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    <title>Preserve MT</title>
    <link>http://www.preservemt.com.br</link>
    <description>Mato Grosso contra as queimadas.</description>
    <language>pt-br</language>
      <item>
          <title>Programa de coleta seletiva de lixo ser&aacute; implantado nas escolas municipais de Chapada dos Guimar&atilde;es</title>
          <description>Quatro escolas municipais de Chapada dos Guimar&atilde;es a partir de abril passam a contar com programa de coleta seletiva. Durante o projeto os alunos participar&atilde;o de palestras e oficinas, assistir&atilde;o v&iacute;deos sobre o tema e discutir&atilde;o os problemas ocasionados pelo lixo como o processo de decomposi&ccedil;&atilde;o, os impactos ao meio ambiente, o trabalho dos catadores de lixo e o funcionamento da coleta seletiva.

Para o in&iacute;cio do programa 40 lat&otilde;es diferenciados (res&iacute;duos &uacute;midos e secos) j&aacute; foram adquiridos.

O programa de coleta seletiva do lixo faz parte de um projeto piloto coordenado pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual (MPE), por meio da Promotoria de Justi&ccedil;a da cidade, e a Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o, em parceria com &oacute;rg&atilde;os municipais e estaduais.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=778</link>
      </item>
      <item>
          <title>Fiscaliza&ccedil;&atilde;o faz balan&ccedil;o final das apreens&otilde;es na piracema 2009-2010</title>
          <description>A Superintend&ecirc;ncia de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o (SUF)/Coordenadoria de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o da Pesca da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) divulgou, nessa quinta-feira (04.03), o resultado das a&ccedil;&otilde;es de combate a pesca irregular no per&iacute;odo da piracema 2009-2010. Durante os quatro meses de dura&ccedil;&atilde;o do per&iacute;odo proibitivo para pesca nos rios mato-grossenses, da Piracema, (com in&iacute;cio em 5 de novembro e t&eacute;rmino dia 28 de fevereiro de 2010), foram apreendidas 8.516,00 quilos de pescado irregular. Nesse per&iacute;odo a Fiscaliza&ccedil;&atilde;o da Sema emitiu 410 autos de inspe&ccedil;&atilde;o, 256 Termos de Apreens&atilde;o, 106 Autos de Infra&ccedil;&atilde;o, 17 Notifica&ccedil;&otilde;es; R$ 1.174.164,51 em multas e ainda apreendeu 154,20 quilos de carne de ca&ccedil;a.

A Coordenadoria de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o de Pesca foi a respons&aacute;vel por operacionalizar as a&ccedil;&otilde;es de fiscaliza&ccedil;&otilde;es conjuntas. Essas opera&ccedil;&otilde;es envolveram as Diretorias Desconcentradas e Ger&ecirc;ncias de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o, e diversas institui&ccedil;&otilde;es, como as pol&iacute;cias Militar e Civil, por meio do N&uacute;cleo Ambiental e Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), Juizado Volante Ambiental (Juvam), Pol&iacute;cia Federal, Policia Rodovi&aacute;ria Federal (PRF), Federa&ccedil;&atilde;o de Pescadores Profissionais do Estado de Mato Grosso, Instituto Nacional de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renov&aacute;veis (Ibama), dentre outros.

No total, foram apreendidos, em novembro de 2009, 2.150 materiais utilizados na pesca predat&oacute;ria. Em dezembro de 2009, 1.351; em janeiro de 2010, 869 e em fevereiro de 2010, 1.430, totalizando 5.800. Os materiais apreendidos v&atilde;o desde anzol comum e de galho/pinda, barcos, b&oacute;ias/gal&otilde;es, caixas com acess&oacute;rios de pesca, caixas t&eacute;rmicas/isopor, canoas, espinheis, freezers, molinetes, motos, motores de popa/rabeta, redes, remos, tarrafas, varas de pesca, at&eacute; ve&iacute;culos, armas de fogo e muni&ccedil;&otilde;es, e animais silvestres.

Para o superintendente de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o da Sema, coronel Gley Alves, os resultados positivos alcan&ccedil;ados no combate a pesca predat&oacute;ria nos &uacute;ltimos anos s&atilde;o decorrentes de a&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas que s&atilde;o desenvolvidas em todo o Estado. Al&eacute;m dos procedimentos de fiscaliza&ccedil;&atilde;o em campo, capacita&ccedil;&atilde;o dos fiscais ambientais envolvidos e orienta&ccedil;&atilde;o para a popula&ccedil;&atilde;o, o trabalho conjunto dos &oacute;rg&atilde;os &eacute; fundamental, ressaltou.

Ele lembra ainda que desde o planejamento das opera&ccedil;&otilde;es de fiscaliza&ccedil;&atilde;o para a piracema 2009-2010 houve uma aumento estrat&eacute;gico do n&uacute;mero de integrantes das a&ccedil;&otilde;es, visando principalmente manter a presen&ccedil;a da fiscaliza&ccedil;&atilde;o e do policiamento num maior n&uacute;mero de regi&otilde;es, em especial naquelas de maior &iacute;ndice de pesca predat&oacute;ria, e levar orienta&ccedil;&atilde;o a popula&ccedil;&atilde;o.

Nesta piracema, as opera&ccedil;&otilde;es realizadas pela Sema e institui&ccedil;&otilde;es parceiras tiveram como foco o recolhimento dos apetrechos utilizados na pesca predat&oacute;ria alcan&ccedil;ando o maior objetivo do per&iacute;odo de defeso que &eacute; manter os peixes vivos nos rios para que cumpram sua fun&ccedil;&atilde;o natural de reprodu&ccedil;&atilde;o, disse tamb&eacute;m o coronel.

Ao avaliar a atua&ccedil;&atilde;o do &oacute;rg&atilde;o ambiental, o superintendente destacou que a Sema, integrada a outras institui&ccedil;&otilde;es parceiras, tem provado que &eacute; capaz de manter uma fiscaliza&ccedil;&atilde;o efetiva nos rios, com o aumento substancial da apreens&atilde;o de apetrechos proibidos. O n&uacute;mero de redes, tarrafas, anz&oacute;is de galho, b&oacute;ias e espinheis apreendidos cresce a cada ano e, s&atilde;o indicativos importantes, quando a fiscaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; focada na prote&ccedil;&atilde;o da reprodu&ccedil;&atilde;o dos peixes, concluiu.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=777</link>
      </item>
      <item>
          <title>Desmatamento em Mato Grosso reduz em 6 meses</title>
          <description>O desmatamento da Amaz&ocirc;nia Legal em Mato Grosso apresentou queda de 35% no acumulado de agosto de 2009 e janeiro de 2010, comparado a agosto de 2008 e janeiro de 2009. As informa&ccedil;&otilde;es do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz&ocirc;nia (Imazon) mostram que a &aacute;rea derrubada caiu de 198 para 129 quil&ocirc;metros quadrados. Essa realidade, por&eacute;m, n&atilde;o foi verificada em todos os estados, j&aacute; que teve aumento total de 22% no desmatamento no mesmo per&iacute;odo, de 687 para 836 quil&ocirc;metros quadrados.

Para a pesquisadora e uma das integrantes no trabalho com o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon, Sanae Hayashi, as quedas em Mato Grosso s&atilde;o por causa das opera&ccedil;&otilde;es do governo federal, como a &quot;Arco de Fogo&quot;, do aumento da fiscaliza&ccedil;&atilde;o estadual e da divulga&ccedil;&atilde;o da lista dos munic&iacute;pios que mais desmatam. Para estes, houve restri&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;ditos enquanto apresentavam alto &iacute;ndice.

No comparativo entre dezembro de 2009 e janeiro de 2010, Mato Grosso divide com Rond&ocirc;nia um aumento da &aacute;rea desmatada (29% cada Estado), mas, segundo a pesquisadora, esse n&uacute;mero n&atilde;o &eacute; representativo j&aacute; que nesse m&ecirc;s houve muita incid&ecirc;ncia de nuvens na regi&atilde;o, o que dificulta a an&aacute;lise via sat&eacute;lite. Por causa das nuvens, apenas 50% da Amaz&ocirc;nia Legal foi verificada.

O secret&aacute;rio-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Salatiel Alves de Ara&uacute;jo, afirmou que os produtores est&atilde;o verificando que a floresta em p&eacute; tem mais valor que derrubada, mas isso ser&aacute; melhor mostrado a m&eacute;dio e longo prazo.

Ara&uacute;jo lembrou que a queda n&atilde;o ocorreu apenas no corte raso. A chamada &quot;degrada&ccedil;&atilde;o progressiva&quot; (retirada de madeira aos poucos) tamb&eacute;m apresentou redu&ccedil;&atilde;o. De setembro de 2009 a janeiro de 2010 houve queda de 45% comparado a setembro de 2008 e janeiro de 2009, de 345,5 para 189 quil&ocirc;metros quadrados. &quot;Isso mostra que as pessoas n&atilde;o querem enganar o sat&eacute;lite, n&atilde;o est&atilde;o entrando na floresta para tirar madeira enquanto tem a cobertura das &aacute;rvores maiores&quot;.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=776</link>
      </item>
      <item>
          <title>2&ordf; etapa do Mutir&atilde;o Arco Verde Terra Legal investe em capacita&ccedil;&atilde;o de agentes p&uacute;blicos</title>
          <description>Novo modelo de desenvolvimento sustent&aacute;vel na Amaz&ocirc;nia ser&aacute; criado por meio de um programa de fortalecimento da gest&atilde;o ambiental. De 3 a 5 de mar&ccedil;o, o Minist&eacute;rio do Meio Ambiente (MMA) apresenta em Marab&aacute; (PA), Cuiab&aacute; (MT) e Porto Velho (RO), um programa de capacita&ccedil;&atilde;o com foco na economia sustent&aacute;vel para representantes dos 43 munic&iacute;pios que mais desmatam a floresta. O encontro vai consolidar a segunda etapa do mutir&atilde;o Arco Verde Terra Legal, lan&ccedil;ado em junho de 2009.

No curso ser&atilde;o treinados cerca de 200 agentes de governos estaduais, prefeituras e da sociedade civil para servirem como multiplicadores de a&ccedil;&otilde;es que consolidem as atividades sustent&aacute;veis, protejam a floresta e garantam a renda das fam&iacute;lias dos munic&iacute;pios.  Em pareceria com universidades, o curso dever&aacute; come&ccedil;ar em maio e ser&aacute; divido em cinco m&oacute;dulos de 40 horas de aulas cada. Devem participar representantes do Amazonas, Maranh&atilde;o, Mato Grosso, Par&aacute;, Rond&ocirc;nia e Roraima.

Ap&oacute;s a capacita&ccedil;&atilde;o, uma equipe t&eacute;cnica ir&aacute; acompanhar a elabora&ccedil;&atilde;o de projetos e instrumentos de gest&atilde;o abordados no curso. Isso permitir&aacute; ao pequeno agricultor ampliar a produ&ccedil;&atilde;o e proteger o meio ambiente.

Apresenta&ccedil;&otilde;es da segunda fase - Durante os encontros o Minist&eacute;rio da Agricultura vai entregar patrulhas agr&iacute;colas &agrave;s prefeituras. Todo munic&iacute;pio receber&aacute; o maquin&aacute;rio com trator e implementos agr&iacute;colas. Tamb&eacute;m ser&aacute; apresentado o projeto de Capacita&ccedil;&atilde;o para o Fortalecimento da Gest&atilde;o Ambiental Municipal e a elabora&ccedil;&atilde;o de projetos. Os termos de conv&ecirc;nio que ser&atilde;o celebrados com as prefeituras ser&atilde;o entregues para que sejam instalados equipamentos tecnol&oacute;gicos do Sistema de Prote&ccedil;&atilde;o da Amaz&ocirc;nia (Sipam) para ajudar a gest&atilde;o ambiental municipal. Entre as ferramentas est&atilde;o sistemas de GPS que ajudar&atilde;o na demarca&ccedil;&atilde;o da reserva legal.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES) vai estimular as prefeituras a elaborarem projetos para angariar recursos do Fundo Amaz&ocirc;nia, apresentando estrat&eacute;gia de financiamento de projetos pelo o Fundo. J&aacute; o Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Agr&aacute;rio vai apoiar projetos de infraestrutura nos munic&iacute;pios.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=775</link>
      </item>
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          <title>Opera&ccedil;&atilde;o da PMA no Pantanal autua 47 pescadores</title>
          <description>Policiais Militares Ambientais de Campo Grande e Coxim, em uma equipe Comandada pelo SUBCOMANDANTE DA PMA, realizaram uma opera&ccedil;&atilde;o de 08 dias, iniciada, antes da abertura da pesca, na quinta feira, dia 25 de fevereiro e encerrada ontem &agrave; tarde, na regi&atilde;o do rio Correntes, Pequiri e Itiquira, na divisa com Mato Grosso, no rio S&atilde;o Louren&ccedil;o e Paraguai, at&eacute; a Pousada Caracar&aacute;, abaixo do Porto Jofre. Em virtude, do local em que os policiais estavam n&atilde;o haver forma de comunica&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o houve como divulgar os autuados no balan&ccedil;o final da opera&ccedil;&atilde;o Piracema. Estes dados alteram totalmente os n&uacute;meros finais da opera&ccedil;&atilde;o, visto que, s&oacute; em per&iacute;odo proibido foram autuados 32 pescadores pelas equipes nesta opera&ccedil;&atilde;o.

AUTUA&Ccedil;&Otilde;ES AINDA DURANTE A PIRACEMA:

Em um acampamento localizado na Fazenda S&atilde;o Louren&ccedil;o, &agrave;s margens do Rio Piquiri, no munic&iacute;pio de Corumb&aacute; os policiais ambientais autuaram um grupo de 13 pessoas de Cuiab&aacute;-MT, que praticavam pesca no per&iacute;odo proibido. ANT&Ocirc;NIO ALTAIR GEIER, VALDOMIRO PAZINI, EVERTON JOS&Eacute; PACHECO SAMPAIO, CELSO ANT&Ocirc;NIO GEIER DEFONTE, JO&Atilde;O AIRTON GEIER, OSVALDO ALVES FEITOSA, IV&Ocirc;NIO TAUFER DEFONTE, ANILDO JOS&Eacute; GEIER, FRANCISCO ISRAEL ALVES PEREIRA, DOUGLAS RIBEIRO BONFIM, LUIZ ADELAR GEIER, RAIMUNDO PACHECO SAMPAIO, JOALDO JANGUE B. DINIZ PU&Ccedil;&Aacute;. Com eles foram apreendidos, 25 kg de pescado em fil&eacute;, 01 caixa isot&eacute;rmica, (proibido fazer fil&eacute;, antes da vistoria), 01 lancha Maraj&oacute; com motor 90 HP, 03 motores de popa, 03 barcos e 14 molinetes. Cada autuado foi multado em R$ 5.000,00, perfazendo um total de R$ 65.000,00.

Na foz do rio Piquiri com o Itiquira foram autuados 03 turistas do Esp&iacute;rito Santo, que pescavam em per&iacute;odo proibido, com petrechos proibidos (redes de pesca) e, ainda capturavam pescado em tamanho inferior ao permitido e tamb&eacute;m tinham arma de ca&ccedil;a no acampamento. OSMAR BETINI, ALMIRANTE ALVES PARTICHELLI e ROBERTO CARLOS PAEL, residentes em Cariacica-ES foram multados em R$ 7.800,00 cada um. Com eles foram apreendidos: 01 espingarda calibre 22 com 04 muni&ccedil;&otilde;es, 40 kg de pescado, 03 redes de pesca, 07 molinetes, cordas para espinhel, 02 motores de popa com tanques de combust&iacute;vel e 02 barcos.

No pesqueiro Recanto dos Bugres, Rio Piquiri, de propriedade de JORCELEY TEODORO DA SILVA, residente em Sonora-MS foi encontrado 12,5Kg de pescado com tamanho inferior ao permitido, tamb&eacute;m foram apreendidos 04 tarrafas, 21 anz&oacute;is de galhos, uma rede de pesca e uma espingarda Cal. 22. Foi confeccionado auto de infra&ccedil;&atilde;o administrativo e multa no valor de R$ 15.260,00 contra JORCELEY.

Na localidade do &quot;P&eacute; de Galinha&quot; munic&iacute;pio de Corumb&aacute;-MS, os policiais flagraram 03: ANT&Ocirc;NIO JULIANO JOS&Eacute; TRIACA, SERGIO BASSO e ANT&Ocirc;NIO FERNADO BARISON ambos residentes na cidade de Santo Vasconcelos-SP. Com eles foram encontrados 5 Kg de pescado. Foram apreendidos 06 molinetes, 01 carretilha e uma lancha com motor de 90 HP, tamb&eacute;m foi confeccionado auto de infra&ccedil;&atilde;o administrativo e multa no valor de R$ 3.000,00 para cada autuado.
Pr&oacute;ximo ao Po&ccedil;o do Ja&uacute; foram flagrados ONIVALDO MACEDO PEREIRA,, residente em Assis- SP e LUDIO SEBASTI&Atilde;O HELPS residente em Bar&atilde;o de Melga&ccedil;o-MT, praticando pesca predat&oacute;ria. Com eles foram encontrados 12 kg de pescado, 01 barco de alum&iacute;nio, 01 motor de popa e 05 molinetes. Foi confeccionado auto de infra&ccedil;&atilde;o administrativo e multa no valor de R$ 3.000,00 para cada autuado.

Pr&oacute;ximo ao Rancho Alvorada, munic&iacute;pio de Corumb&aacute;-MS, os policiais flagraram MARCELO PAIASSA e GUSTAVO SESTARI, ROBERTO SESTARI, ALBERTO PIASA e SILVIA MARIA PIASSA SESTARI, residentes em Araguari-MG, que pescavam durante a piracema. Foram apreendidos: 04 embarca&ccedil;&otilde;es, 02 motor de popa, 08 molinetes e 02 tanques de combust&iacute;vel e 03 kg de pescado. Foi confeccionado auto de infra&ccedil;&atilde;o administrativo e multa no valor de R$ 5.000,00 para cada autuado.

ANT&Ocirc;NIO REIS QUIEROZ, M&Aacute;RCIO HENRIQUE ABDALA e MARCELO HENRIQUE ABDALA tamb&eacute;m pescavam em per&iacute;odo de piracema. Foram apreendidos; 04 barcos de alum&iacute;nio, 02 motores de popa, 01 gerador de for&ccedil;a. Foi arbitrada multa no valor de R$ 5.000,00 para cada autuado

Pr&oacute;ximo ao Pesqueiro Para&iacute;so, os policiais flagraram JOAQUIM DA ROSA SANTOS e EUGENIO PACELI LOPES, residentes em Bar&atilde;o de Melga&ccedil;o-MT, praticando pesca predat&oacute;ria em per&iacute;odo de defeso. Foram apreendidos 03 varas de pesca, 01 motor de popa, 04 molinetes, 01 lancha pesqueira e 02 Kg de pescado da esp&eacute;cie Pacu. Foi arbitrada multa no valor de R$ 10.000,00 para cada autuado.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=774</link>
      </item>
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          <title>Comiss&atilde;o reivindica estrada em TO para beneficiar MT</title>
          <description>Lideran&ccedil;as pol&iacute;ticas do Baixo Araguaia estiveram nesse final de semana reunidos com o governador do estado de Tocantins, Carlos Henrique Gaguin (PMDB), na cidade Lagoa da Confus&atilde;o, para pedir a interven&ccedil;&atilde;o do estado vizinho na constru&ccedil;&atilde;o de uma estrada de aproximadamente 91 km, no lado tocantinense, permitindo a liga&ccedil;&atilde;o de Formoso-TO a Ilha do Bananal, em MT.

A comitiva de Mato Grosso foi chefiada pelo vice-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa e contou com a presen&ccedil;a do prefeito de S&atilde;o Felix do Araguaia, Filemon Gomes Limoeiro (PPS), do deputado estadual Adalto de Freitas, o Daltinho (PMDB) e o suplente de deputado federal Eduardo Moura (PPS).

A comitiva de MT defende que a estrada vai vitalizar a produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os e escoamento dos dois estados sem impacto ao Meio Ambiente, pois continua sendo feito atrav&eacute;s de balsa, respeitando a ilha. N&oacute;s queremos uma liga&ccedil;&atilde;o com Formoso porque o estado vizinho vai comprar insumos e produtos do lado de MT explicou Daltinho.

De acordo com o parlamentar, o pedido encabe&ccedil;ado pela comiss&atilde;o tem aprova&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o que reivindica abertura desta estrada para movimentar a venda de calc&aacute;rio, adubo e insumos agr&iacute;colas.

A proposta &eacute; tornar essa regi&atilde;o sustent&aacute;vel sem desrespeitar a exuber&acirc;ncia que &eacute; a ilha acrescentou o peemedebista. A comiss&atilde;o saiu animada do encontro com o governador tocantinense que teria assumido um compromisso de abrir a estrada nos pr&oacute;ximos meses.

A ilha do Bananal, divisa entre MT e TO consiste em um dos lugares mais bonitos da regi&atilde;o e mant&eacute;m uma grande produ&ccedil;&atilde;o de artesanato ind&iacute;gena, em fun&ccedil;&atilde;o das v&aacute;rias etnias residentes naquela regi&atilde;o. Caso seja aberta essa estrada, Mato Grosso espera fomentar o desenvolvimento entre os dois estados com o plantio de soja, milho e arroz. A rodovia reivindicada vai facilitar trafegabilidade para MT dos moradores de Gurupi, Lagoa da Confus&atilde;o e Formoso, do lado tocantinense.

Um aspecto pol&iacute;tico chamou aten&ccedil;&atilde;o nesta comitiva, a presen&ccedil;a de Silval Barbosa junto com o suplente Moura, que faz parte da executiva do PPS. Cogita-se que houve um convite oficial de Barbosa para que o PPS venha para o palanque peemedebista. Vale dizer que o PPS vem de bra&ccedil;os dados com o PSB de Mauro Mendes. Mas a presen&ccedil;a de Moura e Silval juntos despertou a curiosidade de uma nova composi&ccedil;&atilde;o.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=773</link>
      </item>
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          <title>Pecuaristas e ind&uacute;stria aderem ao MT Legal</title>
          <description>Representantes da cadeia produtiva da carne bovina de Mato Grosso e a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias Exportadoras de Carne (Abiec) referendaram, na tarde desta ter&ccedil;a-feira (02.03), o compromisso assumido com o Governo do Estado de implementar as a&ccedil;&otilde;es pr&oacute;-ativas de desenvolvimento sustent&aacute;vel estabelecidas no Programa Mato-grossense de Regulariza&ccedil;&atilde;o Ambiental Rural (MT Legal).

Durante a reuni&atilde;o nesta tarde com o governador do Estado, Blairo Maggi, no Pal&aacute;cio Paiagu&aacute;s, diretores do F&oacute;rum Nacional da Pecu&aacute;ria de Corte (CNA), Federa&ccedil;&atilde;o da Agricultura de Mato Grosso (Famato), Associa&ccedil;&atilde;o dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Conselho Nacional de Secret&aacute;rios de Estado de Agricultura (Conseagri), Sindicato das Ind&uacute;strias de Frigor&iacute;ficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Abiec assinaram ades&atilde;o ao programa.

Isso vem comprovar que o Programa MT Legal tem a caracter&iacute;stica de colocar o produtor rural e todo o Estado &agrave; frente da sua regulariza&ccedil;&atilde;o ambiental, da sua certifica&ccedil;&atilde;o, argumentou o secret&aacute;rio-extraordin&aacute;rio de Pol&iacute;ticas Ambientais e Fundi&aacute;rias de Mato Grosso (MT Legal), Vicente Falc&atilde;o, que acredita que a partir de agora as entidades representativas de classes poder&atilde;o motivar os demais produtores &agrave; regulariza&ccedil;&atilde;o.

Um comunicado &agrave; sociedade destacando o compromisso assumido tamb&eacute;m foi apresentado pelo grupo. Conforme o documento, a uni&atilde;o da cadeia produtiva da carne bovina e dos &oacute;rg&atilde;os governamentais representa a conclus&atilde;o dos esfor&ccedil;os da categoria em se adequar &agrave;s legisla&ccedil;&otilde;es ambientais aplic&aacute;veis e, com isso, garantir aos consumidores transpar&ecirc;ncia e qualidade.

Blairo Maggi cumprimentou aos produtores e representantes da ind&uacute;stria pela iniciativa. O Estado de Mato Grosso est&aacute; preparado; a Sema (Secretaria de Estado de Meio Ambiente) est&aacute; preparada. N&atilde;o s&oacute; para multar, mas ajudar, conduzir para que as coisas aconte&ccedil;am, ressaltou o governador.

A participa&ccedil;&atilde;o da Abiec no contexto, segundo o diretor-executivo da Abiec, Ot&aacute;vio Hermont Can&ccedil;ado, se deu pela import&acirc;ncia socioecon&ocirc;mica que o Estado representa no mercado. Mato Grosso &eacute; o maior representante da pecu&aacute;ria de corte do Brasil, sen&atilde;o do mundo; S&atilde;o os maiores exportadores de carne do mundo, em valor e volume. Em segundo lugar, a parceria com o governador Blairo Maggi que vem se destacando ao longo dos anos na defesa do meio ambiente e terceiro, pela ferramenta lan&ccedil;ada disponibilizou para os produtores e para as ind&uacute;strias para que se adeque a legalidade, disse.

Can&ccedil;ado argumentou inclusive que com apoio do governador e do Estado, os outros seguir&atilde;o firme no prop&oacute;sito.

ENTENDA O MT LEGAL

Para ades&atilde;o ao programa, o propriet&aacute;rio ou possuidor do im&oacute;vel rural dever&aacute; requerer o Licenciamento Ambiental &Uacute;nico (LAU), no prazo m&aacute;ximo de um ano, a contar da data de publica&ccedil;&atilde;o do decreto que disciplina as etapas do processo de licenciamento, o decreto 2.238, de 13 de novembro de 2009, publicado no Di&aacute;rio Oficial do Estado 25.200.

O processo de Licenciamento Ambiental de im&oacute;veis rurais obedece a duas etapas que consistem no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o Licenciamento Ambiental &Uacute;nico (LAU).

O CAR nada mais &eacute; do que o registro dos im&oacute;veis rurais, por meio eletr&ocirc;nico, na Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema). Esse cadastro permitir&aacute; o controle e monitoramento das propriedades. No cadastro constar&atilde;o todas as certid&otilde;es, licen&ccedil;as, autoriza&ccedil;&otilde;es e demais documentos necess&aacute;rios para a regulariza&ccedil;&atilde;o ambiental daquela propriedade, independente de transfer&ecirc;ncia ou posse. &Eacute; importante lembrar que n&atilde;o ser&aacute; concedida licen&ccedil;a de qualquer natureza para empreendimentos e atividades agropecu&aacute;rias localizadas em im&oacute;veis rurais que n&atilde;o estejam registrados no Cadastro Ambiental Rural.

No caso de propriet&aacute;rios ou possuidores que j&aacute; possu&iacute;rem a Licen&ccedil;a Ambiental &Uacute;nica, ou j&aacute; tiverem formalizado seu requerimento at&eacute; a data da publica&ccedil;&atilde;o do decreto que disciplina o programa, basta que efetuem o cadastro por ocasi&atilde;o da renova&ccedil;&atilde;o da licen&ccedil;a.

At&eacute; a emiss&atilde;o da Certid&atilde;o Provis&oacute;ria de Regularidade Ambiental  CPRA, o propriet&aacute;rio ou possuidor da propriedade ter&aacute; que cumprir v&aacute;rias etapas que v&atilde;o desde o diagn&oacute;stico ambiental, forma de execu&ccedil;&atilde;o do Plano de Recupera&ccedil;&atilde;o de &Aacute;reas Degradadas (PRAD) at&eacute; a assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta Ambiental (TAC).

O CAR tamb&eacute;m ser&aacute; exigido dos projetos de assentamentos rurais, para fins de reforma agr&aacute;ria, j&aacute; implantados ou que tenham sido criados em &aacute;reas ocupadas por popula&ccedil;&otilde;es tradicionais, em data anterior a Resolu&ccedil;&atilde;o do Conama  Conselho Nacional de Meio Ambiente, n&ordm; 387, de 27 de dezembro de 2006.

Formalizado o CAR, o propriet&aacute;rio e/ou possuidor de im&oacute;vel rural dever&aacute; providenciar a localiza&ccedil;&atilde;o e regulariza&ccedil;&atilde;o da reserva legal, nos prazos estabelecidos pela legisla&ccedil;&atilde;o. De um ano para propriedades acima de tr&ecirc;s mil hectares; dois anos para propriedades acima de quinhentos at&eacute; tr&ecirc;s mil hectares; tr&ecirc;s anos para propriedades de at&eacute; quinhentos hectares e cinco anos para assentamentos rurais.

As formas de regulariza&ccedil;&atilde;o da &Aacute;rea de Reserva Legal est&atilde;o previstas no decreto que normatiza o programa e podem ser adotadas de forma isolada ou conjuntamente. O propriet&aacute;rio ou possuidor pode recompor a reserva legal de sua propriedade mediante o plantio de esp&eacute;cies nativas, ou condu&ccedil;&atilde;o da regenera&ccedil;&atilde;o natural.

Pode compensar a reserva legal por outra &aacute;rea equivalente em import&acirc;ncia ecol&oacute;gica e extens&atilde;o desde que perten&ccedil;a ao mesmo ecossistema e esteja localizada na mesma microbacia hidrogr&aacute;fica, desde que a convers&atilde;o, comprovada pela din&acirc;mica de desmatamento, tenha ocorrido at&eacute; 14 de dezembro de 1998. Ou ainda desonerar-se doando ao &oacute;rg&atilde;o ambiental &aacute;rea equivalente em import&acirc;ncia ecol&oacute;gica e extens&atilde;o, localizada em unidades de conserva&ccedil;&atilde;o de dom&iacute;nio p&uacute;blico; mediante dep&oacute;sito em conta do Fundo Estadual do Meio Ambiente (Fenam), do valor correspondente &agrave; &aacute;rea da reserva legal que se compromete a compensar.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=772</link>
      </item>
      <item>
          <title>Apreendidas 7,7 toneladas de pescado</title>
          <description>Cerca de 7,7 toneladas de pescado foram apreendidas no per&iacute;odo da piracema este ano. O n&uacute;mero &eacute; 20% maior em rela&ccedil;&atilde;o ao pescado recolhido no ano passado (6,4 toneladas) e pode aumentar porque os n&uacute;meros divulgados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) s&atilde;o preliminares e ainda falta computar as apreens&otilde;es de algumas unidades regionais.

As multas aplicadas chegaram a R$ 1,1 milh&atilde;o e o balan&ccedil;o tamb&eacute;m mostrou o crescimento da apreens&atilde;o de apetrechos ilegais de pesca. Ano passado foram 68 redes de pesca apreendidas e este ano foram 590. 

A coordenadora de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o da Pesca, Roseli de Almeida, diz que o resultado &eacute; consequ&ecirc;ncia da intensifica&ccedil;&atilde;o da fiscaliza&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m da falta de consci&ecirc;ncia da popula&ccedil;&atilde;o. A maior parte dos materiais foi encontrada no Baixada Cuiabana, nos munic&iacute;pios de Bar&atilde;o de Melga&ccedil;o, Santo Ant&ocirc;nio do Leverger e Cuiab&aacute;.

Reprodu&ccedil;&atilde;o - A coordenadora afirma que os pesquisadores da Sema constataram que no per&iacute;odo proibitivo, que foi de 5 meses e acabou no domingo (28), todas as esp&eacute;cies conseguiram concluir a reprodu&ccedil;&atilde;o nos rios de Mato Grosso. O aumento do &iacute;ndice de chuvas foi um dos fatores que favoreceu o tr&acirc;nsito dos peixes no rio. Em 2009, houve a prorroga&ccedil;&atilde;o do per&iacute;odo na regi&atilde;o da bacia do Paraguai, devido as poucas chuvas.

Com a pesca liberada, a coordenadora fala que os pescadores precisam ficar atentos &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o, que determina para o amador o limite de 10 quilos de peixe e 1 exemplar. J&aacute; os profissionais podem tirar do rio no m&aacute;ximo 150 quilos por semana.

Roseli assegura que a fiscaliza&ccedil;&atilde;o vai continuar atuando e as pessoas que vivem da pesca devem manter toda a documenta&ccedil;&atilde;o profissional e tamb&eacute;m de transporte de pescado em dia.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=771</link>
      </item>
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          <title>Piracema acabou domingo e Sema divulga balan&ccedil;o parcial</title>
          <description>A Coordenadoria de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o de Pesca, vinculada a Superintend&ecirc;ncia de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) divulgou neste fim de semana o resultado parcial das opera&ccedil;&otilde;es de fiscaliza&ccedil;&atilde;o, ap&oacute;s quatro meses de piracema no Estado. No total, desde o in&iacute;cio da piracema em novembro de 2009 at&eacute; a &uacute;ltima sexta-feira (26.02), foram apreendidos em Mato Grosso mais de 7,7 toneladas de pescado irregular, al&eacute;m de outros apetrechos utilizados na pesca predat&oacute;ria. No per&iacute;odo foram aplicadas multas no valor de R$ 1,1 milh&atilde;o.

A piracema (&eacute;poca do ano em que algumas esp&eacute;cies de peixes se reproduzem), teve in&iacute;cio em 5 de novembro e terminou ontem. Nesse per&iacute;odo, &eacute; proibida a pesca, inclusive na modalidade &quot;pesque e solte&quot; e tamb&eacute;m o transporte e a comercializa&ccedil;&atilde;o do pescado proveniente de pesca de subsist&ecirc;ncia. Com o t&eacute;rmino do per&iacute;odo de proibi&ccedil;&atilde;o, a pesca est&aacute; liberada em todos os rios do Estado.

A coordenadora de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o da Pesca, Roseli de Almeida, explicou que esta semana ser&aacute; divulgado o resultado final das opera&ccedil;&otilde;es de repress&atilde;o &agrave; pesca predat&oacute;ria. Nesse momento, falta contabilizar os n&uacute;meros do &uacute;ltimo fim de semana na Baixada Cuiabana e as informa&ccedil;&otilde;es provenientes das unidades regionais da Sema.

As a&ccedil;&otilde;es de repress&atilde;o &agrave; pesca predat&oacute;ria, realizadas pela Sema e suas Unidades Regionais, em parceria com as Pol&iacute;cias Militar e Civil e Juizado Volante Ambiental (Juvam), at&eacute; a &uacute;ltima semana, j&aacute; haviam apreendido 2.318 anz&oacute;is comuns, 673 anz&oacute;is de galho (pinda), 38 armas de fogo, 16 barcos 220 b&oacute;ias/gal&otilde;es, 16 caixas com acess&oacute;rios de pesca, 14 caixas t&eacute;rmicas/isopor, 54 canoas, duas carteiras de pesca, 122 espinheis, 23 freezers, 60 molinetes, tr&ecirc;s motos, 16 motores de popa/rabeta, 419 muni&ccedil;&otilde;es, 591 redes, 26 remos, 119 tarrafas, 66 varas de pesca e oito ve&iacute;culos.

MONITORAMENTO

Em paralelo as a&ccedil;&otilde;es de repress&atilde;o a pesca predat&oacute;ria, neste m&ecirc;s de mar&ccedil;o, a Sema estar&aacute; concluindo o monitoramento continuado da vida e reprodu&ccedil;&atilde;o dos peixes das bacias de Mato Grosso. Esse trabalho que vem sendo feito em parceria com pesquisadores da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), e outras institui&ccedil;&otilde;es e ir&aacute; resultar em informa&ccedil;&otilde;es sobre a desova de algumas das principais esp&eacute;cies de peixe e seus h&aacute;bitos alimentares.

&quot;Um dos focos da pesquisa &eacute; verificar se o per&iacute;odo de proibi&ccedil;&atilde;o da pesca estabelecido pela legisla&ccedil;&atilde;o &eacute; compat&iacute;vel com o per&iacute;odo reprodutivo dessas esp&eacute;cies contribuindo para a prote&ccedil;&atilde;o dos recursos pesqueiros do Estado e o gerenciamento das atividades pesqueiras de forma a conciliar os interesses econ&ocirc;micos, sociais e ambientais&quot;, explicou a coordenadora de Fauna e Recursos Pesqueiros da Sema, Neusa Arenhart (coordenadoria vinculada &agrave; Superintend&ecirc;ncia de Biodiversidade).

As pesquisas est&atilde;o acontecendo em duas bacias: Amaz&ocirc;nica e do rio Paraguai. Na primeira, as coletas de esp&eacute;cies para as an&aacute;lises s&atilde;o feitas no rio Teles Pires, no munic&iacute;pio de Sinop (500 quil&ocirc;metros de Cuiab&aacute;). J&aacute; na bacia do Paraguai, as coletas est&atilde;o sendo feitas em pontos abaixo do munic&iacute;pio de C&aacute;ceres (225 quil&ocirc;metros de Cuiab&aacute;), acompanhando esp&eacute;cies como pacu, dourado e cachara.

Segundo a coordenadora, os primeiros resultados desse monitoramento indicam, por exemplo, que os peixes sem couro s&atilde;o os que desovam primeiro. O pacu no m&ecirc;s de novembro apresenta ova maturada, pronta para concluir o ciclo reprodutivo, o que acontece logo no come&ccedil;o de dezembro. Os peixes de couro, entre eles a cachara, s&atilde;o os &uacute;ltimos a desovarem, entre os meses de janeiro e fevereiro.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=770</link>
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          <title>Cresce a reciclagem de embalagens vazias de agrot&oacute;xiccos</title>
          <description>Em janeiro de 2010 foram retiradas 1809 toneladas de embalagens vazias de agrot&oacute;xicos do meio ambiente, e cerca de 90% desse total seguiram para reciclagem. Segundo an&aacute;lise do inpEV  Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias, que representa as ind&uacute;strias fabricantes de defensivos agr&iacute;colas, o volume representa crescimento de 28% em rela&ccedil;&atilde;o ao retirado em janeiro de 2009 (1412 toneladas).
O levantamento do inpEV mostra que os Estados que mais retiraram embalagens do campo no primeiro m&ecirc;s de 2010 foram Mato Grosso (382 toneladas), Paran&aacute; (288 toneladas), S&atilde;o Paulo (254 toneladas), Goi&aacute;s (229 toneladas) e Bahia (170 toneladas). Esses cinco Estados representam mais de 70% do volume total destinado em todo o Brasil.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=769</link>
      </item>
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          <title>Cons&oacute;rcio Portal da Amaz&ocirc;nia se re&uacute;ne e discute implanta&ccedil;&atilde;o de frigor&iacute;fico de peixe</title>
          <description>Foi com esse objetivo que, h&aacute; tr&ecirc;s anos, 11 munic&iacute;pios da regi&atilde;o Norte de Mato Grosso se uniram e criaram o Cons&oacute;rcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel Portal da Amaz&ocirc;nia.

A meta &eacute; fazer com que as cidades pertencentes ao cons&oacute;rcio desenvolvam projetos que garantam o progresso e a subsist&ecirc;ncia do setor produtivo sem causar preju&iacute;zos ao meio ambiente.
 
Segundo o presidente do cons&oacute;rcio, Antonio Luiz C&eacute;sar de Castro, prefeito de Nova Cana&atilde;, o principal objetivo &eacute; fomentar a agricultura familiar e a economia regional, al&eacute;m de levantar os problemas que travam o desenvolvimento para buscar a solu&ccedil;&atilde;o.

No s&aacute;bado (26), os 11 prefeitos que formam o cons&oacute;rcio, se reuniram em Col&iacute;der, para discutir e definir aonde ser&aacute; constru&iacute;do o primeiro frigor&iacute;fico de peixe do cons&oacute;rcio. A meta &eacute; fortalecer a piscicultura na regi&atilde;o e proporcionar aos criadores a garantia de sobreviv&ecirc;ncia.

O munic&iacute;pio de Terra Nova foi o escolhido para constru&ccedil;&atilde;o da empresa. Para o prefeito Manoel de Freitas a implanta&ccedil;&atilde;o do frigor&iacute;fico ir&aacute; fomentar a economia local.

&Eacute; uma cadeia de produ&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; s&oacute; o peixe. Vem a f&aacute;brica de ra&ccedil;&atilde;o, vem a alevinagem, ent&atilde;o, todos n&oacute;s vamos ganhar com isso e vem de encontro com nossa necessidade e nossos anseios de melhorar a cadeia produtiva do Nort&atilde;o, destacou.

O pr&oacute;ximo passo agora &eacute; fazer um levantamento na regi&atilde;o de toda log&iacute;stica, inclusive a quantidade de tanques de peixes existentes na regi&atilde;o e a viabilidade de implantar novos reservat&oacute;rios. Trabalho que, segundo o presidente do cons&oacute;rcio, Antonio Luiz de Castro, ser&aacute; desenvolvido pelo Sebrae.

O deputado Dilceu DalBosco tamb&eacute;m participou do encontro onde fal&ccedil;ou sobre o zoneamento. Para ele, a forma&ccedil;&atilde;o do cons&oacute;rcio foi uma excelente forma para que os munic&iacute;pios unissem for&ccedil;as e juntos buscassem alternativas para viabilizar a economia regional.

Esse &eacute; caminho. A uni&atilde;o dos munic&iacute;pios, a troca id&eacute;ias sobre que caminhos percorrer, o que &eacute; melhor para o desenvolvimento de uma regi&atilde;o, faz com que grandes projetos nas&ccedil;am e o crescimento dos munic&iacute;pios seja garantido, destacou DalBosco.

Esse cons&oacute;rcio, sem sombra de d&uacute;vidas, ir&aacute; nortear e auxiliar o desenvolvimento de nossa regi&atilde;o, completou.

Fazem parte do cons&oacute;rcio os munic&iacute;pios de Terra Nova, Col&iacute;der, Peixoto de Azevedo, Matup&aacute;, Guarant&atilde; do Norte, Nova Santa Helena, Nova Guarita, Ita&uacute;ba, Marcel&acirc;ndia, Nova Monte Verde e Nova Cana&atilde;.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=768</link>
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          <title>Come&ccedil;a nesta segunda curso de combate a inc&ecirc;ndios florestais em S&atilde;o Jos&eacute; do Xingu</title>
          <description>O munic&iacute;pio de S&atilde;o Jos&eacute; do Xingu, 1.200 km a nordeste de Cuiab&aacute;, foi escolhido para sediar o 1&deg; Curso de Hotshots no Estado, ministrado por t&eacute;cnicos do Servi&ccedil;o Florestal dos Estados Unidos (EUA), de 01 a 12 de mar&ccedil;o de 2010. O curso &eacute; uma realiza&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; Estadual de Gest&atilde;o do Fogo.

A capacita&ccedil;&atilde;o &eacute; destinada ao aperfei&ccedil;oamento de preven&ccedil;&atilde;o e controle aos inc&ecirc;ndios florestais em Mato Grosso. O curso diz respeito &agrave;s a&ccedil;&otilde;es educativas de prote&ccedil;&atilde;o ambiental nas terras ind&iacute;genas. O Estado de Mato Grosso est&aacute; presente na preserva&ccedil;&atilde;o da fauna e flora, como tamb&eacute;m nos trabalhos de sensibiliza&ccedil;&atilde;o para se evitar as queimadas florestais, disse o superintendente de Assuntos Ind&iacute;genas, Alessandro Mariano.

O curso Hotshots foi criado pelo servi&ccedil;o florestal dos EUA, com a finalidade de aperfei&ccedil;oar a capacidade dos &oacute;rg&atilde;os e ONGs integradas de monitorar, administrar e amenizar os impactos do fogo. Os povos ind&iacute;genas e os profissionais do Corpo de Bombeiros ir&atilde;o aprender t&eacute;cnicas de combate aos inc&ecirc;ndios florestais, a parte pr&aacute;tica. E no segundo momento, uma capacita&ccedil;&atilde;o de te&oacute;rica com todos os ensinamentos de preven&ccedil;&atilde;o florestal, afirmou o superintendente.

GEST&Atilde;O DO FOGO

O Comit&ecirc; Estadual de Gest&atilde;o do Fogo foi criado em 2005, com o objetivo de executar o Programa Estadual de Preven&ccedil;&atilde;o e Controle de Queimadas e Inc&ecirc;ndios Florestais no Estado de Mato Grosso. O comit&ecirc;, vinculado &agrave; Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), &eacute; composto por nove &oacute;rg&atilde;os e tr&ecirc;s entidades.

O curso Hotshots faz parte da prepara&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; Estadual de Gest&atilde;o do Fogo, para o per&iacute;odo de queimadas e inc&ecirc;ndios que ocorrem no Estado entre julho e setembro, tamb&eacute;m proporciona a padroniza&ccedil;&atilde;o dos procedimentos operacionais que s&atilde;o aplicados em todo o mundo na &aacute;rea de combate aos inc&ecirc;ndios florestais. A transfer&ecirc;ncia de tecnologia, ainda &eacute; parte vital desse componente, onde novos equipamentos e conhecimento sobre o fogo s&atilde;o desenvolvidos e compartilhados entre os organismos cooperadores, e lan&ccedil;ados constantemente nos mercados globalizados.

PARCEIROS

A capacita&ccedil;&atilde;o &eacute; uma realiza&ccedil;&atilde;o da Gest&atilde;o do Fogo em parceria com a Superintend&ecirc;ncia de Assuntos Ind&iacute;genas, vinculada &agrave; Casa Civil; Corpo de Bombeiros; Secretaria Estadual de Defesa Civil. S&atilde;o tamb&eacute;m parceiros da capacita&ccedil;&atilde;o: Ong Alian&ccedil;a da Terra; Instituto Raoni; Opera&ccedil;&atilde;o Amaz&ocirc;nia Nativa (Opan) e a Ag&ecirc;ncia Americana para o Desenvolvimento Internacional (Usaid).</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=767</link>
      </item>
      <item>
          <title>Produ&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel sem uso de fogo na Amaz&ocirc;nia j&aacute; est&aacute; sendo exportada do Brasil</title>
          <description>Sustentabillidade focada na conserva&ccedil;&atilde;o ambiental e melhoria da renda com produ&ccedil;&atilde;o sem causar danos &agrave; floresta &eacute; a proposta Ambiental do Projeto  Amaz&ocirc;nia Sem Fogo, iniciado no Acre h&aacute; dez anos e que hoje tem oito unidades de orienta&ccedil;&atilde;o aos produtores em toda a regi&atilde;o amaz&ocirc;nica.

S&oacute; no Acre existem seis unidades demonstrativas desse projeto, que al&eacute;m de utilizar a mucuna como ferramenta para a recupera&ccedil;&atilde;o de terras degradadas sem uso de fogo nem mecaniza&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m integra em suas a&ccedil;&otilde;es o manejo de pastagens para a pecu&aacute;ria leiteira, a implanta&ccedil;&atilde;o de sistemas agroflorestais, a produ&ccedil;&atilde;o de mudas de frutas c&iacute;tricas al&eacute;m de frutas e ess&ecirc;ncias florestais t&iacute;picas da Amaz&ocirc;nia.
Esse projeto, que acontece gra&ccedil;as &agrave; parceria entre o governo brasileiro com a Ag&ecirc;ncia de Coopera&ccedil;&atilde;o Italiana, vem sendo executado pelas ongs Pachamama da Amaz&ocirc;nia e Associa&ccedil;&atilde;o Mapinguari. Os resultados ambientais, especialmente o retorno financeiro que vem sendo alcan&ccedil;ado pelos produtores rurais, atra&iacute;ram a aten&ccedil;&atilde;o do governo da Bol&iacute;via, que tamb&eacute;m enfrenta s&eacute;rios problemas com a derrubada e queimada de floresta, sobretudo nos departamentos do Beni e Pando, na fronteira com o Brasil.

Isso levou os governos do Brasil e da Bol&iacute;via a assinassem, no ano passado, um acordo de coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica atrav&eacute;s do qual uma comitiva de membros do governo daquele pa&iacute;s participaram do Semin&aacute;rio Amaz&ocirc;nia Sem Fogo, realizado nos dias 23 e 24 de fevereiro no Centro de Ensino Profissionalizante Campos Pereira, em Rio Branco.

Dentre os membros da comitiva estrangeira, tamb&eacute;m veio a diretora executiva de Meio Ambiente da Corporaci&oacute;n Andina de Fomento (CAF), Ros&aacute;rio Le&oacute;n. Ficamos muito admirados com os resultados alcan&ccedil;ados por esse projeto Amaz&ocirc;nia Sem Fogo em toda esta regi&atilde;o, por isso viemos conhecer os resultados pr&aacute;ticos dele no Estado do Acre onde pudemos comprovar sua efici&ecirc;ncia. Vamos come&ccedil;ar financiando projetos semelhantes a este na Bol&iacute;via, em seguida no Peru e Equador que tamb&eacute;m sofrem danos ambientais causados pelas queimadas da floresta. A meu ver, a grande vantagem desta experi&ecirc;ncia est&aacute; em conservar a floresta e melhorar a renda familiar de forma produtiva e progressiva, em fim, de um modo sustent&aacute;vel dos pontos de vista ambiental e econ&ocirc;mico e socialmente justo, disse Le&oacute;n.

A CAF representada por Ros&eacute;rio Le&oacute;n &eacute; um banco que trabalha com dinheiro depositado pelos pa&iacute;ses acionistas, a exemplo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (Bid), a qual,  tem sede principal em Caracas na Venezuela.   Atuando como institui&ccedil;&atilde;o financeira multilateral que apoia a&ccedil;&otilde;es de desenvolvimento sustent&aacute;vel nos pa&iacute;ses acionistas e promove a integra&ccedil;&atilde;o regional Latino Americana.
At&eacute; o ano passado o Brasil mantinha apenas uma participa&ccedil;&atilde;o representativa dentro da CAF,  sendo agora membro efetivo, o que permite que a&ccedil;&otilde;es de prote&ccedil;&atilde;o ambiental ou de responsabilidade social  a serem realizadas ou em realiza&ccedil;&atilde;o por institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, Ong&acute;s e empresas privadas, a exemplo do que j&aacute; acontece em pa&iacute;ses como o Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Bol&iacute;via, Equador, Col&ocirc;mbia, Venezuela, Panam&aacute;, Costa Rica, M&eacute;xico e Espanha.

Os financiamentos, segundo Ros&aacute;rio, podem abranger a&ccedil;&otilde;es em &aacute;reas t&eacute;cnicas ou estrat&eacute;gicas, como &eacute; o caso dessa transfer&ecirc;ncia de tecnologia do Projeto Fogo para a Bol&iacute;via, que tem como objetivo garantir a conserva&ccedil;&atilde;o da floresta Amaz&ocirc;nica focando n&atilde;o apenas a quest&atilde;o ambiental, mas a melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de vida do homem que vive na floresta e menos no mercado.

 J&aacute; Hermes Daniel Zuazo Oblitas, do departamento da avalia&ccedil;&atilde;o e monitoramento t&eacute;cnico de projetos  do Programa Nacional de Cambio Clim&aacute;tico do Minist&eacute;rio de Meio Ambiente e &Aacute;gua do governo da Bol&iacute;via, declarou-se impressionado com os resultados alcan&ccedil;ados pelo projeto Amaz&ocirc;nia Sem Fogo. Os resultados s&atilde;o muito eficientes, principalmente no ponto em que melhoram progressivamente a renda das pessoas sem causar danos ambientais. A proposta &eacute; totalmente aplic&aacute;vel e replic&aacute;vel &agrave; proposta do governo Evo Morales, que preconiza a melhoria da qualidade de vida das pessoas tendo como prioridade as quest&otilde;es ambientais levando em considera&ccedil;&atilde;o a floresta, a vida selvagem e o homem que nela vive. A m&atilde;e terra prov&ecirc; recursos e vida n&atilde;o s&oacute; para o homem, mas para tudo. Por isso nossas a&ccedil;&otilde;es n&atilde;o est&atilde;o focadas na economia de mercado, mas na sustentabilidade, destacou.

Al&eacute;m dos t&eacute;cnicos do projeto Amaz&ocirc;nia Sem Fogo do Acre, tamb&eacute;m participaram do semin&aacute;rio representantes do Par&aacute;, Rond&ocirc;nia e Mato Grosso, que debateram, al&eacute;m da extens&atilde;o e resultado das a&ccedil;&otilde;es, tamb&eacute;m determinaram as que ser&atilde;o realizadas ao longo deste ano. O evento foi prestigiado com a presen&ccedil;a de Roberto Bianchi, coordenador do projeto pela Ag&ecirc;ncia de Coopera&ccedil;&atilde;o Italiana, que financia as a&ccedil;&otilde;es, e por Cassius Azevedo diretor, da Secretaria de Desenvolvimento Rural Sustent&aacute;vel do Minist&eacute;rio de Meio Ambiente do Brasil, al&eacute;m de Fab&iacute;ola Lacerda, coordenadora nacional do Prev-fogo pelo Minist&eacute;rio do Meio Ambiente, que s&atilde;o parceiros do Projeto.
Em n&iacute;vel estadual, o evento foi prestigiado pelo superintendente do Ibama, Anselmo Forneck, e pelo secret&aacute;rio de Assist&ecirc;ncia &agrave; Produ&ccedil;&atilde;o Familiar e Florestal (Seaprof), Nilton Cosson, cujos t&eacute;cnicos tamb&eacute;m atuam em parceria com o projeto Amaz&ocirc;nia Sem Fogo em todos os seus escrit&oacute;rios espalhados pelo Estado.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=766</link>
      </item>
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          <title>Mandeira: Explora&ccedil;&atilde;o planejada garante atividade</title>
          <description>Na avalia&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicos e especialistas, o projeto de manejo florestal &eacute; atualmente a melhor alternativa &agrave; atividade, pois permite administrar a floresta para obten&ccedil;&atilde;o de benef&iacute;cios econ&ocirc;micos, sociais e ambientais, respeitando os mecanismos de sustenta&ccedil;&atilde;o do ecossistema. Essa modalidade de explora&ccedil;&atilde;o possibilita reduzir os impactos ambientais e gerar benef&iacute;cios diversos, aponta J&uacute;lio C&eacute;sar Bachega, diretor executivo do Centro das Ind&uacute;strias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem).

Segundo ele, a grande diferen&ccedil;a do manejo florestal, em oposi&ccedil;&atilde;o &agrave; explora&ccedil;&atilde;o convencional, &eacute; o planejamento e o emprego de t&eacute;cnicas apropriadas para colher cuidadosamente parte das &aacute;rvores grandes, de tal maneira que as menores, a serem colhidas futuramente, sejam protegidas. Com a ado&ccedil;&atilde;o do manejo, a produ&ccedil;&atilde;o de madeira pode ser cont&iacute;nua ao longo dos anos, lembra.

Conhecendo as esp&eacute;cies e tudo que h&aacute; na floresta, avaliando as &aacute;rvores j&aacute; antigas  que diminu&iacute;ram sua capacidade de seq&uuml;estrar carbono e est&atilde;o prontas para serem cortadas, planejando as atividades dentro da floresta, com t&eacute;cnicas que n&atilde;o danificam as &aacute;rvores remanescentes ou porta sementes, e respeitando o mecanismo ecol&oacute;gico e garantindo a funcionalidade da floresta, o setor de base florestal de Mato Grosso adotou o Manejo Florestal Sustent&aacute;vel.

O manejo envolve produ&ccedil;&atilde;o, rentabilidade, seguran&ccedil;a no trabalho, respeito &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o, log&iacute;stica de mercado, conserva&ccedil;&atilde;o florestal e servi&ccedil;os ambientais (equil&iacute;brio do clima regional e global, especialmente pela manuten&ccedil;&atilde;o do ciclo hidrol&oacute;gico e reten&ccedil;&atilde;o de carbono). Para isso, o c&oacute;digo florestal brasileiro de 1965 definiu que as florestas da Amaz&ocirc;nia s&oacute; poderiam ser utilizadas atrav&eacute;s de plano de manejo. (Veja quadro ao lado)

OBRIGAT&Oacute;RIO - Apesar de ainda ser praticada em pequena escala, o manejo florestal &eacute; obrigat&oacute;rio por lei. As empresas que n&atilde;o fazem manejo est&atilde;o sujeitas a diversas penas. Embora a a&ccedil;&atilde;o fiscalizadora tenha sido pouca efetiva at&eacute; o momento, o processo de monitoramento est&aacute; aumentando e a pretens&atilde;o do Estado &eacute; intensificar a fiscaliza&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas verdes da regi&atilde;o. Com a ado&ccedil;&atilde;o dos planos de manejo, as empresas e produtores podem obter um certificado com &quot;selo verde&quot; cada vez mais exigido pelos grandes compradores de madeira, especialmente na Europa e nos Estados Unidos.

Leom&aacute;rcio Xavier de Oliveira, coordenador de Recursos Florestais da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), defende o manejo sustent&aacute;vel e destaca seus benef&iacute;cios. Primeiro porque ele &eacute; ambientalmente correto, depois por toda cultura de benef&iacute;cios sociais, pois ele gera emprego. Se h&aacute; manejo, vai ter um ciclo cont&iacute;nuo de empregos na regi&atilde;o, porque se trabalha um talh&atilde;o da &aacute;rea de cada vez.

No manejo florestal sustent&aacute;vel, a &aacute;rea total a ser explorada &eacute; dividida em talh&otilde;es e a cada ano uma nova &aacute;rea &eacute; trabalhada para garantir a preserva&ccedil;&atilde;o da floresta.

CONSERVA&Ccedil;&Atilde;O - A floresta, quando chega numa certa idade, para de seq&uuml;estrar carbono e com o manejo, ela come&ccedil;a a fluir novamente, deixando espa&ccedil;o para o crescimento de outras &aacute;rvores. A floresta se renova, captando mais carbono e fazendo um bem imenso &agrave; natureza, destaca C&eacute;sar Mason, empres&aacute;rio do setor de base florestal.(MM)</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=765</link>
      </item>
      <item>
          <title>Sustentabilidade da Produ&ccedil;&atilde;o Agr&iacute;cola ser&aacute; tema de semin&aacute;rio em Alta Floresta</title>
          <description>A Prefeitura de Alta Floresta, atrav&eacute;s da Secretaria de Ind&uacute;stria, Com&eacute;rcio e Turismo e Secretaria de Agricultura estar&aacute; realizando nos dias 03 e 04 de mar&ccedil;o (quarta e quinta-feira), nas depend&ecirc;ncias da C&acirc;mara Municipal de Vereadores o Semin&aacute;rio de Sustentabilidade da Produ&ccedil;&atilde;o Agr&iacute;cola e Agroindustrializa&ccedil;&atilde;o.

Com o apoio do Programa Arco Verde, Sindicato Rural, Cooperativa Ouro Verde, Instituto Floresta, CDL e C&acirc;mara de Vereadores, o semin&aacute;rio tem com objetivo discutir com o Territ&oacute;rio Portal da Amaz&ocirc;nia (grupo gestor local, lideran&ccedil;as, pesquisadores, agentes da extens&atilde;o rural, secret&aacute;rios municipais de agricultura, de ind&uacute;stria e comercio, de meio ambiente e produtores) sobre as op&ccedil;&otilde;es e estrat&eacute;gias para implanta&ccedil;&atilde;o de atividades agr&iacute;colas com vistas &agrave; economia sustent&aacute;vel para os pequenos agricultores do Norte do Mato Grosso, bem como, a Capacita&ccedil;&atilde;o Continuada para a Transfer&ecirc;ncia de Tecnologias. 

A finalidade &eacute; de se obter um nivelamento t&eacute;cnico e definir a&ccedil;&otilde;es de fomento ao setor. 

Estar&atilde;o participando do semin&aacute;rio, que ser&aacute; aberto pelo Grupo Gestor Territ&oacute;rio Portal da Amaz&ocirc;nia, profissionais ligados ao setor agr&iacute;cola e correlatos de diferentes setores e &oacute;rg&atilde;os dos governos estadual e federal, tais como EMBRAPA, EMPAER, CEPLAC, Banco do Brasil, CONAB, Programa MT Regional, UNEMAT e Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=764</link>
      </item>
      <item>
          <title>Madeira de manejo e certificada segue escala de expans&atilde;o</title>
          <description>O mercado da madeira manejada e certificada tem possibilidade de expans&atilde;o forte, no mesmo ritmo de crescimento das florestas plantadas. A avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; do presidente do Centro das Ind&uacute;strias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem), Jo&atilde;o Carlos Baldasso. Ele explica que no futuro, a demanda atingir&aacute; 5 milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos por ano do produto do Estado, em compara&ccedil;&atilde;o aos 3,6 milh&otilde;es na atualidade. O executivo mostra o exemplo de que para cada 25 metros c&uacute;bicos de madeira manejada industrializada, 1 hectare de floresta &eacute; conservado.

Alguns desses indicadores ele apresentou na semana passada em Cuiab&aacute; a empres&aacute;rios do setor na Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias (Fiemt), durante o lan&ccedil;amento da VII Feira Internacional da Madeira, M&aacute;quinas e Equipamentos (Pr&oacute;-Madeira 2010), a ser realizada entre 25 e 28 de agosto, em Sinop. O evento re&uacute;ne ainda o III Sal&atilde;o de M&oacute;veis, Decora&ccedil;&atilde;o e Artesanato; VI Semin&aacute;rio de Neg&oacute;cios da Madeira; IV Encontro Internacional e o II Encontro Nacional de Neg&oacute;cios.

Ele lembra que o apelo ambiental do mundo dos neg&oacute;cios encontra resson&acirc;ncia no setor de base florestal agora organizado, que teve diminui&ccedil;&atilde;o na atividade e cr&iacute;ticas no passado devido a desvios de empres&aacute;rios do setor, como ocorreu no caso da Opera&ccedil;&atilde;o Curupira e outras a&ccedil;&otilde;es do governo federal para combater fraudes. &quot;Temos condi&ccedil;&atilde;o de crescer em um mercado promissor. O apelo da madeira &eacute; de produto renov&aacute;vel, diferente do pl&aacute;stico, do ferro, cimento. No manejo florestal a floresta cresce&quot;, informa a representatividade do setor. &quot;O ciclo da madeira &eacute; de 30 anos. Voc&ecirc; tira 4 a 5 &aacute;rvores por hectare por ano. Depois permanece a floresta parada por 30 anos&quot;, fala sobre o passo a passo dos empreendimentos.

Ao falar do Pr&oacute;-Madeira, ele tamb&eacute;m criticou a burocracia da rela&ccedil;&atilde;o de produ&ccedil;&atilde;o e consumo sem reduzir o controle sobre o desmate.

O presidente do Sindicado das Ind&uacute;strias Madeireiras do Norte de Mato Grosso (Sindusmad), Jos&eacute; Eduardo Pinto, refor&ccedil;a que o atrativo maior do evento neste ano &eacute; divulgar a sustentabilidade do setor madeireiro. Por isso, o sindicato e o Cipem produziram um DVD intitulado &quot;Floresta em P&eacute; - Com Manejo &eacute; Poss&iacute;vel&quot;, apresentado a todos os atores do setor. &Eacute; o diferencial que caracteriza cada vez mais a atividade. &quot;Noventa porcento da madeira que sai de Mato Grosso &eacute; de manejo. Antigamente chegou a ser meio a meio&quot;.

Informa&ccedil;&otilde;es adicionais sobre o Pr&oacute;-Madeira podem ser encontradas no site www.promadeira.com.br</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=763</link>
      </item>
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          <title>Carreiras do futuro est&atilde;o em meio ambiente, servi&ccedil;os e internet</title>
          <description>As melhores oportunidades de trabalho nesta d&eacute;cada e na pr&oacute;xima est&atilde;o reservadas para os profissionais que atuarem em &aacute;reas ligadas &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente, rela&ccedil;&otilde;es internacionais, qualidade de vida e internet. A opini&atilde;o &eacute; consenso entre especialistas e estudiosos do assunto. As condi&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas podem mudar, mas esta &eacute; uma tend&ecirc;ncia que j&aacute; se consolidou no cen&aacute;rio mundial, afirma o professor de gest&atilde;o de pessoas do Insper, Marcus Sousa.

Para o Brasil, al&eacute;m destas &aacute;reas, a previs&atilde;o &eacute; de grande demanda por profissionais capacitados para a &aacute;rea de servi&ccedil;os. Sousa lembra que dois eventos devem trazer para o Pa&iacute;s turistas do mundo todo  Copa em 2014 e Olimp&iacute;adas em 2016  e isso valorizar&aacute; as pessoas com habilidades em relacionamento humano. S&atilde;o os gestores de redes de relacionamento, os gestores de atendimento e, se tiverem forma&ccedil;&atilde;o em atendimento virtual, ser&aacute; melhor ainda, explica.

Al&eacute;m disso, a expectativa de continuidade do crescimento econ&ocirc;mico no Pa&iacute;s continuar&aacute; mexendo com o mercado de trabalho. O Pa&iacute;s vai precisar de profissionais da &aacute;rea de infraestrutura e de setores da ind&uacute;stria que produzem bens voltados para as classes mais baixas.

O professor do N&uacute;cleo de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho do Instituto de Economia da Unicamp, Anselmo L. Santos, cita os setores de cal&ccedil;ados, t&ecirc;xtil, material de constru&ccedil;&atilde;o e bens populares. Ele destaca tamb&eacute;m o setor de petr&oacute;leo como importante foco para contrata&ccedil;&otilde;es. A explora&ccedil;&atilde;o do pr&eacute;-sal vai exigir m&atilde;o-de-obra especializada. A Petrobras vai intensificar estas contrata&ccedil;&otilde;es, prev&ecirc;.

O que e onde estudar?

O problema, contudo, &eacute; o que estudar para atuar nestas &aacute;reas. O professor do Insper destaca que, em muitos casos, ainda n&atilde;o existem carreiras espec&iacute;ficas. Uma boa op&ccedil;&atilde;o &eacute; seguir a carreira de engenharia. S&atilde;o profissionais com forma&ccedil;&atilde;o mais completa e ampla. Por isso, t&ecirc;m mais oportunidades de trabalho. Este profissional acaba atuando em v&aacute;rias &aacute;reas de destaque, de acordo com a demanda do mercado, informa Sousa.

Ele lembrou ainda que a especializa&ccedil;&atilde;o destes profissionais depende de investimento em educa&ccedil;&atilde;o no Brasil. Temos muitos problemas para desenvolver a educa&ccedil;&atilde;o. H&aacute; pouco investimento. &Eacute; preciso levar em conta que a forma&ccedil;&atilde;o necessita de tempo para a matura&ccedil;&atilde;o. At&eacute; por isso, profissionais autodidatas s&atilde;o mais valorizados no mercado, afirma.

O professor de rela&ccedil;&otilde;es do trabalho da Universidade de S&atilde;o Paulo, Jos&eacute; Pastore, afirma que, com as condi&ccedil;&otilde;es atuais, o Brasil n&atilde;o tem como preparar profissionais em tempo h&aacute;bil para estas &aacute;reas. Estamos numa corrida na qual o alvo &eacute; um ponto m&oacute;vel que se descola a cada dia. Para criar tempo ser&aacute; preciso uma amplia&ccedil;&atilde;o brutal da rede de escolas, sem perder qualidade! &Eacute; um enorme desafio, afirma.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=762</link>
      </item>
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          <title>Ibama bloqueia empresas indevidamente no norte do Estado</title>
          <description>Algumas empresas madeireiras da regi&atilde;o norte do Estado tiveram suas atividades comerciais suspensas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renov&aacute;veis (Ibama) no dia de hoje (25/02).

H&aacute; anos o setor de base florestal e o governo federal est&atilde;o num embate jur&iacute;dico para chegar a um consenso sobre a cobran&ccedil;a da Taxa de Controle e Fiscaliza&ccedil;&atilde;o Ambiental (TCFA). Em primeira e segunda inst&acirc;ncias a justi&ccedil;a entendeu que a tarifa n&atilde;o deveria ser cobrada. J&aacute; o Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) reverteu a decis&atilde;o, no entanto, cabendo recurso aos industriais para que a taxa de cobran&ccedil;a continuasse suspensa.

Na &eacute;poca da entrada com o mandado de seguran&ccedil;a impetrado pela Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), a justificativa para a n&atilde;o aceita&ccedil;&atilde;o ao pagamento do imposto era que uma taxa de fiscaliza&ccedil;&atilde;o j&aacute; era, e ainda &eacute;, paga para a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), que hoje gere a atividade ambiental em Mato Grosso, ou seja, a mesma modalidade de tributo estava sendo cobrada duas vezes: ao ser recolhida pelo &oacute;rg&atilde;o estadual e, em seguida, pelo Ibama, pr&aacute;tica que &eacute; configurada como inconstitucional.

Com a decis&atilde;o favor&aacute;vel, o Ibama notificaria  as empresas a pagarem os valores em tr&acirc;mite referentes a todos os anos em julgamento e as industrias poderiam negociar o pagamento em at&eacute; 30 parcelas, j&aacute; que juros e corre&ccedil;&otilde;es referentes ao per&iacute;odo somam valores altos. No entanto, na tarde de hoje, algumas ind&uacute;strias tiveram bloqueados seus cadastros junto ao sistema CC Sema por conta desse d&eacute;bito e est&atilde;o impedidas de operar. Ainda n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel saber quantas delas est&atilde;o impedidas de emitir a Guia Florestal (GF) que possibilita o transporte e carga de madeiras. A p&aacute;gina na internet, individual de cada ind&uacute;stria, fica travada e as empresas n&atilde;o conseguem mais fazer opera&ccedil;&otilde;es. Ainda n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel saber quantas delas est&atilde;o impedidas de emitir a Guia Florestal (GF) que possibilita o transporte e carga de madeiras.

Em opini&atilde;o un&acirc;nime, os industriais destacam que o Ibama impediu o trabalho sem facultar a negocia&ccedil;&atilde;o e que antes de bloquear as opera&ccedil;&otilde;es, o Instituto deveria notificar as empresas para o pagamento.

Industriais entendem que este &eacute; um ato de inconstitucionalidade porque &eacute; assegurado, legalmente, &agrave;s empresas, o direito de operarem, conforme a s&uacute;mula 547 do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a que rege: N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito a autoridade proibir que o contribuinte em d&eacute;bito adquira estampilhes, despache mercadorias nas alf&acirc;ndegas e exer&ccedil;a suas atividades profissionais, ou seja, os d&eacute;bitos de TCFA n&atilde;o podem suspender as atividades das empresas.

O setor deve definir, nesta sexta-feira, 26, quais medidas judiciais ser&atilde;o tomadas para que as opera&ccedil;&otilde;es voltem &agrave; normalidade.

A TCFA &eacute; uma taxa fixa que tem como fato gerador o exerc&iacute;cio regular do poder de pol&iacute;cia conferido ao Ibama para controle e fiscaliza&ccedil;&atilde;o das atividades utilizadoras de recursos naturais, conforme a lei n&ordm; 10.165/2000. As empresas devem pagar trimestralmente a TCFA que &eacute; definida pelo cruzamento do grau de polui&ccedil;&atilde;o e utiliza&ccedil;&atilde;o ambiental com o porte da empresa.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=761</link>
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          <title>Promadeira apresenta novo setor preocupado com sustentabilidade</title>
          <description>O foco desta edi&ccedil;&atilde;o ser&aacute; apresentar a sustentabilidade de um novo setor que vem se preocupando com o meio ambiente e fazendo a li&ccedil;&atilde;o de casa de maneira correta, afirmou o presidente do Sindicato das Ind&uacute;strias Madeireiras do Norte de Mato Grosso, Jos&eacute; Eduardo Pinto, e coordenador do Promadeira que &eacute; a feira do setor de base florestal da regi&atilde;o da Madeira Tropical, na noite dessa quarta-feira (25), na Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias de Mato Grosso (FIEMT).

A 7&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da Feira Internacional da Madeira, M&aacute;quinas e Equipamentos e o 3&ordm; Sal&atilde;o de M&oacute;veis, Decora&ccedil;&atilde;o e Artesanato, do Promadeira 2010, ser&aacute; realizada de 25 a 28 de agosto em Sinop (500 km de Cuiab&aacute;). Em Mato Grosso, desde 1998 o evento possibilita a gera&ccedil;&atilde;o e fomento de neg&oacute;cios, qualifica&ccedil;&atilde;o e atualiza&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, com a participa&ccedil;&atilde;o de empresas de todo o pa&iacute;s e do mundo.

Para Jo&atilde;o Carlos Baldasso, presidente do Centro das Ind&uacute;strias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (CIPEM) o novo setor tem um futuro promissor no estado Estamos aqui para mostrar o novo setor de base florestal de Mato Grosso, um setor com futuro promissor, que hoje j&aacute; maneja 2,6 milh&otilde;es de hectares de floresta de forma sustent&aacute;vel e tem a meta de manejar seis milh&otilde;es de hectares, prestando um servi&ccedil;o ambiental &agrave; sociedade, declarou.

Desde 1998, mais de 25 mil pessoas visitaram as feiras realizadas nos munic&iacute;pios de Cuiab&aacute; e Sinop. Cerca de 500 empresas de todo o Brasil, entre ind&uacute;strias de m&aacute;quinas, equipamentos, insumos, madeireiros e moveleiros, participaram das exposi&ccedil;&otilde;es. Para a edi&ccedil;&atilde;o de 2010, a organiza&ccedil;&atilde;o pretende ampliar ainda mais o evento e consolid&aacute;-lo no calend&aacute;rio mundial.

Diferente das edi&ccedil;&otilde;es anteriores, neste ano a feira al&eacute;m de ter como objetivo principal o desenvolvimento sustent&aacute;vel, incluiu na programa&ccedil;&atilde;o o Leil&atilde;o de Madeiras e shows nacionais, que ter&atilde;o renda total destinadas aos Hospitais de C&acirc;ncer de Cuiab&aacute; e Barretos.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=760</link>
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          <title>Blairo mostra MT Legal para secret&aacute;rios de Meio Ambiente</title>
          <description>O governador Blairo Maggi est&aacute; reunido com secret&aacute;rios estaduais de Meio Ambiente que vieram conhecer o programa MT Legal e debaterem sobre o decreto de dezembro de 2009, que institui o Programa Federal de Apoio &agrave; Regulariza&ccedil;&atilde;o Ambiental de Im&oacute;veis Rurais, denominado &quot;Programa Mais Ambiente&quot;. Eles vieram conhecer o programa MT Legal e debaterem o decreto que institui o Programa Federal de Apoio &agrave; Regulariza&ccedil;&atilde;o Ambiental de Im&oacute;veis Rurais, denominado &quot;Programa Mais Ambiente&quot;.

Blairo explicou aos secret&aacute;rios os desafios que Mato Grosso tem enfrentado para conciliar sua lideran&ccedil;a em produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os e carne com a preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente. &quot;Espero que a nossa experi&ecirc;ncia com o MT Legal sirva como uma alternativa pra voc&ecirc;s levarem para os seus Estados. A realidade que n&oacute;s conseguimos construir nos &uacute;ltimos anos aqui em Mato Grosso foi resultado de um grande entendimento que tivemos com os Minist&eacute;rios P&uacute;blicos Estadual e Federal, e muita conversa com os setores produtivos, onde todos tiveram oportunidade de se pronunciar e emitirem seus pontos de vista. Do resultado disso conseguimos tirar esse documento que detalha a margem para manobras que temos&quot;, disse Maggi.

Maggi relatou aos secret&aacute;rios que costuma dizer que as quest&otilde;es ambientais s&atilde;o como ve&iacute;culos numa estrada, numa rodovia onde os ve&iacute;culos at&eacute; podem rodar mais &agrave; direita, ou mais &agrave; esquerda da pista, sem no entanto ultrapassarem essa margem ou sair da estrada. &quot;A largura dessa faixa e at&eacute; onde podemos ir, quem determina &eacute; a legisla&ccedil;&atilde;o Federal, que nos limita a irmos um pouco mais para um lado ou para o outro&quot;, disse.

O governador disse ainda aos secret&aacute;rios que o grande entendimento que Mato Grosso teve junto aos Minist&eacute;rios P&uacute;blicos Estadual e Federal foi fundamental para que os produtores saiam da ilegalidade do diz respeito a desmatamento e preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente.

&quot;Eu espero que essa alternativa que n&oacute;s criamos aqui possa ajudar nos estados de voc&ecirc;s tamb&eacute;m para buscarem um entendimento, &agrave; exemplo do que buscamos aqui, pois chegamos num ponto no pa&iacute;s que n&atilde;o d&aacute; mais pra voltar a realidade de antes, n&atilde;o d&aacute; mais para jogar fora tudo oque fizemos at&eacute; agora, ent&atilde;o como &eacute; que a gente compatibiliza tudo isso? Estou convicto que n&atilde;o temos mais que brigar por quest&otilde;es ambientais e de preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente pois todos j&aacute; entendera que esse &eacute; o caminho&quot;, finalizou o governador.

Esta tarde os secret&aacute;rios de Estado de Meio Ambiente, Lu&iacute;s Henrique Daldegan, e da Casa Militar, Alexander Torres Maia, realizam uma apresenta&ccedil;&atilde;o para os demais secret&aacute;rios Meio Ambiente, sobre o MT Legal. Participa do evento tamb&eacute;m, o secret&aacute;rio de Estado de pol&iacute;ticas fundi&aacute;rias, Vicente Falc&atilde;o.</description>
          <link>http://www.preservemt.com.br/index.php?pg=noticia&amp;cod=759</link>
      </item>
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