvolvidos v&atilde;o melhorar muito a qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m poder&atilde;o colaborar para pol&iacute;ticas de conserva&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas &uacute;midas em outras partes do mundo, afirmou Guillhermo Schmeda, da Universidade de Talca, no Chile, e tamb&eacute;m integrante do comit&ecirc; cient&iacute;fico do INAU.

O INAU funcionar&aacute; sob a coordena&ccedil;&atilde;o da UFMT, Universidade Federal de Mato Grosso, e ter&aacute; como institui&ccedil;&atilde;o gestora o CPP, Centro de Pesquisas do Pantanal. Mais de 100 pesquisadores far&atilde;o parte do projeto, que &eacute; financiado pelo CNPq, Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico, com apoio das Funda&ccedil;&otilde;es de Amparo &agrave; Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat) e Mato Grosso do Sul (Fundect).</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1140</link>
      </item>
      <item>
          <title>Semma/VG e UFMT elaboram projeto de recupera&ccedil;&atilde;o do parque</title>
          <description>A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agricultura de V&aacute;rzea Grande (Semma/VG) firmou parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) para a revitaliza&ccedil;&atilde;o do Parque Tanque do Fancho. A elabora&ccedil;&atilde;o do projeto ser&aacute; feita por mestrandos do Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o da institui&ccedil;&atilde;o de ensino. Inaugurado no m&ecirc;s de maio  durante as comemora&ccedil;&otilde;es aos 143 anos da cidade  o local &eacute; bastante utilizado para caminhadas.

O coordenador de Meio Ambiente da Semma/VG, Andr&eacute; Gustavo Soares, explica que ser&atilde;o priorizadas a&ccedil;&otilde;es de recupera&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas degradadas e identifica&ccedil;&atilde;o das nascentes e esp&eacute;cies nativas e ex&oacute;ticas da regi&atilde;o. Queremos melhorar o parque, transformando-o em um ponto n&atilde;o apenas de lazer, mas de turismo, informa o coordenador. De duas a tr&ecirc;s vezes por semana, t&eacute;cnicos da secretaria vistoriam o espa&ccedil;o.
De acordo com estudos preliminares, h&aacute; v&aacute;rias nascentes no Tanque do Fancho, inclusive uma que passa pelo c&oacute;rrego do aeroporto, desaguando no rio Cuiab&aacute;. Quanto ao n&uacute;mero exato delas no parque ainda &eacute; incerto. Andr&eacute; Gustavo Soares explica que a proximidade de v&aacute;rias constru&ccedil;&otilde;es, em especial resid&ecirc;ncias, dificulta a identifica&ccedil;&atilde;o desses cursos d&aacute;gua. Precisamos isolar essas nascentes.

A respeito das esp&eacute;cies vegetais e animais, ele afirma estarem, na medida do poss&iacute;vel, preservadas. O projeto em parceria com a UFMT prev&ecirc; a identifica&ccedil;&atilde;o de toda a flora do Tanque do Fancho, inclusive, a coloca&ccedil;&atilde;o de placas informativas sobre as esp&eacute;cies. Queremos que os visitantes conhe&ccedil;am um pouco mais desse local que &eacute; refer&ecirc;ncia quando o assunto &eacute; esp&eacute;cie vegetal e animal de V&aacute;rzea Grande. O que &eacute; tipicamente v&aacute;rzea-grandense est&aacute; aqui, destaca o t&eacute;cnico da Semma/VG Jairo Dornelas.

O plantio de esp&eacute;cies nativas j&aacute; come&ccedil;ou. Mudas de crotal&aacute;ria est&atilde;o sendo colocadas &agrave; margem das nascentes. Al&eacute;m da beleza, elas realizam o combate biol&oacute;gico do mosquito da dengue.

INFRAESTRUTURA  As melhorias previstas pela Semma/VG e UFMT incluem a instala&ccedil;&atilde;o de bebedouros ao longo da pista de caminhada, arboriza&ccedil;&atilde;o do estacionamento, coloca&ccedil;&atilde;o de uma caixa d&aacute;gua e lixeiras pr&oacute;prias para a coleta seletiva do lixo. Ap&oacute;s a entrega do projeto feito pelos mestrandos da universidade, teremos uma dimens&atilde;o do espa&ccedil;o livre para que possamos implantar uma esta&ccedil;&atilde;o de gin&aacute;stica como ocorre em diversos parques, completa o coordenador de Meio Ambiente da Semma/VG.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1139</link>
      </item>
      <item>
          <title>Trisoft lan&ccedil;a linha spring de jogos de cama ecologicamente corretos</title>
          <description>Conhecida como esta&ccedil;&atilde;o da vida, do reflorescimento da natureza, a primavera foi a inspira&ccedil;&atilde;o da Trisoft para a linha Spring, que faz parte da cole&ccedil;&atilde;o de jogos de cama ecologicamente corretos, que n&atilde;o utilizam &aacute;gua no processo de fabrica&ccedil;&atilde;o.

O jogo &eacute; composto por len&ccedil;ol, len&ccedil;ol de baixo e fronha, tamb&eacute;m conta com edredom, todos confeccionados em tecido 100% algod&atilde;o, 180 fios, o que possibilita maciez, suavidade ao toque e durabilidade. Suas estampas de motivos florais e tons suaves, com o predom&iacute;nio do lil&aacute;s, remetem o frescor e charme da esta&ccedil;&atilde;o.

As op&ccedil;&otilde;es de tamanho das pe&ccedil;as s&atilde;o:
Jogo de len&ccedil;&oacute;is (3 pe&ccedil;as) Solteiro;
Jogo de len&ccedil;&oacute;is (4 pe&ccedil;as) Casal;
Jogo de len&ccedil;&oacute;is (4 pe&ccedil;as) Queen;
Jogo de len&ccedil;&oacute;is (4 pe&ccedil;as) King;
Edredon Solteiro;
Edredon Casal;
Edredon Queen;
Edredon King.

A Trisoft &eacute; uma empresa que est&aacute; h&aacute; 50 anos no mercado, desenvolvendo seus produtos com tecnologia de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o, aliada &agrave; responsabilidade socioambiental. Isso permitiu o crescimento da empresa nos mais diversificados segmentos industriais, com a fabrica&ccedil;&atilde;o de mantas, agulhados, enchimentos, fibras de poli&eacute;ster, travesseiros, almofadas, jogos de cama, edredons e cobertores, todos com a proposta ecologicamente correta.

Poder&aacute; ser encontrado nas melhores lojas do ramo em todo o Brasil. Mais informa&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s do SAC Trisoft 11 4143-7933 / www.trisoft.com.br</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1138</link>
      </item>
      <item>
          <title>Cerca de 200 cevas s&atilde;o apreendidas durante opera&ccedil;&atilde;o em trecho do Rio Cuiab&aacute;</title>
          <description>Cerca de 200 cevas j&aacute; foram retiradas do Rio Cuiab&aacute;, entre a Ponte S&eacute;rgio Mota e a comunidade de Bom Sucesso, na opera&ccedil;&atilde;o de fiscaliza&ccedil;&atilde;o deflagrada nesta ter&ccedil;a-feira (27.07), pela Superintend&ecirc;ncia de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e policiais que integram o Batalh&atilde;o Ambiental da Pol&iacute;cia Militar.

Cerca de 200 cevas j&aacute; foram retiradas do Rio Cuiab&aacute;, entre a Ponte S&eacute;rgio Mota e a comunidade de Bom Sucesso, na opera&ccedil;&atilde;o de fiscaliza&ccedil;&atilde;o deflagrada nesta ter&ccedil;a-feira (27.07), pela Superintend&ecirc;ncia de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e policiais que integram o Batalh&atilde;o Ambiental da Pol&iacute;cia Militar.

A opera&ccedil;&atilde;o de fiscaliza&ccedil;&atilde;o ir&aacute; percorrer cerca de 80 quil&ocirc;metros do Rio Cuiab&aacute; at&eacute; o munic&iacute;pio de Bar&atilde;o de Melga&ccedil;o, localizado a 113 quil&ocirc;metros ao sul da capital. As equipes retornam a Cuiab&aacute; na pr&oacute;xima sexta-feira (30.07).

O superintendente de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o da Sema, tenente-coronel PM Paulo Serbija, explicou que a opera&ccedil;&atilde;o tem car&aacute;ter orientativo. Esse tipo de pesca predat&oacute;ria, causa um grande desequil&iacute;brio ao meio ambiente tornando os peixes presas f&aacute;ceis, al&eacute;m de causar perigo &agrave;s embarca&ccedil;&otilde;es. O superintendente acompanhou o in&iacute;cio da opera&ccedil;&atilde;o nesta manh&atilde; de ter&ccedil;a-feira, junto com a equipe de fiscais e policiais militares.

Nem toda a popula&ccedil;&atilde;o tem consci&ecirc;ncia dos seus direitos e deveres relacionados a pesca. Nossa orienta&ccedil;&atilde;o &eacute; para que as pessoas procurem o &oacute;rg&atilde;o ambiental e se informem a respeito, destacou o superintendente.

Todos os materiais apreendidos - gal&otilde;es e b&oacute;ias - ser&atilde;o levados para o deposito localizado no distrito industrial e posteriormente doados a institui&ccedil;&otilde;es de caridade para serem reutilizados como reciclados.

Esta &eacute; a primeira etapa da opera&ccedil;&atilde;o deflagrada ap&oacute;s varias denunciadas enviadas &agrave; Coordenadoria de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o de Pesca. Uma segunda etapa, de car&aacute;ter repressivo, &eacute; planejada para daqui a trinta dias.

LEI  A Lei n&deg; 9.096, de 16 de janeiro de 2009, disp&otilde;e sobre a Pol&iacute;tica de Pesca no Estado de Mato Grosso. Segundo a lei, a ceva s&atilde;o os alimentos que se colocam em lugar determinado para atrair recursos pesqueiros.

A lei diz tamb&eacute;m que o exerc&iacute;cio e o manejo das atividades de pesca dever&atilde;o assegurar o equil&iacute;brio ecol&oacute;gico, a conserva&ccedil;&atilde;o dos organismos aqu&aacute;ticos e a capacidade de suporte dos ambientes de pesca, mediante a observ&acirc;ncia dos seguintes princ&iacute;pios: da preserva&ccedil;&atilde;o e conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade e do cumprimento da fun&ccedil;&atilde;o social e econ&ocirc;mica da pesca.

Entre as modalidades proibidas de pesca, elencadas nos artigos 25 e 26 da Lei est&atilde;o a armadilha tipo tapagem; covo, pari e jiqui, exceto para captura de iscas vivas; cercado e qualquer outro aparelho fixo, exceto anzol de galho e estaca que ser&atilde;o regulamentados pelo Cepesca; aparelho tipo el&eacute;trico, sonoro (sonar) ou luminoso; fisga, gancho (exceto garateia quando fizer parte do corpo da isca artificial), arp&atilde;o e espinhel; tarraf&atilde;o, rede de qualquer natureza (exceto rede de arrasto para captura de peixes ornamentais ou ceva com fixa&ccedil;&atilde;o permanente ou com utiliza&ccedil;&atilde;o de equipamentos mec&acirc;nicos, entre outras formas consideradas pesca predat&oacute;ria.

No caso de infra&ccedil;&atilde;o &agrave;s normas estabelecidas na lei, os infratores s&atilde;o autuados e o produto da pesca, petrechos, equipamentos, ve&iacute;culos e embarca&ccedil;&otilde;es de pesca, s&atilde;o apreendidos, lavrando-se os respectivos termos e aplicando a multa prevista que varia de R$ 100,00 a R$ 1 milh&atilde;o, depende da quantidade de material e pescado apreendido.

Os materiais apreendidos s&atilde;o descaracterizados, destru&iacute;dos ou no caso de pescado, s&atilde;o utilizados para fins de pesquisa cient&iacute;fica pelo &oacute;rg&atilde;o ambiental ou doados.

Em rela&ccedil;&atilde;o a reincid&ecirc;ncia espec&iacute;fica, a multa imposta pela pr&aacute;tica na nova infra&ccedil;&atilde;o ter&aacute; valor aumentado ao triplo.

O coordenador de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o de Pesca da Sema, Carlos Ces&aacute;rio, lembrou que o grande problema da ceva &eacute; a dificuldade em identificar o propriet&aacute;rio. Desde janeiro deste ano at&eacute; agora, a Sema j&aacute; emitiu 88 notifica&ccedil;&otilde;es. Essas notifica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o aquelas que conseguimos identificar os propriet&aacute;rios, explicou ele. Nas opera&ccedil;&otilde;es que realizam ao longo dos rios, os fiscais da Sema costumam retirar muitos gal&otilde;es e boias utilizadas nesse tipo de pesca predat&oacute;ria.

Conforme o coordenador, o trecho de maior incid&ecirc;ncia desse tipo de pesca predat&oacute;ria localiza-se a partir de Bom Sucesso at&eacute; regi&atilde;o da Barra do Aric&aacute; e da&iacute; at&eacute; Bar&atilde;o de Melga&ccedil;o, nesse caso, em fun&ccedil;&atilde;o do maior n&uacute;mero de pousadas.

A Lei 9.096, de 16 de janeiro de 2009, que disp&otilde;e sobre a Pol&iacute;tica de Pesca no Estado de Mato Grosso, est&aacute; dispon&iacute;vel na &iacute;ntegra no site da Sema, no endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico, www.sema.mt.gov.br.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1137</link>
      </item>
      <item>
          <title>Defesa Civil e bombeiros controlam inc&ecirc;ndios em munic&iacute;pios de MT</title>
          <description>Equipes da Defesa Civil e Corpo de Bombeiros foram acionadas nesta ter&ccedil;a-feira (27.07) para apagar as chamas de dois inc&ecirc;ndios que est&atilde;o acontecendo na Serra de Ricardo Franco, no munic&iacute;pio de Vila Bela da Sant&iacute;ssima Trindade, e outro em um assentamento rural na regi&atilde;o de Nobres.

H&aacute; tr&ecirc;s dias as equipes tamb&eacute;m est&atilde;o controlando um inc&ecirc;ndio de grande propor&ccedil;&atilde;o em uma propriedade particular no munic&iacute;pio de Marcel&acirc;ndia.

Em raz&atilde;o do agravamento das previs&otilde;es clim&aacute;ticas para Mato Grosso como o forte calor e baixa ocorr&ecirc;ncia de chuvas, foi antecipado o per&iacute;odo proibitivo das queimadas no Estado, que come&ccedil;ou a vigorar no dia 8 de julho. A proibi&ccedil;&atilde;o segue at&eacute; o dia 15 de setembro, podendo ser prorrogada em raz&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas.

Para combater os focos de inc&ecirc;ndios florestais em Mato Grosso, est&aacute; em andamento a segunda etapa da opera&ccedil;&atilde;o Fora Fogo. Desde o dia 12 de julho, equipes compostas por fiscais da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), homens do Corpo de Bombeiros Militar e agentes da Defesa Civil estar&atilde;o percorrendo munic&iacute;pios das regi&otilde;es Araguaia e Norte do Estado realizando fiscaliza&ccedil;&atilde;o, preven&ccedil;&atilde;o e educa&ccedil;&atilde;o ambiental.

As equipes dos respectivos &oacute;rg&atilde;os est&atilde;o realizando rondas de fiscaliza&ccedil;&atilde;o, vigil&acirc;ncia, monitoramento e combate a inc&ecirc;ndio na regi&atilde;o do Vale do Araguaia, Marcel&acirc;ndia, Cl&aacute;udia, Brasnorte, Ju&iacute;na e regi&atilde;o.

Os munic&iacute;pios foram escolhidos por apresentaram maiores &iacute;ndices de focos de calor no primeiro semestre deste ano, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Est&atilde;o sendo realizadas rondas de vigil&acirc;ncia, por meio de patrulhamento terrestre e tamb&eacute;m com apoio de um helic&oacute;ptero nos munic&iacute;pios citados, a&ccedil;&otilde;es preventivas e de fiscaliza&ccedil;&atilde;o.
 
As equipes tamb&eacute;m est&atilde;o coletando dados para subsidiar os diagn&oacute;sticos relativos &agrave;s ocorr&ecirc;ncias de inc&ecirc;ndios florestais no Estado, bem como orientando moradores quanto &agrave; import&acirc;ncia do n&atilde;o uso do fogo para limpeza de quintais, tanto nas &aacute;reas urbanas quanto rurais.

DADOS

De 1&ordm; de janeiro a 5 de julho deste ano foram registrados 62.032 focos de calor no Brasil, conforme dados do INPE. Apenas em Mato Grosso foram registrados 15.368 focos de calor, o que corresponde a 24,77% dos n&uacute;meros detectados. Um aumento significativo de 65,80%, em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano passado.

Este ano j&aacute; foram registrados no Estado pelo menos quatro grandes inc&ecirc;ndios: um no morro Quebra-Gamela, em Chapada dos Guimar&atilde;es, outros dois na regi&atilde;o de Nobres e o &uacute;ltimo no Monumento Natural Morro de Santo Ant&ocirc;nio do Leverger.

CRIME AMBIENTAL

Quem for pego ateando fogo durante o per&iacute;odo proibitivo de queimadas no Estado pode receber multa que varia de acordo com a &aacute;rea atingida - de mil reais por hectare nas &aacute;reas abertas a 1,5 mil reais por hectare nas &aacute;reas de floresta -, al&eacute;m de correr o risco de ser detido e responder por crime ambiental.

Nesses casos a deten&ccedil;&atilde;o pode chegar a quatro anos, conforme estabelecido na Lei Federal n&ordm; 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1136</link>
      </item>
      <item>
          <title>Telhado verde j&aacute; alcan&ccedil;a 45 mil metros quadrados em obras no Brasil</title>
          <description>Em 26 de julho de 2010 - A Ecotelhado - especialista em infraestrutura verde urbana - registrou um dado interessante neste m&ecirc;s. A empresa atingiu a marca de 45 mil metros quadrados de telhados verdes instalados em territ&oacute;rio nacional. O sistema j&aacute; est&aacute; presente em constru&ccedil;&otilde;es de todos os estados.

Outro dado significativo &eacute; a constante procura de telhados ecol&oacute;gicos por corpora&ccedil;&otilde;es e institui&ccedil;&otilde;es de grande porte. No m&ecirc;s de junho, por exemplo, 70% dos pedidos que chegaram at&eacute; o departamento comercial foram neste sentido. Uma dos fatores &eacute; a busca pela certifica&ccedil;&atilde;o LEED, concedida a edif&iacute;cios de alta performance ambiental e energ&eacute;tica. As &uacute;ltimas obras envolvendo empresas foram: C&amp;A, MWM International e a Continental.

- At&eacute; o final deste ano queremos chegar &agrave; marca de 60 mil metros quadrados. Nosso pa&iacute;s est&aacute; aberto para alternativas que diminuem o impacto urbano - comemora o engenheiro agr&ocirc;nomo, Jo&atilde;o Feij&oacute;.

Patenteado em 2005, o produto que d&aacute; nome &agrave; empresa funciona como um isolante t&eacute;rmico, retardando o aquecimento dos ambientes durante o dia e conservando a temperatura durante a noite. Al&eacute;m de isolar o calor, absorve cerca de 30% da &aacute;gua da chuva, reduzindo a possibilidade de enchentes nas cidades. Tamb&eacute;m age como purificador do ar urbano e contribui para o aumento da biodiversidade. O sistema &eacute; disponibilizado em tr&ecirc;s op&ccedil;&otilde;es: modular, alveolar e laminar.

Com sede em S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre - a Ecotelhado tem representantes em todos os estados brasileiros. Tamb&eacute;m est&aacute; aumentando a sua presen&ccedil;a no Mercosul, com exporta&ccedil;&atilde;o expressiva para pa&iacute;ses como Chile, Uruguai e Argentina.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1135</link>
      </item>
      <item>
          <title>Aquecimento pode obrigar cidades a repor areia das praias, diz cientista</title>
          <description>As cidades litor&acirc;neas do Brasil precisam se preparar para comprar areia. Muita areia. Segundo o pesquisador Dieter Muehe, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a eleva&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel dos mares pelo aquecimento global pode obrigar os munic&iacute;pios a reporem as praias engolidas pelo oceano.

De acordo com Muehe, esse tipo de interven&ccedil;&atilde;o - comum em locais em que o mar causa muita eros&atilde;o - pode se tornar cada vez mais necess&aacute;ria nas praias urbanas, pois nelas a areia n&atilde;o pode recuar em dire&ccedil;&atilde;o ao continente com a subida do n&iacute;vel do mar, j&aacute; que na maior parte dos casos h&aacute; muros ou ruas na beira da &aacute;gua.

O pesquisador, autor do estudo Eros&atilde;o e Prograda&ccedil;&atilde;o do Litoral Brasileiro, publicado pelo Minist&eacute;rio do Meio Ambiente em 2007, &eacute; considerado um dos maiores especialistas brasileiros no estudo do litoral.

Edif&iacute;cios
Segundo relat&oacute;rio do Painel Intergovernamental sobre Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas (IPCC, em ingl&ecirc;s), da ONU, a eleva&ccedil;&atilde;o da temperatura do planeta pode causar um aumento entre 18 e 59 cm no n&iacute;vel do mar at&eacute; 2100. A previs&atilde;o, apesar j&aacute; ser preocupante, &eacute; considerada modesta por muitos especialistas.

Al&eacute;m de garantir de volta a &aacute;rea usada pelos banhistas, preencher novamente as praias poderia proteger as constru&ccedil;&otilde;es litor&acirc;neas, segundo o pesquisador da UFRJ. Se n&atilde;o for feito o aterramento, os muros que cercam as praias v&atilde;o junto com a eros&atilde;o e o mar vai come&ccedil;ar a atingir os pr&eacute;dios, explicou o especialista durante a reuni&atilde;o anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci&ecirc;ncia (SBPC), que ocorre nesta semana em natal.

Boa qualidade
Devolver a areia &agrave;s praias, contudo, n&atilde;o ser&aacute; tarefa simples. &Eacute; necess&aacute;rio avaliar de onde tirar areia, j&aacute; que a que vai ser colocada tem que ser parecida com a original, avisa Muehe. A mat&eacute;ria-prima usada na constru&ccedil;&atilde;o, por exemplo, seria muito grossa, al&eacute;m de cara.

Uma poss&iacute;vel fonte de areia de boa qualidade &eacute; a que fica pr&oacute;xima &agrave;s praias, no fundo do mar, explica o pesquisador. Uma &aacute;rea em que a areia pode ser retirada &eacute; a plataforma continental, mas n&atilde;o pode ser em profundidades maiores do que 10 metros, pois ficaria muito pr&oacute;ximo &agrave; costa, e tamb&eacute;m n&atilde;o pode ficar muito longe, pois a&iacute; a areia come&ccedil;a a juntar com lama, com carbonato.

Outro problema, explica o especialista, &eacute; que a obra teria que ser refeita de tempos em tempos, j&aacute; que as ondas tender&atilde;o a levar a areia de volta para o mar.

Ventos
Muehe conta que n&atilde;o &eacute; apenas o aumento do n&iacute;vel do mar que pode interferir no desaparecimento de algumas praias. Com o aquecimento global, pode haver mudan&ccedil;a de dire&ccedil;&atilde;o dos ventos, quebrando o equil&iacute;brio natural de transporte de sedimentos no mar.

Outro fator que pode diminuir a areia nas praias &eacute; a constru&ccedil;&atilde;o de barragens nos rios, j&aacute; que elas impedem as grandes enchentes, respons&aacute;veis por levar terra para o mar.
 
Em situa&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas, de acordo com Muehe, a eleva&ccedil;&atilde;o dos oceanos pode causar o aumento da faixa de areia. &Eacute; o que pode acontecer se as ondas atingirem fal&eacute;sias penhascos &agrave; beira mar, mais comuns no Nordeste Brasileiro. Nesse caso, a eros&atilde;o poder&aacute; desgastar as rochas e aumentar a disponibilidade de areia. Isso s&oacute; ocorreria, contudo, em locais onde n&atilde;o houvesse barreiras artificiais em volta da praia.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1134</link>
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          <title>Projeto avalia efic&aacute;cia dos sistemas agroflorestais para o seq&uuml;estro de carbono na regi&atilde;o noroeste de Mato Grosso</title>
          <description>Quais s&atilde;o os impactos positivos da implanta&ccedil;&atilde;o de sistemas agroflorestais para o meio ambiente e como alternativa de renda para agricultores? Uma equipe multidisciplinar contratada pelo projeto Conserva&ccedil;&atilde;o da Biodiversidade e Uso Sustent&aacute;vel das Florestas do Noroeste de Mato Grosso , executado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente de Mato Grosso (SEMA) em parceria com o Programa das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) est&aacute; fazendo um levantamento na regi&atilde;o para responder a essa pergunta e ajudar a gerar indicadores que possam servir na elabora&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para conserva&ccedil;&atilde;o.

Ao todo 60 propriedades que aderiram ao projeto ser&atilde;o visitadas, sendo vinte no munic&iacute;pio de Cotrigua&ccedil;u e quarenta em Ju&iacute;na. O produto deste trabalho ser&aacute; um retrato das propriedades com as &aacute;reas de recupera&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o e usos econ&ocirc;micos da terra, que na maior parte dos casos envolve sistemas agroflorestais, explica o consultor Jorge Vivan, agr&ocirc;nomo que atualmente est&aacute; desenvolvendo projeto de p&oacute;s-doutorado em manejo de florestas secund&aacute;rias. Est&atilde;o sendo avaliadas as iniciativas de agricultores que adotaram diferentes graus de implanta&ccedil;&atilde;o de SAFs e que est&atilde;o localizadas em assentamentos, mas tamb&eacute;m em &aacute;reas privadas. Essa distin&ccedil;&atilde;o, de acordo com o consultor, &eacute; necess&aacute;ria para estabelecer cen&aacute;rios de usos desses sistemas em locais mais pr&oacute;ximos ou afastados da &aacute;rea urbana como tamb&eacute;m na diferencia&ccedil;&atilde;o de uso em propriedades com diferentes graus de organiza&ccedil;&atilde;o e da presen&ccedil;a ou aus&ecirc;ncia de regulariza&ccedil;&atilde;o fundi&aacute;ria.

Os dados coletados ajudar&atilde;o na avalia&ccedil;&atilde;o do projeto, que vem sendo executado desde 2001, mas tamb&eacute;m nas propostas de futuros projetos e pol&iacute;ticas p&uacute;blicas. Um exemplo &eacute; montar um panorama de custos de oportunidades, ou seja, quanto um agricultor do noroeste de Mato Grosso lucra ou tem preju&iacute;zos ao adotar sistemas agroflorestais ao inv&eacute;s de criar gado. De acordo com o consultor pelo fato de a amostragem ser relativamente grande ser&aacute; poss&iacute;vel cruzar os indicadores econ&ocirc;micos e ecol&oacute;gicos com a base de dados que a SEMA j&aacute; possui da regi&atilde;o para que os t&eacute;cnicos da secretaria possam fazer uma proje&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;tica p&uacute;blica que envolva outras propriedades com caracter&iacute;sticas geogr&aacute;ficas e fundi&aacute;rias semelhantes.

A equipe, que est&aacute; em campo desde o dia 18 de julho, deve concluir a parte de campo at&eacute; o dia 08 de agosto e em meados de setembro o resultado do trabalho ser&aacute; repassado &agrave; Sema. Al&eacute;m do diagn&oacute;stico a equipe tamb&eacute;m ir&aacute; capacitar agricultores da Associa&ccedil;&atilde;o Juinense Organizada para Ajuda M&uacute;tua (Ajopam) para que possam fazer o monitoramento das experi&ecirc;ncias em SAFs.

Em dez anos de realiza&ccedil;&atilde;o do projeto Conserva&ccedil;&atilde;o e Uso Sustent&aacute;vel da Biodiversidade das Florestas do Noroeste de Mato Grosso foram implantados cerca de 1.400 hectares de sistemas agroflorestais nos sete munic&iacute;pios da regi&atilde;o noroeste. Al&eacute;m disso, 30 &aacute;reas s&atilde;o consideradas unidades demonstrativas, ou seja, foram t&atilde;o bem desenvolvidas pelos agricultores que servem de refer&ecirc;ncia para outros agricultores que queiram conhecer as t&eacute;cnicas de SAFs.

O que &eacute; um SAF

De acordo com a defini&ccedil;&atilde;o da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&aacute;ria (Embrapa) um sistema agroflorestal &eacute; uma forma de uso da terra na qual se combinam esp&eacute;cies frut&iacute;feras ou madeireiras com cultivos agr&iacute;colas ou animais de forma simult&acirc;nea, interagindo de forma econ&ocirc;mica e ecol&oacute;gica. &Eacute; considerada uma op&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica a agricultores familiares pois possibilita a diversifica&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o e rentabilidade, al&eacute;m dos servi&ccedil;os ambientais, como a recupera&ccedil;&atilde;o do solo, o desmatamento evitado e o aumento da biodiversidade local. Os SAFs tamb&eacute;m buscam otimizar a produ&ccedil;&atilde;o com o uso mais eficientes dos recursos naturais, como solo, a &aacute;gua e a luz.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1133</link>
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          <title>Instituto sobre &Aacute;reas &Uacute;midas ser&aacute; inaugurado em Mato Grosso</title>
          <description>Nesta ter&ccedil;a-feira (27) ser&atilde;o iniciadas em Cuiab&aacute;, Mato Grosso, as atividades do Instituto Nacional de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia em &Aacute;reas &Uacute;midas - INCT &Aacute;reas &Uacute;midas ou simplesmente INAU. O lan&ccedil;amento oficial do instituto ser&aacute; realizado &agrave;s 8h, no Centro Cultural da UFMT, com um caf&eacute; da manh&atilde; para a imprensa.

O evento vai contar com a participa&ccedil;&atilde;o de algumas das maiores autoridades mundiais sobre o assunto. Entre eles, o professor Wolfgang Junk, que ser&aacute; o coordenador do INAU, e cientistas que far&atilde;o parte comit&ecirc; cientifico da institui&ccedil;&atilde;o como o pesquisador norte-americano William J. Mitsch, autor de Wetlands, um dos principais livros de refer&ecirc;ncia sobre o tema, Max Finlayson, da universidade australiana Charles Stut.

O INAU &eacute; o primeiro Instituto Nacional de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia do pa&iacute;s dedicado exclusivamente ao estudo destes ecossistemas, que tem como principal caracter&iacute;stica o fato de passarem parte do tempo secos e parte do tempo alagados. O exemplo mais conhecido na nossa regi&atilde;o &eacute; o Pantanal Mato-grossense, a maior plan&iacute;cie alag&aacute;vel do planeta. As &aacute;reas &uacute;midas est&atilde;o presentes nas mais diferentes regi&otilde;es, desde o &Aacute;rtico at&eacute; o Cerrado, e prestam servi&ccedil;os ambientais como purifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua, controle de inunda&ccedil;&otilde;es, regula&ccedil;&atilde;o do clima, produ&ccedil;&atilde;o de alimentos e rem&eacute;dios e armazenamento de carbono . Entre elas, est&atilde;o os charcos, mangues, p&acirc;ntanos boreais, veredas, matas ciliares, turfas e v&aacute;rzeas.

O INAU funcionar&aacute; sob a coordena&ccedil;&atilde;o da UFMT, Universidade Federal de Mato Grosso, e ter&aacute; como institui&ccedil;&atilde;o gestora o CPP, Centro de Pesquisas do Pantanal. Mais de 100 pesquisadores far&atilde;o parte do projeto, que &eacute; financiado pelo CNPq, Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico, com apoio das Funda&ccedil;&otilde;es de Amparo &agrave; Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat) e Mato Grosso do Sul (Fundect).

O primeiro trabalho do INAU ser&aacute; a classifica&ccedil;&atilde;o dos habitats do Pantanal do Guapor&eacute; e do Araguaia. Ser&atilde;o estudados aspectos como clima, hidrologia, qu&iacute;mica da &aacute;gua e dos solos, as diferentes unidades de vegeta&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m da ocorr&ecirc;ncia e adapta&ccedil;&atilde;o de animais a estes habitats. O objetivo o instituto &eacute; fazer um estudo integrado da fase seca e da fase aqu&aacute;tica do ecossistema, elaborando a caracteriza&ccedil;&atilde;o ecol&oacute;gica e apresentando recomenda&ccedil;&otilde;es de manejo sustent&aacute;vel para que as pesquisas tenham impacto social.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1132</link>
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          <title>MT diminui a devasta&ccedil;&atilde;o na floresta em junho, diz Imazon</title>
          <description>Mato Grosso reduziu o ritmo do desmatamento da Floresta Amaz&ocirc;nica pelo terceiro m&ecirc;s consecutivo, segundo o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz&ocirc;nia (Imazon). De acordo com o &uacute;ltimo boletim Transpar&ecirc;ncia Florestal, em junho, o Estado foi respons&aacute;vel pelo desmate de 17,2 km2, 10% do total registrado no per&iacute;odo. Al&eacute;m de vir numa sequ&ecirc;ncia decrescente desde abril, o n&uacute;mero p&otilde;e Mato Grosso, costumeiro primeiro lugar nos rankings de desmate, atr&aacute;s de Par&aacute; (67%) e Amazonas (13%).

Em abril, Mato Grosso foi respons&aacute;vel por pouco mais de 38 dos 65 km2 de &aacute;rea devastada na Amaz&ocirc;nia Legal, uma participa&ccedil;&atilde;o de 59%. Em maio, tanto a dimens&atilde;o dos danos quanto a participa&ccedil;&atilde;o do Estado no c&ocirc;mputo total ca&iacute;ram: o desmate mato-grossense ficou em quase 25 km2, o que representou uma participa&ccedil;&atilde;o de 26% nos 96 km2 devastados em toda a Amaz&ocirc;nia Legal naquele per&iacute;odo.

Por fim, o n&uacute;mero de junho confirma uma tend&ecirc;ncia de redu&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o de Mato Grosso nos danos &agrave; cobertura vegetal. Tanto que nenhum munic&iacute;pio mato-grossense aparece na lista dos principais desmatadores, o que &eacute; raro acontecer.

De modo geral, entretanto, as imagens de sat&eacute;lites analisadas pelo Imazon detectaram aumento nos danos &agrave; floresta. Os 172 km2 desmatados em junho representaram um aumento de 15% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2009. E tamb&eacute;m houve aumento em rela&ccedil;&atilde;o aos danos acumulados no per&iacute;odo de um ano, entre agosto de 2009 e junho de 2010, quando foram desmatados 1.333 km2 - no mesmo per&iacute;odo entre 2008 e 2009, foram 1.234 km2, uma diferen&ccedil;a de 8%.

O boletim do Imazon tamb&eacute;m relaciona desmatamentos detectados em &aacute;reas como terras ind&iacute;genas e unidades de conserva&ccedil;&atilde;o, mas o ritmo decrescente do deflorestamento n&atilde;o provocou em n&uacute;meros muito expressivos para Mato Grosso.

O Imazon n&atilde;o destaca, por exemplo, nenhum processo de desmatamento em unidades de conserva&ccedil;&atilde;o mato-grossenses, seja estadual ou federal. J&aacute; na lista das seis terras ind&iacute;genas mais afetadas pelo desmatamento na Amaz&ocirc;nia Legal, aparece apenas uma unidade mato-grossense dividindo a &uacute;ltima posi&ccedil;&atilde;o com uma amazonense: Are&otilde;es, em &Aacute;gua Boa (a 730 km de Cuiab&aacute;), tendo registrado 0,2 km2 de desmate. A atividade desmatadora em &aacute;reas como terras ind&iacute;genas rendeu pol&ecirc;mica na &uacute;ltima semana, quando o Sistema de Prote&ccedil;&atilde;o da Amaz&ocirc;nia (Sipam) apontou que, somente no segundo semestre de 2009, as terras ind&iacute;genas mato-grossenses perderam 317,2 mil hectares de extens&atilde;o, enquanto as Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o Estaduais tiveram a vegeta&ccedil;&atilde;o subtra&iacute;da em 315,3 mil ha  &aacute;reas consideradas protegidas e que somam 19 milh&otilde;es de ha em Mato Grosso.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1131</link>
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          <title>C&oacute;digo Florestal est&aacute; sendo destru&iacute;do e n&atilde;o reformado, afirma economista ecol&oacute;gico</title>
          <description>A proposta que altera o C&oacute;digo Florestal, aprovada na Comiss&atilde;o Especial da C&acirc;mara dos Deputados com base no parecer do relator, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) prop&otilde;e mudan&ccedil;as que podem acarretar v&aacute;rios preju&iacute;zos, como: perda da biodiversidade, aumento do desmatamento e, consequentemente, da emiss&atilde;o de gases causadores do efeito estufa, redu&ccedil;&atilde;o dos recursos h&iacute;dricos no per&iacute;odo de seca, anistia ao desmatamento ilegal, entre outros.
 
Essas mudan&ccedil;as s&atilde;o consideradas danosas por organiza&ccedil;&otilde;es socioambientalistas, como o Instituto Centro de Vida (ICV), que prefere n&atilde;o falar em reforma do C&oacute;digo, mas em retrocesso. Reformamos as coisas para melhor&aacute;-las. Neste caso, as altera&ccedil;&otilde;es comprometem o capital natural que representam as florestas e isentam de multas aqueles que desmataram ilegalmente, transferindo o &ocirc;nus para a sociedade, afirma Jo&atilde;o Andrade, coordenador do Programa Governan&ccedil;a Florestal do ICV. E vai al&eacute;m: Essa proposta de C&oacute;digo Florestal colocada pelo deputado Aldo Rebelo n&atilde;o representa uma oportunidade de reforma, traz uma vis&atilde;o ultrapassada, de curto prazo, que vai ter que ser revista quando os impactos ambientais passarem a representar custos cada vez mais altos a sociedade. O problema &eacute; que, no futuro, o dano pode ser irrevers&iacute;vel, argumenta.
 
De acordo com o economista ecol&oacute;gico, as altera&ccedil;&otilde;es consideram apenas o lucro imediato sem medir as conseq&uuml;&ecirc;ncias de uma explora&ccedil;&atilde;o predat&oacute;ria do meio ambiente no m&eacute;dio e longo prazo. Estes custos ambientais provocados na propriedade ser&atilde;o divididos no futuro com toda a sociedade, adverte.
 
Andrade chama a aten&ccedil;&atilde;o para medidas que parecem de prote&ccedil;&atilde;o num primeiro momento, mas que trazem consigo permissividades perigosas em longo prazo, numa refer&ecirc;ncia ao fato de a nova proposta proibir a autoriza&ccedil;&atilde;o para desmatamento por cinco anos, mas, ao mesmo tempo, prever que propriedades com at&eacute; quatro m&oacute;dulos fiscais (que pode chegar a 400 hectares em Mato Grosso), localizadas na Amaz&ocirc;nia Legal, n&atilde;o precisar&atilde;o manter qualquer percentual de vegeta&ccedil;&atilde;o nativa. Isso significa que voc&ecirc; pode ter uma propriedade nestas condi&ccedil;&otilde;es sem floresta alguma, refor&ccedil;a.
 
Outro ponto considerado absurdo pelas organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o-governamentais (ONGs) &eacute; que os desmatamentos ilegais cometidos at&eacute; 2008 ser&atilde;o perdoados. Quem cometeu o crime n&atilde;o sofrer&aacute; qualquer puni&ccedil;&atilde;o, como pagamento de multas. Al&eacute;m disso, a proposta aprovada muda a obrigatoriedade de recuperar a vegeta&ccedil;&atilde;o nativa destru&iacute;da em desacordo com a lei: em propriedades com at&eacute; quatro m&oacute;dulos fiscais n&atilde;o ser&aacute; preciso recuperar e, nas &aacute;reas maiores, s&oacute; ser&aacute; obrigat&oacute;rio recuperar o que exceder essa quantidade. Por exemplo, se a propriedade tiver dez m&oacute;dulos fiscais, a &aacute;rea a ser recuperada ser&aacute; calculada sobre seis.
 
A proposta de altera&ccedil;&atilde;o do C&oacute;digo Florestal foi aprovada na Comiss&atilde;o Especial e ser&aacute; analisada e votada na C&acirc;mara dos Deputados e depois no Senado, antes de ser sancionada pelo presidente da Rep&uacute;blica. A expectativa &eacute; de que todo este processo seja conclu&iacute;do apenas no ano que vem. Por isso, &eacute; muito importante que as mudan&ccedil;as propostas sejam debatidas com a sociedade durante este per&iacute;odo.
 
Para garantir o acesso a diversas informa&ccedil;&otilde;es a respeito do processo, com an&aacute;lises da comunidade cient&iacute;fica, quem pode trazer ao debate a neutralidade necess&aacute;ria, e ainda dados mais precisos sobre os impactos desta proposta, foi lan&ccedil;ado o site &quot;SOS Florestas  O C&oacute;digo Florestal em Perigo&quot;. A iniciativa &eacute; de um grupo de organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o-governamentais.
 
Confira abaixo o que pode mudar com o novo C&oacute;digo Florestal (colabora&ccedil;&atilde;o do Instituto Socioambiental  ISA).
 
&Aacute;reas de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanente (APPs)
 
Como &eacute; a lei hoje - Protege, no m&iacute;nimo, 30 metros de extens&atilde;o (em Mato Grosso s&atilde;o 50m) a partir das margens dos rios, encostas &iacute;ngremes, topos de morro e restingas. Quem desmatou &eacute; obrigado a recompor as matas.
 
Proposta aprovada pela comiss&atilde;o - A faixa m&iacute;nima nas margens dos rios passa a ser de 15 metros. Topos de morro e &aacute;reas com altitude superior a 1.800 metros deixam de ser protegidas. Veredas passam a ser consideradas APPs. As demais &aacute;reas, embora continuem sendo formalmente protegidas, podem ser ocupadas por planta&ccedil;&otilde;es, pastagens ou constru&ccedil;&otilde;es, caso tenham sido desmatadas at&eacute; 2008 e sejam consideradas pelos governos estaduais como &aacute;reas consolidadas.
 
Riscos - &Aacute;reas que, por estarem irregularmente ocupadas, sofrem com enchentes, deslizamentos, assoreamento e seca de rios s&atilde;o as mais fortes candidatas a serem consideradas como &aacute;reas consolidadas e, portanto, condenadas a conviver eternamente com esses problemas, j&aacute; que n&atilde;o haver&aacute; recupera&ccedil;&atilde;o e as ocupa&ccedil;&otilde;es permanecer&atilde;o.
 
Reserva Legal
 
Como &eacute; a lei hoje - Todo im&oacute;vel tem de manter um m&iacute;nimo de vegeta&ccedil;&atilde;o nativa. Nas propriedades rurais situadas nas &aacute;reas de Mata Atl&acirc;ntica, Cerrado, Caatinga, Pantanal e Pampas a reserva &eacute; de 20% do tamanho do im&oacute;vel. Na Amaz&ocirc;nia Legal deve-se manter 35% nas &aacute;reas de Cerrado e 80% nas de floresta. Quem n&atilde;o tem a &aacute;rea preservada tem que recuperar ou compensar. A recomposi&ccedil;&atilde;o deve ser feita com esp&eacute;cies nativas, ou ent&atilde;o o propriet&aacute;rio pode compensar a falta de reserva em seu im&oacute;vel com o arrendamento de outra &aacute;rea, com vegeta&ccedil;&atilde;o preservada, situada na mesma bacia hidrogr&aacute;fica.
 
Proposta aprovada pela comiss&atilde;o - Propriedades com at&eacute; quatro m&oacute;dulos fiscais (20 a 440 hectares, dependendo da regi&atilde;o do pa&iacute;s) n&atilde;o precisam recuperar a &aacute;rea caso ela tenha sido desmatada at&eacute; a promulga&ccedil;&atilde;o da lei. Nas demais propriedades ela deve ser recuperada, mas ser&aacute; menor do que atualmente, pois n&atilde;o ser&aacute; calculada com base na &aacute;rea total do im&oacute;vel, mas apenas na &aacute;rea que exceder quatro m&oacute;dulos fiscais (por exemplo, se tiver 10 m&oacute;dulos, ser&aacute; calculada sobre 6). Al&eacute;m disso, ser&aacute; permitido compensar a &aacute;rea devida a milhares de quil&ocirc;metros da &aacute;rea onde ela deveria estar, desde que no mesmo bioma. Poder&aacute; tamb&eacute;m ser transformada em dinheiro a ser doado a um fundo para regulariza&ccedil;&atilde;o de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o.
 
Riscos - Como mais de 90% dos im&oacute;veis rurais t&ecirc;m at&eacute; quatro m&oacute;dulos fiscais, boa parte deles concentrados no sul e sudeste, haver&aacute; grandes &aacute;reas do pa&iacute;s onde simplesmente n&atilde;o haver&aacute; mais vegeta&ccedil;&atilde;o nativa, pois s&atilde;o regi&otilde;es que abrigam o maior n&uacute;mero de APPs com ocupa&ccedil;&atilde;o consolidada. H&aacute; ainda um grande risco de que propriedades maiores sejam artificialmente divididas nos cart&oacute;rios para serem isentas de recupera&ccedil;&atilde;o, algo que j&aacute; est&aacute; acontecendo. Embora a proposta diga que isso n&atilde;o pode ocorrer, a fiscaliza&ccedil;&atilde;o e coibi&ccedil;&atilde;o s&atilde;o extremamente dif&iacute;ceis. Os poucos que tiverem que recompor as &aacute;reas poder&atilde;o fazer com esp&eacute;cies ex&oacute;ticas (como eucalipto), ou optar por arrendar terras baratas em locais distantes, cuja fiscaliza&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m ser&aacute; prec&aacute;ria.
 
Regulariza&ccedil;&atilde;o ambiental e anistia
 
Como &eacute; hoje - Propriet&aacute;rios que n&atilde;o t&ecirc;m a Reserva Legal ou APP preservadas est&atilde;o sujeitos a multas e a embargos da produ&ccedil;&atilde;o oriunda de desmatamentos ilegais.
 
Proposta aprovada pela comiss&atilde;o - Os Estados ter&atilde;o cinco anos, a partir da publica&ccedil;&atilde;o da lei, para criar programas de regulariza&ccedil;&atilde;o. Nesse per&iacute;odo, ningu&eacute;m pode ser multado, e as multas j&aacute; emitidas ficam suspensas. Os que aderirem &agrave; regulariza&ccedil;&atilde;o podem ser dispensados, em definitivo, do pagamento de multas e, como j&aacute; mencionado, da recupera&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas ilegalmente desmatadas.
 
Riscos - Total descontrole da governan&ccedil;a ambiental</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1130</link>
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          <title>MMA e MinC abrem concurso de anima&ccedil;&atilde;o em agosto</title>
          <description>O tempo que voc&ecirc; leva para ler esse texto &eacute; o mesmo que animadores de todo o pa&iacute;s ter&atilde;o para passar sua mensagem sobre consumo sustent&aacute;vel e biodiversidade no Ano Internacional da Biodiversidade. At&eacute; o final de agosto, ser&aacute; lan&ccedil;ado o edital dos minist&eacute;rios do Meio Ambiente e da Cultura que vai escolher as dez melhores propostas de realiza&ccedil;&atilde;o em 35mm ou Hi-8 HDCam na segunda edi&ccedil;&atilde;o do concurso.

Os vencedores v&atilde;o receber R$20 mil cada para a realiza&ccedil;&atilde;o dos filmes. Os dez trabalhos do ano passado - ainda in&eacute;ditos- v&atilde;o estrear em S&atilde;o Paulo, no mesmo dia do lan&ccedil;amento do novo concurso, e ser&atilde;o exibidos no circuito de tvs p&uacute;blicas do Pa&iacute;s.

Os interessados ter&atilde;o 180 dias para formatar suas propostas e apresent&aacute;-las &agrave; comiss&atilde;o julgadora a partir da publica&ccedil;&atilde;o do edital. A expectativa dos minist&eacute;rios &eacute; de receber um n&uacute;mero expressivo de inscri&ccedil;&otilde;es. A primeira edi&ccedil;&atilde;o, sobre mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas, teve um total de 167 inscritos, n&uacute;mero acima do que era esperado.

A proposta do minuto de anima&ccedil;&atilde;o &eacute; do Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o Ambiental da Secretaria de Articula&ccedil;&atilde;o Institucional e Cidadania Ambiental do MMA. A op&ccedil;&atilde;o pelo formato de um minuto foi escolhida para facilitar a chegada dos trabalhos ao p&uacute;blico na tv e na m&iacute;dia eletr&ocirc;nica. A veicula&ccedil;&atilde;o &eacute; livre, desde que sem fins lucrativos, por emissoras comerciais interessadas.

Os filmes v&atilde;o contribuir para a conscientiza&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o nas quest&otilde;es do consumo sustent&aacute;vel, al&eacute;m de alertar para o impacto do consumismo desenfreado sobre os recursos naturais e a biodiversidade. O concurso faz parte do Programa Nacional de Educa&ccedil;&atilde;o Ambiental.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1129</link>
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          <title>Estrat&eacute;gia federal para combate do fogo</title>
          <description>Campe&atilde;o em n&uacute;mero de focos de calor, agora o Estado passa a contar com um novo servi&ccedil;o de monitoramento de queimadas e desmatamentos em todo o territ&oacute;rio mato-grossense.

Na manh&atilde; de sexta-feira (23-07), a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, participou da instala&ccedil;&atilde;o em Cuiab&aacute; do Centro Integrado Multiag&ecirc;ncias de Coordena&ccedil;&atilde;o Operacional (CIMAN), como parte da Opera&ccedil;&atilde;o Mato Grosso Verde 2010, lan&ccedil;ada esta semana. A nova estrutura funcionar&aacute; na sede da Defesa Civil, no Pal&aacute;cio Alencastro.

Essa iniciativa, pioneira no pa&iacute;s, deve ser estendida para outros estados. Os pr&oacute;ximos estados a serem beneficiados s&atilde;o Tocantins e Par&aacute;.

No encontro que teve com secret&aacute;rios estaduais e outras autoridades, Izabella Teixeira disse que o CIMAN oferece o que h&aacute; de melhor e mais moderno em tecnologia de monitoramento online.

Conforme ela, a nova estrutura re&uacute;ne ferramentas e conhecimento t&eacute;cnico de &oacute;rg&atilde;os como Sema (Secretaria do Meio Ambiente), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Ibama e a Defesa Civil Estadual.

Na Sala de Situa&ccedil;&atilde;o, como ficou denominado o ambiente, os t&eacute;cnicos desses &oacute;rg&atilde;os v&atilde;o trabalhar em conjunto, ser&aacute; poss&iacute;vel tra&ccedil;ar planos e entrar em a&ccedil;&atilde;o em tempo de evitar ou controlar grandes e pequenos desastres ambientais.

Sem especificar valores, Izabella disse que al&eacute;m dos recursos j&aacute; investidos na capacita&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e equipamentos, o CIMAN come&ccedil;a a operar de maneira que possa receber aporte financeiro de acordo com a urg&ecirc;ncia e a necessidade apresentada pela ocorr&ecirc;ncia.

Os recursos devem sair do Fundo da Amaz&ocirc;nia que, conforme a ministra, disp&otilde;e de R$ 1 bilh&atilde;o para projetos e a&ccedil;&otilde;es em &aacute;rea do bioma amaz&ocirc;nico.

O secret&aacute;rio estadual do Meio Ambiente, Alexander Maia, disse que essa &eacute; uma das muitas a&ccedil;&otilde;es da pol&iacute;tica ambiental do Estado, agora reunindo o esfor&ccedil;o de outros &oacute;rg&atilde;os em busca dos melhores resultados.

Para o chefe da Casa Militar, coronel Ant&ocirc;nio Monteiro de Moraes, o novo servi&ccedil;o vai potencializar as a&ccedil;&otilde;es estaduais, reduzindo as interven&ccedil;&otilde;es individuais e valorizando mais a atua&ccedil;&atilde;o em grupo.

Acompanhada do secret&aacute;rio-chefe da Casa Civil, Eder Moraes, que a recepcionou representando o governador do Estado, Silva Barbosa, e outros membros do governo, Izabella visitou o pr&eacute;dio onde est&aacute; instalado o CIMAN.

Ela destacou a redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de focos de queimadas em Mato Grosso. Disse que de 42 mil focos em 2007, o Estado reduziu para 8 mil em 2009 o n&uacute;mero de pontos identificados pelo sistema de monitoramento via sat&eacute;lite do Inpe.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1128</link>
      </item>
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          <title>&Oacute;leo usado no McDonalds abastece caminh&otilde;es em SP</title>
          <description>O &oacute;leo usado para fritar batatas, nuggets e outros alimentos no McDonalds tem sido transformado em biodiesel para abastecer os caminh&otilde;es da frota da lanchonete.

A Martin-Brower, empresa de log&iacute;stica dona da frota de caminh&otilde;es que transportam os produtos do McDonalds, armazena em sua sede, em Osasco (SP), o &oacute;leo j&aacute; usado nas lanchonetes. De l&aacute;, envia o &oacute;leo &agrave; usina da SP BIO, onde &eacute; transformado em combust&iacute;vel.

Hoje, 20 lanchonetes do McDonalds, todas em S&atilde;o Paulo, participam do projeto, em fase de teste. O objetivo da Martin-Brower &eacute; que 115 das 577 unidades do McDonalds  no Brasil participem da a&ccedil;&atilde;o at&eacute; 2011, substituindo por biodiesel 40% do combust&iacute;vel usado na frota de caminh&otilde;es, segundo afirmou Tupa Gomes, da Martin-Brower, ao jornal Brasil Econ&ocirc;mico.

Anualmente, os restaurantes da rede McDonalds utilizam cerca de 3 milh&otilde;es de litros de &oacute;leo de cozinha para a fritura de batatas e empanados, que j&aacute; vinham sendo recolhidos e reciclados em produtos como o sab&atilde;o, entre outros. Esse volume, quando destinado integralmente para a reciclagem em combust&iacute;vel, poder&aacute; abastecer com biodiesel B40 toda a frota de caminh&otilde;es que atendem a rede no pa&iacute;s, anunciou o McDonalds, em comunicado.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1127</link>
      </item>
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          <title>Como minimizar o efeito do &oacute;leo de cozinha no ambiente?</title>
          <description>Muitas donas de casa, assim como empregadas dom&eacute;sticas, diaristas e, em alguns casos, at&eacute; homens do lar, tomam algumas medidas no combate &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente. Seja separando res&iacute;duos de alimentos, ou, ent&atilde;o, reciclando o lixo gerado por sua resid&ecirc;ncia.

Entretanto, um fato, que para alguns pode parecer simples, faz toda a diferen&ccedil;a quando falamos em preserva&ccedil;&atilde;o ambiental: o descarte inadequado de produtos como &oacute;leo e gordura nos esgotos das resid&ecirc;ncias.

De acordo com dados da Companhia de Saneamento B&aacute;sico do Estado de S&atilde;o Paulo (Sabesp), estima-se que uma fam&iacute;lia gere 1,5 litro de &oacute;leo de cozinha por m&ecirc;s. Para servir de par&acirc;metro, 1 litro de &oacute;leo &eacute; respons&aacute;vel pela polui&ccedil;&atilde;o de 1 milh&atilde;o de litros de &aacute;gua, segundo a mesma companhia.

Para Franz Souza, diretor de planejamento da Mariano e Souza Ambiental,  o &oacute;leo e a gordura utilizados em frituras n&atilde;o se misturam com a &aacute;gua, pois s&atilde;o insol&uacute;veis. Se o mesmo for despejado na pia ou descartado inadequadamente, os riscos ao meio ambiente s&atilde;o enormes, podendo causar entupimento das tubula&ccedil;&otilde;es da pr&oacute;pria resid&ecirc;ncia ou mesmo das galerias e redes de esgotos.

Ap&oacute;s estes empecilhos causados aos sistemas de esgotos, o problema ambiental se agravar&aacute; quando este mesmo &oacute;leo de fritura chegar aos rios, c&oacute;rregos e lagoas. O especialista explica que com a forma&ccedil;&atilde;o de uma camada sobre a &aacute;gua, ser&atilde;o aglomerados entulhos e lixos dos mais variados tipos. Assim sendo, o ac&uacute;mulo dificultar&aacute; a passagem da luz, evitando a oxigena&ccedil;&atilde;o e a evapora&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua. Causando imediatamente a morte de qualquer tipo de vida aqu&aacute;tica, como a fauna e a flora brasileira dos rios, lagos e lagoas.

No caso do &oacute;leo ser despejado diretamente no solo, a impermeabiliza&ccedil;&atilde;o da terra &eacute; o primeiro resultado. Dificultando, assim, a passagem da &aacute;gua de chuva e propiciando enchentes.

Souza lista seis alternativas para contribuir pela preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente e fazer o descarte correto do &oacute;leo utilizado nas frituras:

 Utilize-o na fabrica&ccedil;&atilde;o dom&eacute;stica de sab&atilde;o. Muitas pessoas fazem este produto e necessitam de doa&ccedil;&otilde;es do produto queimado;

 Envie-o para uma entidade que o reaproveite. H&aacute; muitas delas espalhadas por diversos munic&iacute;pios brasileiros;

 Realize o tratamento de sua caixa de gordura eventualmente. Isso ir&aacute; contribuir para que o esgoto gerado por sua resid&ecirc;ncia ou com&eacute;rcio chegue da forma correta aos rios e esgotos;

 Espere o &oacute;leo esfriar e coloque-o em garrafas PET. Quando reunir uma quantidade significativa v&aacute; a uma das muitas redes de varejista que fazem a coleta do produto;

 Tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel transformar o &oacute;leo usado em combust&iacute;vel, mais precisamente em biodiesel. Por&eacute;m, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel fazer isto em casa. Informe-se sobre os locais de descarte adequados;

 E nunca, em hip&oacute;tese alguma, despeje o mesmo na pia, ou, mesmo, nos esgotos de sua rua ou avenida.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1126</link>
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          <title>Sipam divulga dados do desmatamento em &aacute;reas ind&iacute;genas e de conserva&ccedil;&atilde;o mato-grossenses</title>
          <description>O Sistema de Prote&ccedil;&atilde;o da Amaz&ocirc;nia (Sipam) divulgou nesta sexta-feira (23.07), dados do relat&oacute;rio 2010 do Programa de Monitoramento de &Aacute;reas Especiais (ProAE). O relat&oacute;rio, resultado da an&aacute;lise do desmatamento em terras ind&iacute;genas e unidades de conserva&ccedil;&atilde;o, foi entregue pelo gerente regional do Sipam, Jos&eacute; Neumar da Silveira ao secret&aacute;rio de Estado do Meio Ambiente, Alexander Torres Maia, na &uacute;ltima semana em reuni&atilde;o realizada na sede da Sema, em Cuiab&aacute;.

Os dados, que foram obtidos atrav&eacute;s da an&aacute;lise de imagens de sat&eacute;lite, e dever&atilde;o originar opera&ccedil;&otilde;es de fiscaliza&ccedil;&atilde;o no Estado, j&aacute; foram apresentados as autoridades federais e estaduais. Segundo o gerente regional do Sipam, Jos&eacute; Neumar da Silveira, a inten&ccedil;&atilde;o do &oacute;rg&atilde;o, ligado &agrave; Casa Civil da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, &eacute; prover seus parceiros com informa&ccedil;&otilde;es que facilitem o combate aos crimes ambientais nessas &aacute;reas, criadas justamente para resguardar o meio ambiente. O trabalho em conjunto tem dado resultado. A&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal, autua&ccedil;&otilde;es feitas pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente de Mato Grosso e fiscaliza&ccedil;&otilde;es que resultaram na descoberta de garimpos pela Funda&ccedil;&atilde;o Nacional do &Iacute;ndio s&atilde;o exemplos disso, destacou Neumar.

Tamb&eacute;m participou da reuni&atilde;o o secret&aacute;rio adjunto de Qualidade Ambiental, da Sema, Salatiel Araujo.

&Aacute;REAS PROTEGIDAS

Baseado nas imagens obtidas no segundo semestre de 2009, o relat&oacute;rio aponta que 683 mil hectares j&aacute; foram desmatados dentro dos 19 milh&otilde;es de hectares de &aacute;reas especiais do Estado. Terras Ind&iacute;genas, com 317,2 mil hectares desmatados, e Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o Estaduais, com 315,3 mil hectares desflorestados, dividem os &iacute;ndices mais graves, sendo o restante atribu&iacute;do &agrave;s Unidades Federais (49,7 mil hectares) e &agrave;s Reservas Particulares do Patrim&ocirc;nio Natural (1.041 hectares).

At&eacute; o ano passado, as Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o Estaduais j&aacute; tinham perdido 12% de sua cobertura vegetal. Todas as unidades existentes j&aacute; sofreram algum dano, com excess&atilde;o da Esta&ccedil;&atilde;o Ecol&oacute;gica (ESEC) Rio Madeirinha, em Colniza. Entretanto, a &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental (APA) Cabeceiras do Rio Cuiab&aacute;, localizada no centro-sul do estado, &eacute; respons&aacute;vel por grande parte desse total e se destaca negativamente, com mais de 104 mil hectares desmatados.

Nos 13 milh&otilde;es de hectares de Terras Ind&iacute;genas (TI), 2,34% foi impactado. As TI Jarudore, no munic&iacute;pio de Poxor&eacute;o, e Maraiwatsede, no leste mato-grossense, encontram-se na situa&ccedil;&atilde;o mais delicada, com 73% e 45% de suas &aacute;reas desmatadas, respectivamente. Dentre as sete Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o Federais, a APA Meandros do Rio Araguaia, localizada nos munic&iacute;pios de Cocalinho e Novo Santo Ant&ocirc;nio, &eacute; respons&aacute;vel por mais de 80% do desmatamento. Com 39,8 mil hectares desflorestados, a APA j&aacute; perdeu 11% de sua cobertura. J&aacute; a Reserva Particular do Patrim&ocirc;nio Natural (RPPN) Sesc Pantanal, em Bar&atilde;o de Melga&ccedil;o, tem 1.014 hectares de sua &aacute;rea desmatados.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1125</link>
      </item>
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          <title>Governos lan&ccedil;am opera&ccedil;&atilde;o contra queimadas ilegais no MT</title>
          <description>A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e o governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, lan&ccedil;am nesta sexta-feira em Cuiab&aacute; a Opera&ccedil;&atilde;o Mato Grosso Verde 2010. O objetivo &eacute; combater as queimadas ilegais em &aacute;reas agr&iacute;colas e florestais no Estado.

Est&atilde;o previstas a&ccedil;&otilde;es integradas de v&aacute;rios &oacute;rg&atilde;os, como o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil, al&eacute;m da vigil&acirc;ncia a&eacute;rea e por sat&eacute;lite, comandadas por um Centro Integrado Multiag&ecirc;ncias de Coordena&ccedil;&atilde;o Operacional.

A solenidade de lan&ccedil;amento da opera&ccedil;&atilde;o est&aacute; marcada para o meio-dia, no Pal&aacute;cio Paiagu&aacute;s, sede do governo de Mato Grosso.

Essa &eacute; a segunda grande opera&ccedil;&atilde;o conjunta ap&oacute;s a cria&ccedil;&atilde;o, no final de 2009, do Programa Nacional de Redu&ccedil;&atilde;o do Uso do Fogo nas &Aacute;reas Rurais e Florestais. A primeira ocorreu em fevereiro e mar&ccedil;o deste ano, em Roraima.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1124</link>
      </item>
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          <title>Desmatamento na Amaz&ocirc;nia cai 47% na compara&ccedil;&atilde;o anual</title>
          <description>O acumulado do desmatamento na Amaz&ocirc;nia entre agosto de 2009 e maio de 2010 caiu 47 por cento, para 1.564 quil&ocirc;metros quadrados, em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo um ano antes, quando o desmatamento atingiu uma &aacute;rea de 2.958 quil&ocirc;metros quadrados.

Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgados pelo Minist&eacute;rio do Meio Ambiente nesta quinta-feira, os Estados l&iacute;deres de desmatamento, em monitoramento em maio deste ano, s&atilde;o Mato Grosso (51,9 quil&ocirc;metros quadrados), Par&aacute; (37,2), Rond&ocirc;nia (10,7) e Amazonas (9,8 km).

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, avaliou que a redu&ccedil;&atilde;o &eacute; uma tend&ecirc;ncia que vem se consolidando por diversos fatores, inclusive a&ccedil;&otilde;es estaduais e fiscaliza&ccedil;&otilde;es que envolvem Pol&iacute;cia Federal, Pol&iacute;cia Rodovi&aacute;ria Federal, For&ccedil;a Nacional e Casa Civil.

O bioma da Amaz&ocirc;nia tem &aacute;rea total de 4,2 milh&otilde;es de quil&ocirc;metros quadrados, o que corresponde a 48,1 por cento do territ&oacute;rio brasileiro, e abrange os Estados do Par&aacute;, Amazonas, Amap&aacute;, Acre, Rond&ocirc;nia e Roraima e algumas partes do Maranh&atilde;o, Tocantins e Mato Grosso.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1123</link>
      </item>
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          <title>Ministra confirma redu&ccedil;&atilde;o do desmatamento nos estados da Amaz&ocirc;nia Legal</title>
          <description>A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciou na tarde desta quinta-feira (22.07), os dados sobre o desmatamento na Amaz&ocirc;nia, que entre agosto de 2009 e maio de 2010 foi 47% menor do que o mesmo per&iacute;odo entre 2008 e 2009. O recorde &eacute; ainda maior do que a redu&ccedil;&atilde;o de 42% registrados pelos sat&eacute;lites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) no ano passado. Durante o an&uacute;ncio, a ministra divulgou tamb&eacute;m informa&ccedil;&otilde;es sobre a supress&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o nativa do bioma Pampa que foram pela primeira vez consolidados.

A redu&ccedil;&atilde;o do desmatamento foi registrada em todos os Estados, com exce&ccedil;&atilde;o do Amazonas, que teve aumento de 6%. O desmatamento acumulado do bioma foi de 2.958,30 km&sup2; entre agosto de 2008 e maio de 2009 e de 1.564,81 km&sup2; nos mesmos meses entre 2009 e 2010. Entre os Estados l&iacute;deres de desmatamento, em monitoramento em maio deste ano est&atilde;o Mato Grosso (51,9 km&sup2;), Par&aacute; (37,2 km&sup2;), Rond&ocirc;nia (10,7 km&sup2;) e Amazonas (9,8 km&sup2;).

Na avalia&ccedil;&atilde;o da ministra, a redu&ccedil;&atilde;o &eacute; uma tend&ecirc;ncia que vem se consolidando por diversos fatores, inclusive a&ccedil;&otilde;es estaduais e fiscaliza&ccedil;&otilde;es que envolvem Pol&iacute;cia Federal, Pol&iacute;cia Rodovi&aacute;ria Federal, For&ccedil;a Nacional e Casa Civil. O diretor de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental do Ibama, Luciano Evaristo, anunciou que 14 opera&ccedil;&otilde;es contra o desmatamento est&atilde;o em andamento hoje na Amaz&ocirc;nia. Ele disse que ser&atilde;o 226 durante este ano, com 65 serrarias j&aacute; fechadas na regi&atilde;o, 195 caminh&otilde;es, 59 tratores e 103 mil metros c&uacute;bicos de madeira apreendidos, entre agosto e maio.

MATO GROSSO  Os n&uacute;meros confirmados pelo an&uacute;ncio da ministra do Meio Ambiente j&aacute; haviam sido comentados pelo secret&aacute;rio adjunto de Qualidade Ambiental, Salatiel Araujo, quando da divulga&ccedil;&atilde;o feita pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espacial (Inpe), na semana passada.

Na ocasi&atilde;o, o secret&aacute;rio adjunto destacou que apesar de ter sido registrada em Mato Grosso a maior &aacute;rea de desmatamento no m&ecirc;s de maio - com 51,9 km 2 -, os dados do Sistema de Detec&ccedil;&atilde;o de Desmatamento em Tempo Real (Deter), para o m&ecirc;s de maio, divulgados na quinta-feira (15.07), ap&oacute;s compara&ccedil;&atilde;o com os dados do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), do Imazon (de abril e maio), e dos focos de calor (de junho), demonstram que o Estado vem reduzindo a sua &aacute;rea desmatada.

Analisando os n&uacute;meros foi constatada uma redu&ccedil;&atilde;o de 24 % da &aacute;rea considerada como de poss&iacute;veis desmatamentos do tipo corte raso no per&iacute;odo de agosto de 2009 a maio de 2010 em compara&ccedil;&atilde;o com agosto de 2008 a maio de 2009 advindos do SAD  Imazon.

Tamb&eacute;m houve uma redu&ccedil;&atilde;o de 47,19 % da &aacute;rea considerada como de poss&iacute;veis desmatamentos do tipo corte raso e do tipo degrada&ccedil;&atilde;o progressiva no per&iacute;odo de agosto de 2009 a maio de 2010 em compara&ccedil;&atilde;o com agosto de 2008 a maio de 2009 advindos do Deter  Inpe.

Nos meses de janeiro e fevereiro, o Inpe havia detectado 208,2 km 2 de devasta&ccedil;&atilde;o na Amaz&ocirc;nia. J&aacute; em outubro e novembro de 2009, o desmatamento detectado foi de 247,6 km 2 . O m&ecirc;s de dezembro ficou sem medi&ccedil;&atilde;o por conta da forte cobertura de nuvens nesta &eacute;poca do ano.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=1122</link>
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